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Primeiro “Shiatsu Essencial: Bases filosóficas e práticas” tem turma completa e encerra suas inscrições

Sucesso do curso Shiatsu Essencial: Bases filosóficas e práticas faz inscrições se encerrarem mais cedo

Escola de Shiatsu promete disponibilizar novas datas ainda esse ano.

Como anunciado no Facebook na última sexta-feira, completamos o número máximo da vagas para nosso curso e por isso foi preciso encerrar mais cedo as inscrições do curso “Shiatsu Essencial: Bases filosóficas e práticas”

Em sua primeira edição, o curso  teve imensa repercussão e procura, o que leva a Escola de Shiatsu SHIEM a buscar novas datas para esse ano.

Nós da SHIEM queremos agradecer a todos pelo interesse e dizer que estamos trabalhando para que o Shiatsu seja ensinado em níveis cada vez mais altos, a todas as faixas de interesse. Do amador que apenas deseja aplicar os conhecimentos do Shiatsu no dia-a-dia, passando por profissionais de saúde que desejam dar novos passos em seus conhecimentos, chegando ao terapeuta de experiente em Shiatsu que busca por novas e mais profundas ferramentas, abraçamos a todos.

– ESCOLA DE SHIATSU SHIEM –

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Nossos cursos

Shiatsu Essencial – Novo curso resgata a sabedoria oriental na base do Shiatsu

Tamai Tempeki, pai do Shiatsu (foto de 1915)

Como anunciamos no mês passado, nosso programa formativo evoluiu, e o curso Shiatsu Essencial é um de seus principais destaques. Projetado para ser um curso de baixo custo mas de alta qualidade, ele traz o espírito do Shiatsu e prepara os que desejarem para alçar vôo em alto estilo em nossa já reputada formação.

Conheça o descritivo de nosso novo curso:

CURSO SHIATSU ESSENCIAL

O que é

É a forma mais profunda de iniciar o contato com o Shiatsu.

Um curso dinâmico e focado na prática, na percepção e interação consciente com a Energia (Ki) e na filosofia oriental que dá base ao Shiatsu.

Pré-requisitos e Público Alvo

Sem pré-requisitos, e ideal para quem quer praticar no âmbito familiar, pretende que o Shiatsu seja uma forma de manutenção pessoal da saúde ou ainda, para profissionais de terapia corporal que queiram reforçar as bases de sua prática.

Objetivos

Levar o aluno a perceber, compreender e interagir sabiamente com a Energia Vital; Fornecer bases para uma prática profunda, segura e consistente de Shiatsu; Integrar a prática à essência filosófica oriental; Fornecer os subsídios para a mente calma e atenta, e introduzir a filosofia oriental.

Conteúdo Programático

  • Shiatsu e a Cultura de busca da tradição Japonesa
  • Prática do Shiatsu: Toque, ergonomia, formas de pressão, sentir e seguir o corpo
  • Respiração e atenção plena
  • Ki (Energia vital; Yin-yang; Circulação de energia pelo corpo)
  • Padrões dolorosos e energia
  • Estratégias de tratamento dinâmicos
  • Autoshiatsu, Do-In e Pontos especiais

Características do curso

-40% de teoria, 60% de prática, poucos intervalos (aproveitamento máximo do tempo de aula).

– Profissionais de Shiatsu e terapias manuais irão revigorar-se com a profundidade teórico-prática em torno de temas simples e com a riqueza das práticas;

– O curso amplia exponencialmente o aproveitamento do Curso Formativo em Shiatsu;

– Os alunos ganham acesso a comunidade SHIEM online;

– Carga horária total: 20 horas

– O participante terá direito a Apostila e Certificado.

ATENÇÃO: O Shiatsu possui exigências físicas baixas ou moderadas relacionadas à posição e movimentação do praticante durante suas práticas. Caso haja alguma limitação física, por favor, consulte-nos antes de se inscrever, para que busquemos o diálogo e a melhor forma de adaptação! escoladeshiatsu@outlook.com

Próxima turma: Consulte nossa AGENDA

CONHEÇA NOSSAS ETAPAS FORMATIVAS E O PROGRAMA COMPLETO

Agenda: Cursos Eventos etc., Notícias

Nova agenda 2017, com cursos no Rio, São Paulo, Niterói e Santa Maria

É tempo de aprender Shiatsu

Escola de Shiatsu lança seu calendário com diversos cursos de aprofundamento e formação completa reestruturada

A Escola de Shiatsu Shiem divulga sua agenda de cursos para o ano de 2017. Presentes em quatro cidades do Brasil – Rio de Janeiro (RJ), Niterói (RJ), São Paulo (SP) e Santa Maria (RS), com diferentes professores, a formação de Shiatsu e Shiatsu Emocional traz novidades em sua estrutura curricular e seus cursos modulares.

