Nossos cursos, Perguntas e Respostas

Quais são os objetivos de quem ingressa em nossa formação?

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Curso de Shiatsu SHIEM: Objetivos a serem alcançados de acordo com o interesse de cada um

Há muitas motivações para se aprender Shiatsu. De ferramenta de autoconhecimento até um passo a profissionalização, o Shiatsu oferece novas perspectivas na vida de alguém.
Montamos nossa formação pensando em cada um, e o que desejam do Shiatsu. São três níveis diferentes, onde a pessoa avança de acordo com o que lhe interessa. Nada de investir tempo/dinheiro/energia na direção de conhecimentos desnecessários. Valorizamos você, respeitamos e incentivamos sua inclinação.
Basicamente, os níveis de formação da Escola de Shiatsu Shiem identificam as grandes motivações pelos quais alguém busca o trazer os saberes do Shiatsu para sua vida:
 
1. Adquirir uma ferramenta para a própria vida e as relações, conquistando o domínio de um Shiatsu básico e seguro.

> O interessado ficará satisfeito com nosso curso inicial – nível básico (32 + 28H)

2. Adquirir novas e completas ferramentas, caso seja um profissional de saúde, ou melhorar a qualidade do que aprendeu, caso seja um praticante básico.

> Terapeutas diversos decidem parar aqui, em nosso curso de nível intermediário (120H), pois já adquiriram uma semi-maestria técnica no Shiatsu e bastante conteúdo de Shiatsu Emocional.

> Praticantes em geral descobrem um mundo bem maior do que imaginava, e avançarão para a última e maior etapa.

3. Tornar-se um praticante de Shiatsu profundo, atuando com uma terapia não só para o corpo mas principalmente, através dele, atingindo suas emoções. Adquirir maestria no Shiatsu Emocional e amadurecer com a experiência no tempo.

> Chegar ao nível avançado (Mín. 1000H – variável*) Essa é a motivação de quem quer ir muito fundo no Shiatsu, o que por vezes só é descoberto a medida que se avança.

* Saiba com detalhes como funciona o nível avançado e os demais clicando aqui: https://shiatsuemocional.wordpress.com/2014/12/31/como-e-a-formacao-em-shiatsu-escola-de-shiatsu-shiem/

Conheça nossa escola! Converse conosco! Seja Bem vindo!

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Agenda: Cursos Eventos etc., Nossos cursos, Novas técnicas e abordagens, Perguntas e Respostas

Shiatsu Express & Minimassagens

 Shiatsu Express & Minimassagens

Aprenda técnicas de Shiatsu Rápido, com precisão e profundidade.


O que é:
Workshop teórico-prático onde se ensinam técnicas básicas e avançadas de Shiatsu na posição sentada, e o princípio das minimassagens, toques altamente especializados sobre uma área específica.

O OBJETIVO é Tornar o profissional da área corporal apto a aplicar manobras de shiatsu na posição sentado, incluindo, chão, cadeira normal e cadeira de Shiatsu.
Além disso, será ensinado uma série de estratégias de tratamentos de consultório, que incluem a posição sentada, e podem ser integradas à sessão de Shiatsu.
Finalmente, aprofunda o profissional em manobras terapêuticas específicas e de maior complexidade.

CONTEÚDOS: Pontos de Assentimento; Teoria do Stress; Biomecânica da posição sentada; Desequilíbrios da Coluna; Técnicas de detecção imediata de problemas reais na coluna; Diversificação de manobras e seqüências; Minimassagens.

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Os alunos aprendem muito mais do que nos cursos convencionais de “quick massage”!

Onde e Quando:

CONSULTE A AGENDA SHIEM

 

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Quem:Arnaldo V. Carvalho

Professor Arnaldo V. Carvalho. Foi o pioneiro do Shiatsu Express em Niterói. Um dos pioneiros do estado, tendo sido aluno e trazido o método de Alice Keiko Fujimura. Dá aulas sobre a técnica, que aperfeiçoou ao extremo, há mais de dez anos.

OBS: Apostila e certificado inclusos.

INFORMAÇÕES E INSCRIÇÕES:

escoladeshiatsu@outlook.com

 Perguntas frequentes

express15  Já faço “quick”, ou já uso a cadeira de Shiatsu. No que o curso acrescenta?

R: Nesse curso você ultrapassa seus limites, aprendendo além de um protocolo padrão, os princípios de utilização de acessórios, os princípios do Shiatsu nos doze meridianos com a pessoa sentada, a fisiologia e os princípios de utilização da posição sentada no chão, em cadeiras comuns e na cadeira especial, além do reconhecimento postural imediato através de técnicas muito específicas.

