Artigos e afins, Notícias

Mais um artigo sobre Shiatsu publicado na Revista Medicina Chinesa Brasil

 

 

 

 

rev_medchin_2capaRevista dedicada à Medicina Tradicional Chinesa publica artigo sobre o mercado de trabalho do profissional de Shiatsu

Prof. Arnaldo V. Carvalho, da Escola de Shiatsu Shiem analisa o Shiatsu profissional no Brasil e destaca importantes escolhas para uma carreira bem sucedida na área

A partir de escrito de autoria, originalmente publicado em inglês para a comunidade internacional de Shiatsu, o Prof. Arnaldo trouxe a discussão para o cenário brasileiro, abordando aspectos como organização do tempo, preço de sessões, investimentos em formação, entre outros.

A Escola de Shiatsu Shiem pode se orgulhar por hoje ter o professor com maior número de artigos específicos sobre Shiatsu no Brasil, e que vêm conseguindo publicar em importantes veículos como a respeitada revista Medicina Chinesa Brasil, produzida pelo EBRAMEC.

 

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Os números de nosso blog SHIATSU EMOCIONAL / ESCOLA DE SHIATSU em 2014

Os duendes de estatísticas do WordPress.com prepararam um relatório para o ano de 2014 deste blog.

Aqui está um resumo:

A sala de concertos em Sydney, Opera House tem lugar para 2.700 pessoas. Este blog foi visto por cerca de 10.000 vezes em Se fosse um show na Opera House, levaria cerca de 4 shows lotados para que muitas pessoas pudessem vê-lo.

Clique aqui para ver o relatório completo

Livros, videos e Indicações, Notícias

Entrevista de Douglas Gattini legendada em português começa a ser exibida no Youtube

http://www.youtube.com/watch?v=1oJwYy7R3k4 O professor de Shiatsu chileno-italiano Douglas Gattini, por ocasião de sua vinda ao Brasil em meados de 2014, concedeu entrevista exclusiva a Arnaldo V. Carvalho, com apoio da Associação Brasileira de Shiatsu. Falando sobre suas origens, ensinando sobre a profundidade do Shiatsu, o Prof. Douglas nos mostra o potencial da terapia e o quanto temos para aprender. O vídeo é dividido em cinco partes de oito a dez minutos, e que serão exibidas semanalmente. Que possa ser útil aos praticantes e inspirador aos que ainda não praticam. Muito obrigado Prof. Douglas Gattini.

Agenda: Cursos Eventos etc., Notícias

Edição inédita e única do curso Shiatsu Emocional na Tijuca (Rio, outubro 2014)

O bairro da Tijuca no Rio de Janeiro concentra grande número de centros de terapias de vanguarda, e um deles é o Grão, dirigido pela fisioterapeuta Gislaine Meera. Não podia ficar de fora o Shiatsu Emocional, que em outubro será oferecido em parceria inédita entre o Grão e a Escola de Shiatsu (SHIEM). anuncio_tijuca2014

“É uma honra para mim dar aulas no acolhedor Espaço Grão, que tem a frente minha professora de Thai Massagem Meera e abriga tantas terapias de ponta”, comenta o professor Arnaldo V. Carvalho, que pratica Shiatsu há vinte anos e é conhecido internacionalmente.

O curso, que abrange dois finais de semana inteiros (sábados e domingos), com aulas de 9 as 18H, acontecerá nos dias 11 e 12, 25 e 26 de outubro.

Os interessados podem se inscrever no curso através de evento no Facebook: https://www.facebook.com/events/1521928088034065/?fref=ts ou pelo e-mail escoladeshiatsu@yahoo.com.br

Um dos melhores cursos de Shiatsu do Brasil, esse curso já rodou o mundo, tendo sido ministrado em países de quatro continentes, além de dezenas cidades de norte a sul do país. Ele é completo em conteúdo, e com a vantagem de abordar os aspectos emocionais da terapia em grande profundidade. Outro destaque do curso diz respeito ao programa de educação continuada oferecido após o curso, gratuitamente a todos os alunos.

“São estudos dirigidos, encontros de treinamento, vídeo-debates e muitas outras estratégias de ensino para que o aluno não somente fixe o que aprendeu, mas possa refletir e produzir conhecimento, avançando no que o curso proporcionou”, diz Arnaldo.

Principais temas do Curso
– História do Shiatsu e da Medicina Tradicional Chinesa
– Abordagem psicossomática dos 12 Meridianos
– Shiatsu para diferentes desequilíbrios
– Sequência prática completa do Shiatsu Emocional

O Curso de Shiatsu Emocional oferece uma base forte de
Shiatsu associado aos conhecimentos da psicossomática
e da terapia reichiana, com técnicas exclusivas. No entanto, é uma modalidade terapêutica particular, com personalidade bastante própria.