Além disso, a Agenda 2017 da Escola Shiem traz diversas novidades: a volta do curso de Shiatsu para Casais, o curso de entrada ao mundo do Shiatsu, “Shiatsu Essencial“, além da novíssima edição do curso de Aromaterapia no Shiatsu e MTC.

Abra já a nossa agenda e sincronize com a sua!

Sejam bem vindos à família SHIEM!

Contato direto: escoladeshiatsu@outlook.com.br

Agenda: Cursos Eventos etc., Notícias

Curso de Shiatsu e Shiatsu Emocional em Niterói, RJ (outubro 2016)

Poderoso curso, completo por si mesmo, mas quefaz parte de uma estrutura formativa muito maior. Aprenda ou aprofunde-se com a única Escola de Shiatsu do Brasil dedicada exclusivamente à essa terapia!
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Artigos e afins

Há onze anos, o Shiatsu Emocional e sua história estreavam em Salvador

Memórias do começo de tudo

Como surgiu o Shiatsu Emocional

Por Arnaldo V. Carvalho*

O assunto era Aromaterapia. A lista, criada pelo Aromaterapeuta virtuosi Fabián Lazló naquele momento era moderada por mim e por Alê Kali, braço de Fabián em Salvador, Bahia. Alê é terapeuta e artista, daquelas que demonstra com  acertividade que arte e cura talvez sejam indivisíveis. E uma de suas marcas é estar na vanguarda.

Eu era o velho sem forma que verborragiava informação diferenciada na lista, e isso a atraiu de alguma forma. As interrelações traçadas entre óleos essenciais e terapias orientais, entremeadas com cases de consultório e experiências que conduzia e divulgava na lista oxigenavam discussões e produziam mais saberes. Tantos nomes ativos dessa lista colaboravam e faziam parecer que finalmente a Aromaterapia amadureceria e se difundiria com uma cara profissional, embasada. Lá estavam o próprio Fabián, eu, Alê, Daniela Sim, Carmen e Ary Bon, Aghata, Mari Gemma, Suzy Belai, entre outros. Mas isso é história.

Criteriosa, Alê observou meu trabalho por algum tempo, até que decidiu que eu poderia colaborar com qualidade em seu espaço terapeutico. Mas ela queria mais, queria o tom das discussões que tínhamos no grupo, queria que o Shiatsu não só falasse de energia, queria que falasse das emoções. Mais: queria que fosse um Shiatsu das emoções.

– Queria que viesse dar um curso de Shiatsu, mas um Shiatsu Emocional!

Fiz de seu entusiasmo o meu. Reavaliei o curso de Shiatsu que já ministrava, sob bases bem tradicionais e um ou outro tempero de uma certa semente que lá habitava.

A Xamã Chamas e Cheiros misto de loja e espaço terapêutico comandada por Alê, era o grande nome baiano no que dizia respeito a óleos essenciais, plantas medicinais e também, terapias de vanguarda. Recebeu o curso em abril de 2004, e dessa turma me recordo com carinho dos vários alunos. Assim como todo baiano, o Shiatsu Emocional não nascia, estreava.

Foi preciso um tempo para que as inspirações ali surgidas ganhassem um corpo teórico sólido o bastante para ir na direção que hoje estamos. Naquele tempo, a proposta era apenas ensinar Shiatsu valorizando a visão emocional clássica dos meridianos, com um ou outro insight diferenciado. Uma primeira revolução estaria por vir, e dessa vez seria na Argentina.

Mercedes, Eiji

Havíamos nos conhecido no primeiro curso de Ohashiatsu no Rio de Janeiro, ministrado por meu querido mestre Marco Duarte. Mercedes foi uma colega preciosa na pequena turma: ela tinha o silencio de quem verdadeiramente ouve, o bom humor de quem não confunde seriedade com sisudez, e o brilho nos olhos de quem apaixona-se por tudo o que decide fazer. Já era uma pessoa experiente no Shiatsu, e havia passado por duas escolas com forte base Masunaga, o que fez o Ohashiatsu soar como um passo natural para ela. Tornamo-nos grande amigos e esse amor permanece, com a adição de uma gratidão imensa por tudo o que me fez crescer, em diversos momentos da vida. Se não fosse por ela, talvez o Shiatsu Emocional não tivesse tido fôlego para alcançar a vida própria que está alcançando.