– Sou leigo. Dá para sair aplicando o Shiatsu da cadeira?

R: Se o objetivo é apenas relaxar e “soltar”, dá. Com o curso aprende-se bem um protocolo básico que é eficaz e seguro para a maioria dos casos. Também se aprendem as contra-indicações, o que torna o método completamente sem riscos.

express07–  Já trabalho com Quick Massage (ou outra massagem em cadeira). Esse curso é útil para mim?

R: Muito útil. Na maior parte dos casos, os cursos de Quick mostram uma sequencia a seguir. Você vai aprender a ultrapassar a sequencia, e oferecer atendimentos dinâmicos de diversos formatos, de acordo com cada situação.

Sou Shiatsuterapeuta. Esse curso é util para mim?

R: Não só útil, como um complemento indispensável na sua formação. Além de oferecer versatilidade, preparando para trabalhos dinâmicos, como o laboral (empresas), você conhecerá tudo sobre o Shiatsu sentado, compreendendo melhor como a fisiologia humana se comporta nessa posição. Isso trará a você novas possibilidades de trabalho, dentro do atendimento de consultório.

– Não sei nada de terapia nenhuma. Posso fazer o curso?

R: Não. É preciso que você ao menos conheça a teoria energética oriental, em especial os Meridianos. Você pode começar pelo nosso nível básico de Shiatsu, que te dará uma boa base para fazer esse curso, que inclusive tem um bom desconto para quem já é de nossa escola.

Artigos e afins, Perguntas e Respostas

Perguntas (e respostas) sobre o Shiatsu

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Perguntas Frequentes sobre SHIATSU

Por Arnaldo V. Carvalho

          1. Estou grávida. Posso me tratar com shiatsu?

 R – Claro, e será ótimo para você! O shiatsu ajuda nas adaptações hormonais, melhora a circulação e aproxima a relação íntima entre mamãe e bebê. Existe uma técnica especial para tratar de gestantes. Consulte o artigo sobre “Shiatsu para Gestantes”, para saber mais sobre o tema.

          2. Estou gripado. Posso me tratar com shiatsu?

R – Sim, pode sim. É importante que o terapeuta esteja preparado para lidar com essa situação, pois nem todas as escolas e estilos ensinam sobre essa possibilidade. O shiatsu será mais específico, trabalhando pontos que desobstruem as vias respiratórias, reforçam o sistema imunológico, e outros. Poderá estar sendo associado com o uso de óleos essenciais antivirais e bactericidas, bem como com moxabustão, outra antiga técnica oriental.

          3. Tenho osteoporose. É possível me tratar com shiatsu?        

R – Sim. Mais uma vez é preciso que o profissional venha de uma escola que lhe dê base a esse tipo de tratamento. Há estilos de shiatsu bastante “agressivos”, onde as pressões profundas são aplicadas com vigor. Essas pressões precisarão ser abolidas para pacientes com osteoporose, sendo substituídas por pressões suaves, com alteração no andamento da sessão, entre outras minúcias.

          4. Como posso aprender shiatsu apenas para praticar em amigos e familiares?

        R –  Nossa Escola de Shiatsu tem o curso certo para você! Realizado em apenas dois finais de semana não consecutivos, criamos um curso formatado de forma aos que não são profissionais de saúde aprenderem a utilizar o shiatsu no dia a dia, em casa, para obter mais saúde e bem estar. Você aprenderá as bases fundamentais da técnica, conhecerá a história do shiatsu, e conseguirá fazer uma sequência básica e universal, que abrange todo o corpo e meridianos. Esse Shiatsu é seguro e eficiente para ser aplicado em toda a família, aliviando dores e tensões, harmonizando todo o corpo, melhorando as inter-relações, promovendo saúde. Saiba mais sobre nosso Curso Básico de Shiatsu clicando aqui!

          5. Quero ser um profissional. Podem me dar uma dica?

R – Nosso programa de formação é único e muito profundo. Mas não somos os únicos, e caso você não nos encontre em uma das diversas cidades onde nosso curso de Shiatsu é ministrado, poderá buscar outras possibilidades, como por exemplo na rede Senac (só não tenho condição de avaliar qualidade de qualquer outra escola, perdoe). O que mais nos alegra é que você tenha acesso a aprendizagem e torne-se um praticante de Shiatsu. Acreditamos que isso só acrescentará a sua vida e a de todos os que estiverem a sua volta, tanto pela prática em si, como pela filosofia que se conjuga a essa terapia.

*   *   *

Publicado originalmente no site Portal Verde, no ano 2000.