Características do Curso
– Aberto a todos: leigos e profissionais de saúde, com ou sem
experiência em terapias manuais, orientais etc. (profissionais poderão obter descontos e seguir se aprofundando em cursos avançados)!
– os iniciantes conseguirão acompanhar bem, e sair do curso fazendo uma sessão segura, completa e eficaz de Shiatsu;
– profissionais de Shiatsu, MTC, de terapias manuais e outros profissionais de saúde se surpreenderão sobre o quanto esse curso tem a contribuir;
– o Curso abre as portas para os treinamentos intermediários e avançados em Shiatsu e Shiatsu Emocional;
– os alunos ganham acesso a grupo de estudos orientado via Internet;
– carga horária total: 60 horas (32 presenciais + 28 de estudo complementar obrigatório à distância);
– o participante terá direito a Certificado.

Está incluído o KIT ALUNO: Apostila completa + CD ROM riquíssimo em informações complementares.

Mais sobre o professor:
Arnaldo V. Carvalho, terapeuta corporal e naturopata; autor do livro Shiatsu Emocional; é membro da ABRASHI – Associação Brasileira de Shiatsu; pratica Shiatsu há mais de 20 anos e já ministrou cursos em dezenas de cidades brasileiras e diversos países de quatro continentes.

INFORMAÇÕES E INSCRIÇÕES
escoladeshiatsu@yahoo.com.br

 

 

Artigos e afins, Perguntas e Respostas

Perguntas sobre cursos de Shiatsu

PERGUNTAS FREQUENTES SOBRE CURSOS DE SHIATSU E O CURSO DE SHIATSU EMOCIONAL

Arnaldo V. Carvalho

1. O que esperar do curso de Shiatsu Emocional?

Simplicidade com profundidade. Procuramos falar sem rodeios sobre as questões emocionais, e como podemos equilibrar o ser através do corpo; Vivenciamos muitas dessas questões através do aprendizado da psicossomática dos meridianos.

O aluno pode esperar com segurança um professor com atenção integral ao aluno, uma apostila rica e detalhada, e um suporte permanente às dúvidas gerais.

Espera-se ainda que com as teorias e práticas dadas, seja possível que se utilize o Shiatsu emocional em situações profissionais e pessoais.

Não se deve esperar: Pomposidade, linguagem rebuscada, teorias incompreensíveis.

Nossos quatro grandes objetivos para com os estudantes são (nessa ordem):

1. Favorecer que a pessoa saia do curso para a vida como uma pessoa melhor;
2. Compartilhar informação e energia;
3. Oferecer uma ferramenta de autoconhecimento para o dia a dia;
4. Oferecer uma ferramenta de trabalho altamente diferenciada e eficiente aos profissionais ligados às emoções e ao corpo.

2. Que teorias preciso conhecer para ser um bom Shiatsuterapeuta?

R – Praticamente todos os estilos de Shiatsu se apoiam na visão da Medicina Tradicional Chinesa. Esta, por sua vez, tem muitos desdobramentos, pois reúne todos os conhecimentos acumulados através dos tempos pelos vários povos que deram origem ao povo chinês.

No panorama terapêutico, hoje temos duas grandes correntes de Shiatsu: Uma que está focada para as teorias diretamente relacionadas à anatomia e fisiologia do corpo. A ideia é “cientifizar” os conceitos tradicionais, comprovando seu funcionamento. A outra corrente se volta para a essência do indivíduo: Está preocupada em promover saúde, não em curar doenças. Dá atenção à relação terapeuta-paciente como um meio de resgatar a essência da vida humana, tal como acontece nas antigas tradições do oriente, preservadas no taoísmo, na arte zen, etc.

Um bom praticante de Shiatsu pode associar ambas as correntes, ou navegar por uma só delas, o que não é frequente, mas possível. Independente disso, todo Shiatsu terapeuta tem sempre o Tao como parâmetro máximo de análise das coisas. Seus desdobramentos são também um ponto comum entre os conhecimentos requeridos pelo Shiatsuterapeuta (teoria dos 5 elementos ou 5 movimentos, meridianos, zang-fu).