Em viagem para Buenos Aires, pedi para aplicar Shiatsu em Mercedes. Fora do curso, seria a minha primeira oportunidade de “mostrar o que sabia”. Minha ideia era ser avaliado. Fiz o meu melhor, mas ao final, ela pareceu desapontada. Não deixou de elogiar a minha técnica e meus recursos, mas disse-me que não parecia legítimo. A vantagem é que também aprendo com a crítica. Aquilo doeu. Fiquei buscando que eu verdadeiro era esse em mim, e se ele não aparecia, que tipo de terapeuta de Shiatsu eu era. Certamente não era quem eu imaginava ser, quem eu gostava de achar que era.

Os dias passaram, e eu pude aprender muito com tudo o que vi e vivi na Argentina. Mas antes de passar a outros episódios marcantes, preciso ligar o que aconteceu com o que viria a ocorrer ao final da viagem, um episódio incidental me trouxe a resposta da Vida às minhas indagações. Mercedes machucou-se e chegou da rua com muita dor. Pedi para lhe fazer alguma forma de massagem. Não sei o que fiz. Não foi o Shiatsu como eu havia aprendido em diferentes escolas. Eu não buscava aprovação. Não buscava nada, apenas agia por instinto.

Ao terminar ela abriu os olhos e disse: “esse é o seu Shiatsu”.

Naquele momento, descobri que Amor é Instinto, e se nós o bloqueamos ao Outro, não podemos ser nós mesmos. E se isso não é possível, não podemos fazer Shiatsu, ser o Shiatsu.

O instinto me afastava de vaidade pessoal, preocupações técnicas, e me aproximava de quem eu era na essência. Faz parte de minha jornada como professor ajudar o aluno a descobrir seu próprio Shiatsu. Ele fará isso quando descobrir o Amor em si, e como permitir que flua.

Mas esse foi um dos pontos de aprendizagem que iriam fazer o Shiatsu Emocional adquirir outro tom a partir dessa viagem.

Mercedes me apresentou seu antigo professor, o mestre japonês Eiji. Foi uma oportunidade rara, o privilégio de conhecer um mestre japonês em sua espontaneidade, a sós, fora de sala de aula. Generoso, ele me recebeu a pedido dela. Ele me conduziu por seu centro de cursos e terapias,  até uma sala vazia e harmoniosa, ao estilo oriental.

Conversamos sobre a arte de ensinar Shiatsu. Em certo momento, ele abaixou sua cabeça, e após breve silêncio, me disse, entre pausas diversas, de quem ao mesmo tempo que verbalizava, buscava refletir sobre o que dizia:

– Há algo que nunca consegui ensinar… Por algum motivo estranho, quando eu toco… Eu sei o que a pessoa tem. Eu simplesmente sei. E não consigo ensinar isso -, lamentou.

Essa foi a parte da conversa que nortearia meu desafio de crescer como professor nos anos que se seguiram. Eu também sentia que podia perceber sobre as pessoas ao toca-las, muito além das teorias já escritas. E sabia que, se pudesse .transmitir essa habilidade aos meus alunos, estaria oferecendo um recurso extraordinário.

Já havia iniciado uma escrita que se se converteria no livro Shiatsu Emocional, publicado em 2007. Os esboços foram comigo. Tudo muito em sintonia com o que havia conseguido desenvolver do início de minha formação até o curso Shiatsu Emocional.

Na véspera de minha ida havia ocorrido a sessão de emergência em Mercedes. Na manhã seguinte, eu sentei e escrevi. Escrevi as principais ideias que dariam forma ao livro. E é por isso que nos agradecimentos se lê: “À Mercedes Avellaneda, onde tudo começou”.

Daniel Luz e a picaretagem

Uma passagem rápida e inesquecível deu-se através de uma confusão ocorrida na extinta rede social “Orkut”. Não éramos conhecidos. Uma pessoa perguntou na comunidade “Shiatsu Brasil”, idealizada e administrada pelo excelente profissional e pessoa Daniel Luz: “alguém aí sabe o que é Shiatsu emocional”?

Daniel não teve dúvidas: “Me soa picaretagem”.

Uma pessoa ligada a mim leu e me contou, eu fui lá, li a discussão, me indignei, me coloquei no lugar de todos, me des-indignei, e refleti sobre o que era o Shiatsu Emocional. Sabia que não era picaretagem, pelo contrário! Ao mesmo tempo eu mesmo não enxergava Shiatsu Emocional como um estilo de Shiatsu ou algo assim. Era apenas um curso que inspirara um livro.