3. Qual a diferença entre um Shiatsu e outro?

R – Cada pessoa carrega em si um jeito próprio de fazer as coisas. Assim, quando alguém ensina Shiatsu a outro alguém, está ensinando na verdade baseado no seu próprio jeito de fazer – no seu estilo. Alguns estilos de Shiatsu acabam adquirindo características inteiramente novas e se tornam muito populares. Essa popularidade é obtida tanto pela habilidade da pessoa que ensina, quanto pelas teorias e técnicas que escolhe usar, dentro de um repertório vasto e continuamente renovado.

A principal diferença de um estilo para o outro está no foco do tratamento. De qualquer maneira, pode haver diferenças fortes em suas práticas, da forma com que se diagnostica, se trata, etc.

Contudo, não se pode dizer que um estilo é melhor do que o outro. Apenas, que possuem focos diferentes.

Hoje em dia há, naturalmente, o fenômeno do marketing divulgando os diferentes estilos e técnicas. Com efeito, a maioria dos estilos conhecidos no Brasil só se tornaram ricamente populares a partir dos Estados Unidos, que explora, como nenhum outro país, o marketing para propagar ideias (o que não desmerece nenhum estilo).

4. Quanto tempo leva para eu me formar em Shiatsu?

R – A verdadeira formação do Shiatsu se dá ao longo da vida. Nunca termina. O Shiatsuterapeuta aprende nos bons cursos que sua técnica é também uma filosofia de vida.

Ainda assim, temos os cursos de formação, onde o tempo varia de acordo com a carga horária de um curso.

Cursos de formação orientadas para certificação reconhecida pelo MEC tem em torno de 600H de aula.

As formações em estilos específicos costumam ser editadas em módulos, e a carga horária é menor. O certificado em geral é de curso livre, e sua validade está ligada ao respaldo do próprio profissional que ministra o curso ou da instituição por trás dele.

Contudo, o Shiatsu não é profissão regulamentada por lei, e o fato do MEC reconhecer o curso não quer dizer que no Brasil haja parâmetros que digam como o terapeuta deve trabalhar.

5. Qual é o melhor curso de Shiatsu?

R – Impossível responder com exatidão. Existem as teorias, e existe a afinidade. Fundamentalmente, o bom curso é aquele que você julga ter ambiente que te motive a aprender sempre mais. É aquele que possui professores não só conhecedores da matéria, mas que saibam – e gostem – de transmitir a matéria. É aquele não voltado apenas para suas provas, mas para avaliações qualitativas do aluno, preparando-os não só para serem técnicos, mas seres humanos melhores, aproximando-se assim do Tao.

6. Sou psicólogo. Como posso trabalhar com o Shiatsu Emocional em minha prática de consultório? No que me acrescenta?

R – O Shiatsu emocional é a melhor forma de você se iniciar na filosofia chinesa de enxergar o indivíduo. Ele possui técnicas de interação com o paciente capazes de trazer resultados concretos para seu tratamento. O Shiatsu emocional foi desenhado para ser totalmente compatível com tratamentos psicológicos, e traça paralelos com teorias que dão base à própria psicologia.

7. Já sou Shiatsuterapeuta. O curso é útil para mim?

R – Se você considera fundamental saber lidar com as emoções no processo de tratamento com Shiatsu, sim. Ele explora de um jeito bastante simples as facetas humanas, sem perder de vista as bases filosóficas que norteiam o Shiatsu. O Shiatsu emocional é também um importante diferencial de mercado para o profissional.

8. Sou fisioterapeuta. Como utilizarei a técnica emocional do Shiatsu em minha prática? Quais as vantagens?

R – Fisioterapeutas cada vez mais estão conscientes de que os problemas encontrados por eles possuem pelo menos alguma ligação com as emoções. O Shiatsu emocional é em si um processo corporal que promove também o bem estar equilíbrio emocional dos clientes. Suas práticas auxiliam os fisioterapeutas em todo o tipo de tratamento, da fisioterapia respiratória (patologia de baixa gravidade), aos tratamentos de lesões no sistema osteomuscular.

9. Não sou da área de saúde. O curso de Shiatsu emocional pode ser útil para mim?

R – Sim, o curso básico é sem dúvida uma ferramenta de autoconhecimento, e procura conectar os participantes à sua própria essência. Fica mais fácil dizer “para que estou aqui?” após um curso como o de Shiatsu Emocional.

10. Como o Shiatsu emocional trabalha as emoções?

R – Sem teorizar:
Através do singelo ato de olhar. Através do simples. Do respeito verdadeiro. Da atmosfera única que se cria num processo corporal baseado no amor.