Conversei por e-mail com Daniel, me apresentei, esclareci como eu pensava. Ele me leu, mas até hoje tenho dúvidas se ele mudou de ideia (risos). Fato: foi caldo para que eu começasse a me perguntar: “o que origina um estilo de Shiatsu”? O que faz com que uma nova terapia seja realmente nova? O que faz com que ela permaneça vinculada a sua origem, tornando-se um “estilo” ou “variação”? O que por outro lado a afasta demais, fazendo-o deixar de ser aquilo?

Para ser Shiatsu, uma terapia precisa estar alinhada com sua principal fundamentação teórica e linha prática. E assim seguimos: os meridianos, o yin-yang, a pressão com os dedos… O conhecimento comparado de várias técnicas nos permitia seguir aprofundando o conceito de Shiatsu e nortear a técnica a partir deste.

A medida que o Shiatsu Emocional amadurecia, incorporando novos aspectos, estivemos atentos para sua transformação, e percebemos o momento em que ele é diferente demais para ser “Shiatsu tradicional”, mas que era fiel demais a ele para não ser Shiatsu.

Não fosse a polêmica gerada no Shiatsu Brasil do Orkut, talvez essa clareza nunca tivesse ocorrido.

Reich, Sylvio

O primeiro a me falar de Wilhelm Reich foi um de seus poucos amigos verdadeiros. Seu nome era Alexander Sutherland Neill, um senão o educador mais importante da história. Em sua escola, não há diretividade, e sua ausência permitia que os alunos simplesmente fossem. E sendo simplesmente, descobriam-se como nenhum pai ou pedagogo jamais poderia estimular. A célebre frase “Gostaria antes de ver a escola produzir um varredor de ruas feliz do que um erudito neurótico”, presente em um de seus vários livros, marcou meu final de adolescência, quando descobri muito as minhas dificuldades comuns daquela época. Neill enxergava seus alunos como pessoas com vontades próprias, e as respeitava. Isso em geral os fazia ir bem além de ocuparem profissões mecânicas como varrer ruas, mas tornarem-se profissionais de alto destaque fosse a área que escolhessem. Se Malinovsky havia vencido a teoria do complexo de Édipo latente através de seu estudo entre os trobiendeses, Neill havia vencido a “alma caótica infantil” a ser modelada pela educação para seu próprio bem. E parte disso tem relação com o que li e conversava com Reich. Reich, pai das psicoterapias corporais. Reich, discípulo de Freud, mais um dos dissidentes da psicanálise. Reich, o louco que reintroduzia na psiquiatria a ideia de energia vital – o Orgon. Li Reich em Neill e depois li Reich em diversos autores de psicoterapia e psicoterapia corporal: Dutchwald, Gaiarsa, Roberto Freire, Pierrakos, Perls, Keleman, Schulz, Boadella, Raknes, e enfim nele mesmo. Compreendia apenas parcialmente seus escritos, compreendia apenas parcialmente seu mundo. Mas o bastante para conhecer sua teoria acerca da análise do caráter e suas couraças musculares. Eu considerava suas teorias uma descoberta fascinante, e enxergava correlações claras com as teorias da antiga medicina oriental. Investia no estudo comparado entre meridianos, couraças e chakras, e isso foi a grande base do livro. Mas ainda havia um algo mais, que não pode ser adquirido nos livros. Havia um mestre a conhecer, alguém que respirasse Reich. Foi quando conheci Sylvio Porto.

Porto fizera parte de uma geração de psicólogos que mergulhara junto, fundo, no mundo de Wilhelm Reich. No início dos anos de 1980 eles eram o CIO – Centro de Investigação Orgonômicas Wilhelm Reich. Muitas realizações ocorreram ali: a vinda de Federico Navarro (discípulo direto de Ola Raknes, um dos principais terapeutas reichianos, com quem inclusive Reich viveu uma relação transferencial) para oficinas, refizeram experiências executadas no passado pelo próprio Reich, traduziram textos, atenderam pessoas discutiram com calor a obra do gênio que fora o psiquiatra.

Entrei para uma de suas turmas de Massagem Reichiana em 2009. Para Sylvio Porto, a massagem é um veículo de mobilização de couraças, que pode auxiliar e ou anteceder a terapia reichiana propriamente dita. Ensinar esse curso é para ele um modo excelente de apresentar o pensamento ortodoxo reichiano, e distingui-lo do movimento neo-reichiano que altera muitas de suas ideias e prática.