Pela técnica:
Chamamos de “camadas” os diferentes extratos psicoenergéticos que compõem nosso esquema corporal. O corpo atua sob as condições ditadas por esse esquema. Atuamos com o Shiatsu Emocional usando técnicas para o reconhecendo os padrões emocionais do indivíduo, suas ligações e a profundidade das camadas de desequilíbrio em cada um. A partir daí é feito um trabalho corporal capaz de acessar e remover bloqueios, dentro da crescente capacidade de elaboração e enfrentamento dos atendidos.

Agenda: Cursos Eventos etc., Novas técnicas e abordagens

A Biodança dos Meridianos

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“Dizem que Matisse pensou neste quadro ao ver pescadores dançarem para celebrar a boa pesca e a vida. Sua força se espalhou por todo o corpo do século XX: inspirou o nascimento do expressionismo e uma das mais bonitas obras de Stravinski, a Sagração da Primavera. Agora, feche os olhos e escute, elas dançam em você”.

Rui Piranda

Biodança dos Meridianos

Vivenciar, Expressar e Compreender os canais energéticos

Principalmente através de exercícios propostos pela Biodança – terapia corporal de grupo, que utiliza a música, o movimento e diversas expressões humanas, a força dos canais de energia da Medicina Chinesa sobre a psique serão experimentados por um seleto e privilegiado grupo.

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Serão seis encontros; a cada um deles, serão vivenciados  dois Meridianos, sob o ponto de vista psicoenergético. Por meio do movimento corporal e da expressão criativa, sombras, e luzes, aspectos de desequilíbrio e equilíbrio se farão presentes, o primeiro dando lugar ao segundo.

Será um laboratório de emoções sem precedentes, fundamental para o terapeuta de Shiatsu ou Medicina Chinesa que deseja atuar no campo emocional.
Perseverança, determinação, assertividade, garra, transcendência, intuição, simplicidade, confiança, aprovação, sociabilidade, intuição, otimismo, alegria, desinibição, afetividade, alegria de viver, criatividade, autoproteção e entrega… Como cada Meridiano é se ativa em cada situação vivida, como integrar todos eles para a expansão da consciência e da inteligência emocional?
Um trabalho idealizado por Arnaldo V. Carvalho; concebido e realizado por Maria Amélia Seixas.

Facilitadora

 Maria Amélia SeixasMaria Amélia, Psicóloga Clínica, Facilitadora de Biodança e Arteterapeuta com grupos regulares há 20 anos. Aliando Biodança  e Arteterapia, sua prática tem como objetivo resgatar o potencial saudável do ser humano.

Maiores informações

Local das vivências: Espaço Levemente, na Rua Lopes Trovão, 52, sala 504 – Icaraí, Niterói, RJ.
Inscrições: exclusivamente por e-mail: escoladeshiatsu@yahoo.com.br
Dúvidas e outras informações: escoladeshiatsu@yahoo.com.br ou celular (21) 99246-5999 (Arnaldo)
Agenda: Cursos Eventos etc.

Emerson Bastos, da Inglaterra, dinamizará Constelação dos Cinco Elementos no Rio de Janeiro

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A Escola de Shiatsu ShiEm e O Instituto Ortobio estão orgulhosos em sediar a primeira Dinâmica de Constelação dos Cinco Elementos, com Emerson Bastos, um trabalho de vanguarda que vem sendo aplicado na Europa há alguns anos, com muito sucesso.

O seminário da Constelação dos Cinco Elementos é um processo em grupo para desenvolvimento pessoal e profissional.
O processo tem dois importantes aspectos. Um seria construtivista: É quando usamos conhecimento e técnicas; e a outra parte é fenomenológica, quando o processo em si revela o que é presente e parte da experiencia e muito frequentemente inconsciente para a pessoa.

É aberto a todos mesmo que não tenham conhecimento do trabalho de constelação ou e teoria dos Cinco Elementos. Toda a explicação necessária é dada no início do primeiro dia com mais esclarecimentos durante o desenvolvimento do trabalho.

Em um seminário de dois dias serão feitas constelações de oito pessoas. Os demais participantes se beneficiam muito do trabalho por presenciar ou fazer parte do círculo como representantes nas constelação de outras pessoas.

ORIGEM DA CONSTELAÇÃO DOS CINCO ELEMENTOS

O trabalho de Constelação dos Cinco Elementos se iniciou com um experimento, quando Emerson Bastos ensinava sobre os Elementos da medicina oriental, para alunos de Shiatsu. Ele utilizou o processo da constelação em sua aula, e o resultado foi de um tremendo choque, quando durante o experimento os alunos começaram a vivenciar suas questões emocionais ligadas a rede familiar, mesmo não tendo ideia do que estavam fazendo – a explicação do processo só foi dada ao final.

Na Inglaterra, onde o Prof. Emerson vive há quase três décadas e onde ele fez toda a sua formação em Shiatsu e teorias da medicina oriental, bem como Constelação Familiar, saiu última edição do ‘Knowing Field
Journal’ um artigo de Emerson sobre a nova técnica.

SOBRE O PROFESSOR

Emerson Bastos – Sua primeira formação, com acupressura, se deu em 1989; posteriormente enveredou pelas formações de Shiatsu. Sua experiência profissional o levou nos últimos anos a desenvolver não somente um estilo próprio mas perspectivas, idéias, modos de pensar a
respeito das terapias manuais que as vezes diferem e mesmo transbordam os ensinamentos recebidos originalmente.

DEPOIMENTO

– Como ex-aluno de Emerson, posso dizer que ele está entre os melhores DO MUNDO, e realiza um trabalho que possívelmente é ÚNICO: a utilização dos Cinco Elementos em uma atividade vivencial e terapeutica de Constelação Familiar. (Arnaldo V. Carvalho)

INFORMAÇÕES GERAIS

– Grupo de apenas 8 pessoas consteladas.
– Os dois dias por R$550,00, parcelável em 2x somente.
– Além desses, até oito outras pessoas que somente poderão estar como representantes/testemunhas do processo.
– Não é permitido participar somente de uma etapa.

– A terapia acontecerá no Instituto Ortobio, na Rua Miguel de Frias, 40 sala 504. Icaraí, Niterói, RJ. As inscrições serão por e-mail: escoladeshiatsu@yahoo.com.br

OBS: Não é um treinamento em si. Os participantes não estarão aprendendo o processo para usarem profissionalmente. Para isto seria necessário um conhecimento profundo a respeito de constelação familiar, sistêmica e estrutural.

Artigos e afins, Clipping/Imprensa, Notícias

O Shiatsu na Revista Brasileira de Medicina Chinesa

A revista Medicina Chinesa Brasil em sua décima primeira edição do volume IV, publicou artigo de Arnaldo V. Carvalho acerca da periodicidade ideal de sessões de Shiatsu, de acordo com o contexto apresentado.

A revista encontra-se inteiramente disponível para leitura no link: http://issuu.com/ebramec/docs/mcb_11/1

e publica diversos textos de alta seriedade e confiabilidade relacionado ao universo das terapias orientais.

Matéria sobre Shiatsu

Artigos e afins

Sustentação e Transformação

Sustentação e Transformação

Abordagem diferenciada do contato terapêutico no Shiatsu

 

O Prof. Arnaldo V. Carvalho reflete neste artigo sobre as formas de intervenção possíveis com o Shiatsu, seu impacto sobre a terapia, e as medidas de equilíbrio a tornarem as terapias corporais mais poderosas.

Como sustentar e provocar na hora certa poderão ter papel em uma terapia? O que falta aos profissionais de Shiatsu no tocante a essas intervenções?

É ler e aprender.

Artigos e afins

A mediocridade humana compromete o Shiatsu – Parte 2: Limitações e contraindicações

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Contraindicações na Terapia Shiatsu

Por Arnaldo V. Carvalho*

Em algum momento do ciclo básico de aprendizagem de um praticante de Shiatsu, são abordados os aspectos inerentes à contraindicações da técnica. As explicações, na maior parte das vezes, não são homogêneas da parte dos professores e escolas. A maioria, mal fundamentada. Ainda assim, quase sempre são listadas as seguintes impossibilidades:

  • Gestação (em especial no primeiro trimestre);
  • Infecções, gripes, febre;
  • Câncer;
  • Pressões sobre áreas lesionadas (por trauma agudo ou degenerações diversas – incluindo contusões, hérnias, etc.).

Mais raro, porém ainda muito orientado:

  • Osteoporose;
  • Crianças menores de… (em geral dez anos);
  • Fibromialgia.

Para a surpresa geral, se indagarmos aos autores dessa formulação os motivos das contraindicações, encontramos um imenso vazio teórico e técnico, e no máximo ouve-se: “pode piorar o processo”, ou “há pontos proibidos nesse caso”.

De um livro para outro, de um curso para outro, é o destino de muitos repetir sem questionar. Atitude comum, e retratada mesmo em antigos contos orientais, como o do gato amarrado ao pé da mesa[1]

Neste artigo, desmistificaremos as contraindicações comuns ao Shiatsu e investigaremos suas limitações reais[2]. Espera-se que ao final o leitor tenha percebido que não se pode passar adiante um conhecimento adquirido sem antes refletir sobre ele – o que inclui checar, indagar, testar, associar, elaborar, digerir.