Não parei no curso. Fui seu cliente. Estudei mais. Fui seu monitor. Colei nele. Um dia o Mestre Wu, da Sociedade Taoísta do Brasil, disse que era sempre muito bom estar perto dos mestres, que quanto mais se ficava, mesmo que sem palavras, mais se aprendia. Eu procurei respirar Sylvio para respirar um Reich mais puro do que o que havia encontrado nos livros e nas passagens por outros livros.

O Shiatsu e a Terapia Reichiana eram complementos um do outro, já não havia dúvida. Um corpo teórico mais sólido e revigorado surgiu e permitiu uma apresentação bem sucedida do Shiatsu Emocional, no XI Congresso de Psicoterapia Corporal, ocorrido em 2011 na cidade de Curitiba. Era uma questão de tempo para que o curso, que já havia crescido de 16 para 32H, ganhasse novos níveis de conhecimento, e uma metodologia ainda mais diferenciada, onde a etapa final se baseia na relação direta professor-aluno.

Em 2016, o Shiatsu Emocional tornou-se a principal formação da Escola de Shiatsu SHIEM, opera por vontade própria. Outros professores dão o curso. Outros profissionais atual com a mesma qualidade que eu, e até melhor, porque eles são eles mesmos, e talvez sejam ainda melhores.  Em breve, novas teorias e práticas começam a se desenhar, de minha parte e de outras pessoas, pois o Shiatsu Emocional não para de evoluir.

É uma satisfação muito grande relembrar os três primeiros grandes marcos formativos que orientaram os principais fundamentos do Shiatsu Emocional nesse momento.

Durante esses anos, nunca esqueci das pessoas, lugares e situações que fizeram amadurecer a trajetória do Shiatsu Emocional. E foram tantos que seria injusto anunciar aqui e correr o risco de deixar faltar alguém.

Vida longa e próspera ao Shiatsu Emocional!

Nossos cursos, Perguntas e Respostas

Quais são os objetivos de quem ingressa em nossa formação?

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Curso de Shiatsu SHIEM: Objetivos a serem alcançados de acordo com o interesse de cada um

Há muitas motivações para se aprender Shiatsu. De ferramenta de autoconhecimento até um passo a profissionalização, o Shiatsu oferece novas perspectivas na vida de alguém.
Montamos nossa formação pensando em cada um, e o que desejam do Shiatsu. São três níveis diferentes, onde a pessoa avança de acordo com o que lhe interessa. Nada de investir tempo/dinheiro/energia na direção de conhecimentos desnecessários. Valorizamos você, respeitamos e incentivamos sua inclinação.
Basicamente, os níveis de formação da Escola de Shiatsu Shiem identificam as grandes motivações pelos quais alguém busca o trazer os saberes do Shiatsu para sua vida:
 
1. Adquirir uma ferramenta para a própria vida e as relações, conquistando o domínio de um Shiatsu básico e seguro.

> O interessado ficará satisfeito com nosso curso inicial – nível básico (32 + 28H)

2. Adquirir novas e completas ferramentas, caso seja um profissional de saúde, ou melhorar a qualidade do que aprendeu, caso seja um praticante básico.

> Terapeutas diversos decidem parar aqui, em nosso curso de nível intermediário (120H), pois já adquiriram uma semi-maestria técnica no Shiatsu e bastante conteúdo de Shiatsu Emocional.

> Praticantes em geral descobrem um mundo bem maior do que imaginava, e avançarão para a última e maior etapa.

3. Tornar-se um praticante de Shiatsu profundo, atuando com uma terapia não só para o corpo mas principalmente, através dele, atingindo suas emoções. Adquirir maestria no Shiatsu Emocional e amadurecer com a experiência no tempo.

> Chegar ao nível avançado (Mín. 1000H – variável*) Essa é a motivação de quem quer ir muito fundo no Shiatsu, o que por vezes só é descoberto a medida que se avança.

* Saiba com detalhes como funciona o nível avançado e os demais clicando aqui: https://shiatsuemocional.wordpress.com/2014/12/31/como-e-a-formacao-em-shiatsu-escola-de-shiatsu-shiem/

Conheça nossa escola! Converse conosco! Seja Bem vindo!

Artigos e afins

Quantas horas deve ter um curso de Shiatsu? Os verdadeiros parâmetros na aprendizagem do Shiatsu

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Número de horas ideal é grave equívoco no que se refere ao aprendizado do Shiatsu

Por Arnaldo V. Carvalho

Nos círculos de discussão sobre a “boa formação” de Shiatsu no Brasil, pode-se perceber a insistência coletiva na na manutenção do modelo educacional padrão de nosso país. Os debatedores, embora com variada gama de opiniões, são praticamente unânimes ao pleitear para o ensino do Shiatsu um número de horas de sala de aula (quase sempre 1200 horas são consideradas “suficientes”).

Esse modelo, oriundo do ensino técnico brasileiro, é contudo obsoleto, e como em outros saberes, não se adequa ao Shiatsu. 

O aproveitamento das horas depende da infra-estrutura que cerca o curso, qualidade, dedicação e comprometimento do professor e do aluno, e das inter-relações de todos esses elementos. Uma hora de aula com o professor e o aluno excelentes e em sintonia rendem certamente mais do que cem horas com o professor e o aluno medíocre.

Saiba mais sobre a arte de aprender Shiatsu

Todos os educadores em essência sabem disso.

Ao interessado em aprender Shiatsu, é importante destacar que educação é um processo SUBJETIVO, e estabelecer horas ou provas com notas é um meio de dar a algo subjetivo uma aparência objetiva, a partir da qual se pode trabalhar com dados concretos e se determinar um “sim e não”, “pronto e não pronto”, aprovado e não aprovado”. Essa “máscara de objetividade” não incentiva a autonomia na aprendizagem, nem valoriza a inteligencia do aluno. Segue a velha educação diretiva A>B, preocupada com programar, não em fazer refletir.

Mas Shiatsu – em alto nível – não pode existir sem reflexão.

Não pode ser ensinado ao “modo objetivo”, pois isso o empobrece. Não é possível quantificar aprendizado de Shiatsu por um número pré-determinado de horas.  Fazendo parte de uma filosofia de aprendizado profundo e contínuo, o Shiatsu segue tornando-se um caminho, um modo de vida para seus praticantes.

Novos parâmetros de aprendizagem

Mas então como os formadores em Shiatsu podem gerar parâmetros de aprendizagem? E como os interessados em aprender podem analisar avaliar se um curso pode realmente leva-lo ao Shiatsu de alto nível?

A solução, para os agentes formadores (professores, escolas, etc.) deve ser a adoção de critérios diversificados, que incluem a subjetividade e visam perceber a maturidade do aluno-praticante acerca dos diversos temas inerentes à Terapia Shiatsu. Entre outras atitudes, os agentes devem pensar que certificado de participação não equivale a certificado de qualidade. E que provas escritas ou mesmo testes práticos nem sempre são o parâmetro ideal da avaliação. A avaliação objetiva não pode ser uma avaliação sábia, pois a sabedoria não é meramente objetiva, embora possa incluir objetividade.

O tema da avaliação em Shiatsu é um tema caríssimo, e se há uma avaliação sábia, ela requer tempo. Então um professor e um aluno em sua relação precisam de tempo. Tempo para se conhecerem um ao outro, de modo que o educere* se faça profundamente. Na Sabedoria, avaliação e autoavaliação dançarão juntas por anos, e reconhecer-se-ão uma a outra.

A formação precisa ter a possibilidade de continuidade, e uma vez alcançando o limite técnico disponível, deve permanecer oferecendo atualização e manutenção do que se aprendeu. Mais ainda, deve possibilitar uma sequência de desenvolvimento, que levará o aluno à pesquisa e à transversalidade com outros campos de saber. Finalmente, uma formação de qualidade deve investir no aprofundamento ético do praticante. É esse aprofundamento que o tornará uma pessoa melhor, e somente tornando-se melhor ele poderá ser um praticante verdadeiramente melhor.

Interessados em aprender Shiatsu por aí já começam a entender que um curso baseado em carga horária, que termine “e só” apresenta limitações. Mas há outros critérios simples a buscar na procura por um bom curso de Shiatsu, quando se pensa em alto nível.

Fique atento ao que a escola/professor te oferece

O número de pessoas por turma é um deles. É possível encontrar cursos baratos com trinta pessoas em uma turma. Mas não é possível que mesmo um bom professor ofereça grande qualidade de atenção a uma turma tão grande. Se participativa, as perguntas serão saciadas. Um direcionamento personalizado dos conteúdos de acordo com a heterogênea demanda será impossível. E as correções individualizadas durante as práticas serão deficientes. Para a aprendizagem de Shiatsu, turmas pequenas, entre oito e doze pessoas, são ideais. Turmas pequenas demais são igualmente um problema: o Shiatsu é uma terapia do Outro, é preciso que haja um grupo mínimo para haver a aprendizagem da escuta, a experiência do toque em diferentes tipos físicos e a lida com diferentes temperamentos. Sem um número mínimo, a amostragem tende a ser insuficiente.