A questão das contraindicações desvenda-se aqui: Elas não se aplicam de modo absoluto ao Shiatsu, mas de modo relativo, porque dizem respeito às limitações de quem o estará dinamizando. Em outras palavras, as contraindicações dependem mais das capacidades de quem está utilizando o Shiatsu, porque as características do mesmo lhe permitem a utilização em diferentes grandezas, e suas vantagens poderão ser percebidas nas mais diferentes circunstâncias.

Iniciemos, pois refletindo sobre alguns tópicos diretamente relacionados às contraindicações.

Shiatsu não é acupuntura: Entre os mais utilizados argumentos em prol de contraindicações estão as funções dos pontos de Acupuntura. Alguns possuem a fama de serem abortivos, quando, por exemplo, tem como função estimular contrações uterinas. Embora se desconsidere as próprias capacidades do corpo de reger o processo de estimulação energética, parece sensato, e principalmente prudente, no caso da Acupuntura. Mas é grande defeito do Shiatsu, especialmente no Brasil, confundir Shiatsu e Acupuntura na forma como agem, simplesmente porque perpassam os mesmos pontos. No Shiatsu, não se trabalha concentrando o tratamento um conjunto de pequeno de pontos por vinte minutos inteiros (protocolo mais básico). O Shiatsu trabalha com o fluxo, desbloqueando e alimentando o sistema energético como um todo; a Acupuntura trabalha concentrando grande intensidade na ação de um ponto. De certa maneira é como comparar a fitoterapia – que funciona a base da pluralidade em doses reduzidas de substâncias de uma planta medicinal sobre o organismo humano -, e a alopatia, que atua concentrando uma substância única e buscando a manipulação de regiões  específicas. Por isso mesmo, em Shiatsu não podemos temer “pontos abortivos”, ou quaisquer outros.

Gestação: Com a explicação acima, acredito que o medo de “apertar o ponto errado” tenha se dissipado da mente do leitor. No tocante a gestação, essa é uma das fobias típicas despertadas pela ignorância geral dos terapeutas. Outra diz respeito ao Shiatsu no primeiro trimestre, período considerado mais sensível que outros, em virtude das impactantes adaptações hormonais e fisiológicas que ocupam o cenário e determinarão a estabilidade e confiança com que se dará a gravidez. O medo aumenta ainda mais, caso o período seja acompanhado de fortes enjoos da parte da mãe. Começando daqui, é necessário esclarecer que a natureza do enjoo na gravidez é indicativa de forte atividade placentária. As mulheres que enjoam apresentam percentuais mais elevados de placentas de grande porte, e isso é um sinal de bebê bem protegido, pois é este o órgão que regulará todas as trocas entre mãe-feto (por isso mesmo os estudiosos da área muitas vezes a chamam de “a advogada do bebê”). O Shiatsu pode ajudar muito nos enjoos, mas possivelmente será preciso recorrer à integração de outras terapias para uma sessão ser bem sucedida. Isso necessita de um grau de maestria técnica e versatilidade pouco encontradas no mercado profissional. Na dúvida, não faça. Porém, com a orientação / profissional certo, o shiatsu é fantástico. É altamente vantajoso, o quadro estabiliza mais depressa, os sintomas melhoram sensivelmente, o corpo aumenta seu poder de adaptação se prepara de maneira mais harmônica para as mudanças. Quanto aos outros trimestres, o segundo é de estabilidade e não se vê muitas contraindicações (somente o despreparo poderia justificar). O terceiro poderá demonstrar contrações uterinas, inchaço, baixa mobilidade, dores de coluna, alto peso, pressão deste peso sobre vias circulatórias importantes, redução de espaço pulmonar, de bexiga, prisão de ventre, entre e outras manifestações que podem se encontrar exacerbadas e que requerem cuidados especiais. Todos esses obstáculos são passíveis de serem vencidos, e o shiatsu é muito especial quando bem aplicado. Para tudo isso.

As coisas requerem ainda mais maestria quando há gravidez de risco. Pode ser que não haja a possibilidade de se trabalhar com pressões. Mas a pulsação estará presente e conservará a eficácia do Shiatsu, como explicaremos no tópico seguinte.

Osteoporose, crianças pequenas, e adultos em idade avançada e outras formas de fragilidade e/ou delicadeza osteomuscular.