Pouca gente se preocupa com o que o Shiatsu provoca em quem faz o Shiatsu, e isso não é uma questão para o interessado. Em geral, ele se preocupa com o efeito que acredita que irá causar no Outro. Mas sem a orientação correta, ele será mais um entre muitos que se afastarão do Shiatsu, que lhe provocará tendinites, dores nas costas, ou mesmo intoxicações energéticas (o leitor já deve ter ouvido falar da pessoa que se afirma ser “uma esponja” – esses são os que mais sofrem). Então uma pergunta que poderia ser feita ao professor/local de ensino de interesse seria: você me dará orientação postural para que eu não tenha problemas? você me dará orientação e suporte para que eu não venha a somatizar um conteúdo transferido do Outro para mim?

A preocupação com o número de horas em geral também não fará lembrar de uma dúvida que cerca muitos alunos após terminado um curso de Shiatsu: “será que já estou pronto”?, ou, embora mais raro: “será que aprendi tudo o que há para se aprender em se tratando de Shiatsu?”. A raridade desse segundo questionamento se deve ao fato de que os cursos em geral são “vendidos” como um produto acabado, quando o Shiatsu é fractal, desdobrando-se infinitamente em conhecimentos múltiplos. Para responder a primeira pergunta, é preciso ter um suporte pós-curso da parte da escola/professor, e quanto a segunda, iniciar o curso dizendo que não, não bastam aquelas horas seria no mínimo honesto, mas não o bastante. Porque a partir dessa conclusão, há que se apontar caminhos. Essa é uma das missões do professor/instituição de ensino.

Para mais do que as questões técnicas e éticas, existe o lado de quem quer ser um profissional de Shiatsu. É preciso avaliar se a escola  vai dar condições de um praticante galgar uma profissão não regulamentada no Brasil, como a Shiatsuterapia, criando plano estratégico, enfrentando as condições jurídicas e de mercado, sabendo conduzir-se de forma ética mas ao mesmo tempo que o permita crescer de forma firme.

É quase irresistível elencarmos itens que talvez pudessem simplesmente pudessem estar numa grade de conteúdos de um curso, fazendo parte do número total de horas. Entretanto, quanto mais esmiuçamos, mais nos afastamos do tema central do texto, de modo que agora é hora de retornarmos através de uma pergunta chave: se o número de horas de curso não é o mais importante, o que é então?

Naturalmente, não há uma resposta curta para uma questão que, apesar de parecer simples, é complexa como é complexo o ser humano.

Como seria bom conhecer o professor primeiro, observar sua paixão; Como seria útil observar se as horas que passarão juntos serão horas onde ele se dedica totalmente… Mas quase nunca isso é possível, e talvez deslocar a responsabilidade de aprender para o educador seja um desserviço a si próprio. A direção correta é a da autoeducação, como nos ensina Tomio Kikushi.

Assim, eu gostaria de perguntar ao leitor: o que você pretenderá fazer com as horas que passará com seu professor e colegas? Com que atitude interna entrará no curso, e o que fará a cada dia após sair da sala de aula? Que perguntas pretenderá fazer ao professor, e que perguntas fará a si mesmo? Se você levar a sério tais questões, talvez mesmo um curso “fraco” seja ótimo. Este texto, então, deixará de ser necessário, e ao mesmo tempo cumprirá sua função. Como já diz o provérbio oriental, “o orador pode ser tolo se o ouvinte for sábio”.

*  *  *

* Educere: trazer para fora, em latim

* Arnaldo V. Carvalho é pai, educador, praticante de Shiatsu desde 1993, membro da Associação Brasileira de Shiatsu e autor do livro Shiatsu Emocional.