Crianças pequenas e pessoas muito velhas são também consideradas frágeis, e junto com lesionados e grávidas, são passíveis do medo do “equívoco primordial” no Shiatsu: a pressão destemperada exercida por mãos insensíveis. Aqui, a contraindicação se faz por mais um erro teórico importante. Não estamos falando da falta de percepção no caso de uma mão bruta e incompetente. Mas da própria natureza do mecanismo com que opera o Shiatsu. Embora o nome Shiatsu pressuponha pressão com os dedos, o sucesso do Shiatsu desde sua origem se deve ao mecanismo de PULSAÇÃO, e devolução da condição de pulsação homeostática ao individuo. A pulsação primordial é o simples toque, e é através dela que vida cura vida, que vida lembra a outra vida de suas trocas cósmicas. As áreas sensíveis, doentes, frágeis, podem não resistir à pressão de um dedo ou de uma mão. Pessoas muito idosas, com ossos que parecem de papel, aceitam toques mínimos. É preciso grande perícia e sensibilidade nesses casos, mas não há corpo frágil demais para o simples aproximar-se, para a troca de calor e vibração. O shiatsu nesse momento deverá operar em níveis muito sutis, o que não o fará menos poderoso. Claro, não se deve misturar doença com estados sutis. Bebês recém-nascidos saudáveis suportam pressões suaves e ficam muito bem com o Shiatsu típico.

É interessante que a contraindicação seja feita como forma de se evitar a incompetência. Como forma de lançar no mercado gente despreparada mesmo sem ter conseguido compreender com profundidade o que estão fazendo. Ou como forma de garantir que os lançamentos do mercado editorial não sejam barrados por ensinar a leigos a cometerem atrocidades contra o corpo alheio.

Fibromialgia e doenças reumáticas e autoimunes diversas

De um tempo para cá, tem aumentado a quantidade de doenças autoimunes, e neste grupo, em especial a famílias dos reumatismos. O Shiatsu tem sido experimentado nesse tipo de moléstia, e fracassado muitas vezes. Especialmente, quando não se tem em conta que Shiatsu não se faz em uma sessão. O Shiatsu é um tratamento, e por vezes precisa despender de uma série sistemática de sessões para resultar. Alguns problemas, sobretudo alguns que desequilibram os mecanismos do Meridiano da Vesícula Biliar demonstram a chamada hiper-reatividade, que é um fenômeno de piora inicial para depois encontrar-se a melhora. A hiper-reatividade ocorre em torno de 10% dos casos de tratamento com Shiatsu, e sua má interpretação pode levar a criação de novas barreiras contra a terapia. Não tiramos a razão do profissional de saúde que está na orientação de um caso como, por exemplo, fibromialgia, e cujo paciente relata que no dia seguinte a uma sessão suas dores pioraram. A má orientação do terapeuta – novamente evoco a má formação – leva a um processo de desconhecimento  e intranquilidade. A pessoa atribui a piora do sintoma à piora do mal, mesmo que esta seja por vezes parte temporária da reorganização do corpo. Seria preciso uma série de outras sessões, orientações, e por vezes, integração de terapias para que o benefício de fato pudesse ser experimentado. Mas o sintoma será cortado e com ele, a chance da terapia mostrar seu valor. As vezes, a má orientação cria estigmas negativos sobre o Shiatsu, e não é um problema do Shiatsu em si; é de fato um problema técnico.

De que lado você está? (as correntes ideológicas apostando ou não no corpo). O médico Vernon Coleman[3] faz um apelo aos leigos para que busquem o poder de cura do próprio corpo, e evitem como puderem as internações em hospitais. Ele sabe que os riscos aumentam muito depois que o indivíduo entrega sua saúde ao modelo atual de tratamentos. Aqui temos a contraindicação mais comum e recorrente do Shiatsu: Jamais faça Shiatsu em caso de infecções, jamais faça Shiatsu em caso de câncer. Todos os nossos patógenos, sejam químicos (substâncias tóxicas), sejam biológicos (germes e células de câncer) estarão sendo “espalhados” pelo organismo, concluindo seu “projeto mórbido”. A aposta é de que o corpo é uma estrutura completamente incapaz de se defender, e que só “o mal” se contagia. Outro inglês, xxx, dizia por outro lado que “a saúde é contagiosa”. Se por um lado melhorar a circulação facilita o viajar de uma célula de câncer ou uma bactéria, por outro lado, espalham-se células T, biócitos, macrófagos e tantos outros agentes do sistema imunológico – o sistema da vida! Quem ganha e portanto, em quem apostar? Até aqui, ainda não podemos responder essa pergunta, a menos que se tenha um conhecimento um pouco maior de fisiologia. Precisamos lembrar que “boa circulação” no caso da circulação sanguínea e linfática não é simplesmente movimentação do líquido pelo vaso. Mas a boa troca que cada célula do corpo faz com esses líquidos. Se o ar é nosso meio de troca com o macrouniverso, é o sangue e a linfa o meio de troca da célula com o microuniverso que é o nosso corpo uno. As células recolhem do sangue e depositam no interstício, aguardando pela absorção (drenagem) linfática que retirem o material dejetado dali. É a partir daí que ocorrem os processos de REGENERAÇÃO. Basicamente, para entrar o novo tem que sair o velho. O interstício tem limites, o inchaço é hiperdeposição ou incapacidade de remoção. Boa circulação é fazer o alimento nutrir a célula, e ela bem alimentada necessariamente excretar. Se a circulação é completa, as células se renovam, e se renovando, estão mais fortes para contribuir com o organismo em suas funções. E assim sendo, há menos gasto energético, e aí sim cabe e há recurso para nossos administradores gerais concentrarem forças na formação de células de defesa, da imunidade, da retomada ao poder do corpo.