Artigos e afins, Nossos cursos

12 razões para aprender o Shiatsu Emocional

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12 Razões para fazer o
Curso de Shiatsu/Shiatsu Emocional da Escola SHIEM

O Método da Escola Shiem de Shiatsu possui uma série de diferenciais, sendo válido mesmo por quem já pratica Shiatsu ou tem formação em acupuntura ou Medicina Chinesa (descontos para tais profissionais, informe-se). Da atenção criteriosa a cada aluno ao respeito que nossa escola conquistou com os anos, somos hoje a grande opção quando o assunto é aprender Shiatsu.
Dentre os diferenciais de nosso curso, vale destacar:
1. Ensino Modular: Aqui você avança de acordo com seu desejo e tempo disponível, etapa por etapa.
2. Aprenda mais e aprenda sempre! Nossos Conteúdos e nossa didática são diferenciados. Mesmo profissionais de Shiatsu, Acupuntura, Psicologia e outros da área de saúde se surpreendem com o conteúdo de nosso curso, mais profundo e abrangente, e ministrado por professores que estudam para ensinar melhor a cada dia. A possiblidade de avançar por toda a vida através do sistema de ensino direto também só existe em nossa escola.
3. Suporte PERMANENTE: É o único curso que você faz e passa a ter direito permanente de frequentar grupo de estudos dirigidos, com possibilidade de receber supervisão e permanecer em treinamento premium (consulte).
4. Reciclagem Gratuita: Aqui você refaz seu curso quantas vezes quiser (consulte as regras).
5. Para os diferentes tipos de interesse: Pessoas interessadas no Shiatsu como autoconhecimento e sua aplicação em si e em seus podem fazer apenas aquilo que lhes interessa, evitando todo um comprometimento de tempo, dinheiro e energia em estudos que não serão utilizados na vida prática. Já os que desejam ser profissionais ou especialistas no Shiatsu terão todo o ensino de conteúdo necessário, bastando avançar nos níveis formativos e buscando nosso suporte e grupos de estudo.
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6. Suporte para a profissionalização: Para aqueles que desejarem atuar profissionalmente, ensinamos os passos corretos para você ser um profissional de qualidade, incluindo registros, plano de carreira, etc.
7. Multi-estilos e exclusividade técnica: Os nossos cursos mostram e ensinam sobre diversos estilos de Shiatsu, e isso também é único. O Estilo Shiatsu Emocional somente é ensinado em nossa escola, ao longo de nossa abrangente formação.
8. Qualidade dos professores, reconhecimento dentro e fora do país: Praticamos Shiatsu há mais de vinte anos. Nosso coordenador geral tem reconhecimento internacional, tendo ministrado cursos em diversas cidades e estados do Brasil, e vários países de quatro continentes. É um dos fundadores da Associação Brasileira de Shiatsu, autor do livro Shiatsu Emocional.
9. Turmas reduzidas: Toda atenção para esclarecer as dúvidas de cada aluno!
10. Certificação de qualidade: Não apenas temos selos de autenticidade, reconhecimento Aeshi (Associação de Escolas de Shiatsu), mas desfrutamos da melhor reputação no mercado. Pergunte a qualquer aluno que tenha passado por nossos cursos!
11. Orientação postural e progressão adaptada: Nosso curso está preparado a se adaptar à especificidades físicas e mostrar o caminho de desenvolvimento do corpo integrado ao da mente, através de um detalhado método que garante a boa postura durante todo o trabalho. Alguns acham cansativo no início, mas é a garantia de que o Shiatsu jamais causará mal articular (comum em muitos praticantes que não tiveram esse tipo de orientação), pelo contrário, cuidará do corpo não só de quem recebe o Shiatsu como também de quem aplica.
12. Condições de pagamento incomparáveis: Oferecemos facilidade para pagamento e a possibilidade de descontos – confira!
Próxima turma de Shiatsu Emocional: CLIQUE AQUI.
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Os números de 2015

Os duendes de estatísticas do WordPress.com prepararam um relatório para o ano de 2015 deste blog.

Aqui está um resumo:

A sala de concertos em Sydney, Opera House tem lugar para 2.700 pessoas. Este blog foi visto por cerca de 19.000 vezes em 2015. Se fosse um show na Opera House, levaria cerca de 7 shows lotados para que muitas pessoas pudessem vê-lo.

Clique aqui para ver o relatório completo

Agenda: Cursos Eventos etc.

Humaitá recebe a última turma do curso de Shiatsu da SHIEM em 2015, e reserva surpresas e despedidas

A Escola de Shiatsu – SHIEM ministra sua última turma 2015 em novembro. O curso conta com a Professora Nathalia Tupinambá e a última participação do Prof. Arnaldo V. Carvalho, coordenador geral, que agora passa a se dedicar aos alunos que desejem se aprofundar na técnica.

Além disso, o curso prepara algumas novidades. A estreia de Nathalia Tupinambá como a mais nova professora de Escola de Shiatsu, apostila e conteúdos digitais atualizados.

Saiba mais através do evento do curso no Facebook:

https://www.facebook.com/events/1642166446025797/

Esperamos por vocês!

curso_nov_2015