A corda rompe para o lado mais fraco: Imagine a seguinte situação: Um indivíduo em estado terminal (a doença não importa), passando por diversas intervenções; Um familiar resolve lhe aplicar um Reiki (sem qualquer contato corporal). Horas depois, vem o doente a óbito, mesmo que os dias que antecederam ao fato tenham sido de estabilidade. A família não se conforma, e desconfia que “aquela terapia alternativa matou nosso ente querido”. Agora veja que, se uma terapia puramente energética, como é o caso do reiki, frequentemente recebe acusações tolas, passionais, infundadas, imagine uma terapia pelo toque, que vai fundo, como o Shiatsu. A corda sempre rompe no lado mais fraco, e quando se considera o respaldo técnico que a terapia tem hoje no Brasil, não arrisque. A regra de ouro é: Na dúvida não faça. Tenha sempre não somente a segurança técnica, mas o corpo teórico bem fundamentado para explicar tudo o que você faz, tudo o que acontece no processo terapêutico, em termos fisiológicos, psíquicos e energéticos. Repetimos, na dúvida não faça. Caso o leitor seja um praticante profissional de Shiatsu, há de convir, em casos extremos a culpa será do shiatsu.

Conheça seu limite, seu nível de experiência, sua habilidade técnica.

É claro que mesmo depois de mistificarmos tantas contraindicações necessárias a quem não está preparado, ainda assim há limites mesmo ao mais experiente. Os limites, mais uma vez, variam não de acordo com uma doença ou sintoma apresentado, mas com o conhecimento de causa, o contexto, as características específicas de cada caso. Uma criança desnutrida com febre de 40 graus terá um resultado muito diferente de uma criança que sempre foi saudável e possui abastadas reservas de energia. Se a situação do corpo é complexa, se não se conhece a sua história, se não há conhecimento profundo envolvido, jamais arrisque. É imprudente e irresponsável. Cada nível de complexidade de um problema requer um grau de expertise diferente. É muito importante que o praticante de shiatsu esteja BEM consciente de suas limitações técnicas, teóricas, práticas, e tem humildade de indicar outros profissionais e terapias mais adequados a cada caso. Para além de a limitação técnica ser perigosa e de fato poder criar novos problemas ou agravar um antigo, ela por vezes ocupa o espaço de outro tratamento mais importante. O Shiatsu é muito bom, muito especial, tem espaço em todas as ações de promoção da saúde, desde que o profissional esteja preparado. O bom profissional, mesmo assim, saberá dizer ao seu atendido: “existe coisa melhor nesse caso”, e indicar o caminho das pedras.

No final de tudo, a única e verdadeira contraindicação  é a da falta de bom senso.

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* Arnaldo V. Carvalho estuda Shiatsu há vinte anos. autor do livro Shiatsu Emocional, membro-fundador da ABRASHI – Associação Brasileira de Shiatsu, membro do SINDACTA – Sindicato de Acupuntura e Terapias Afins do Rio de Janeiro, diretor da Escola de Shiatsu SHIEM conta com uma experiência de mais de vinte anos com o Shiatsu, tendo aprendido uma diversidade de estilos diferentes.

 

 

[1] Ver o artigo inicial dessa série, “Da prática a Terapia ou Como superar a normose“.

[2]Para uma avaliação adequada, é necessário que possamos distinguir com clareza os conceitos de terapia, técnica e prática no Shiatsu (mais uma vez nos remetemos ao primeiro artigo desta série) .

[3] Ver http://www.vernoncoleman.com