* Arnaldo V. Carvalho, mais de 20 anos praticando o Shiatsu, dá cursos sobre o tema desde 1998. É autor do livro Shiatsu Emocional, diretor da Escola de Shiatsu (Shiem) e sócio-fundador da Associação Brasileira de Shiatsu (ABRASHI)

Artigos e afins, Perguntas e Respostas

Perguntas sobre cursos de Shiatsu

PERGUNTAS FREQUENTES SOBRE CURSOS DE SHIATSU E O CURSO DE SHIATSU EMOCIONAL

Arnaldo V. Carvalho

1. O que esperar do curso de Shiatsu Emocional?

Simplicidade com profundidade. Procuramos falar sem rodeios sobre as questões emocionais, e como podemos equilibrar o ser através do corpo; Vivenciamos muitas dessas questões através do aprendizado da psicossomática dos meridianos.

O aluno pode esperar com segurança um professor com atenção integral ao aluno, uma apostila rica e detalhada, e um suporte permanente às dúvidas gerais.

Espera-se ainda que com as teorias e práticas dadas, seja possível que se utilize o Shiatsu emocional em situações profissionais e pessoais.

Não se deve esperar: Pomposidade, linguagem rebuscada, teorias incompreensíveis.

Nossos quatro grandes objetivos para com os estudantes são (nessa ordem):

1. Favorecer que a pessoa saia do curso para a vida como uma pessoa melhor;
2. Compartilhar informação e energia;
3. Oferecer uma ferramenta de autoconhecimento para o dia a dia;
4. Oferecer uma ferramenta de trabalho altamente diferenciada e eficiente aos profissionais ligados às emoções e ao corpo.

2. Que teorias preciso conhecer para ser um bom Shiatsuterapeuta?

R – Praticamente todos os estilos de Shiatsu se apoiam na visão da Medicina Tradicional Chinesa. Esta, por sua vez, tem muitos desdobramentos, pois reúne todos os conhecimentos acumulados através dos tempos pelos vários povos que deram origem ao povo chinês.

No panorama terapêutico, hoje temos duas grandes correntes de Shiatsu: Uma que está focada para as teorias diretamente relacionadas à anatomia e fisiologia do corpo. A ideia é “cientifizar” os conceitos tradicionais, comprovando seu funcionamento. A outra corrente se volta para a essência do indivíduo: Está preocupada em promover saúde, não em curar doenças. Dá atenção à relação terapeuta-paciente como um meio de resgatar a essência da vida humana, tal como acontece nas antigas tradições do oriente, preservadas no taoísmo, na arte zen, etc.

Um bom praticante de Shiatsu pode associar ambas as correntes, ou navegar por uma só delas, o que não é frequente, mas possível. Independente disso, todo Shiatsu terapeuta tem sempre o Tao como parâmetro máximo de análise das coisas. Seus desdobramentos são também um ponto comum entre os conhecimentos requeridos pelo Shiatsuterapeuta (teoria dos 5 elementos ou 5 movimentos, meridianos, zang-fu).

3. Qual a diferença entre um Shiatsu e outro?

R – Cada pessoa carrega em si um jeito próprio de fazer as coisas. Assim, quando alguém ensina Shiatsu a outro alguém, está ensinando na verdade baseado no seu próprio jeito de fazer – no seu estilo. Alguns estilos de Shiatsu acabam adquirindo características inteiramente novas e se tornam muito populares. Essa popularidade é obtida tanto pela habilidade da pessoa que ensina, quanto pelas teorias e técnicas que escolhe usar, dentro de um repertório vasto e continuamente renovado.

A principal diferença de um estilo para o outro está no foco do tratamento. De qualquer maneira, pode haver diferenças fortes em suas práticas, da forma com que se diagnostica, se trata, etc.

Contudo, não se pode dizer que um estilo é melhor do que o outro. Apenas, que possuem focos diferentes.

Hoje em dia há, naturalmente, o fenômeno do marketing divulgando os diferentes estilos e técnicas. Com efeito, a maioria dos estilos conhecidos no Brasil só se tornaram ricamente populares a partir dos Estados Unidos, que explora, como nenhum outro país, o marketing para propagar ideias (o que não desmerece nenhum estilo).

4. Quanto tempo leva para eu me formar em Shiatsu?

R – A verdadeira formação do Shiatsu se dá ao longo da vida. Nunca termina. O Shiatsuterapeuta aprende nos bons cursos que sua técnica é também uma filosofia de vida.

Ainda assim, temos os cursos de formação, onde o tempo varia de acordo com a carga horária de um curso.

Cursos de formação orientadas para certificação reconhecida pelo MEC tem em torno de 600H de aula.

As formações em estilos específicos costumam ser editadas em módulos, e a carga horária é menor. O certificado em geral é de curso livre, e sua validade está ligada ao respaldo do próprio profissional que ministra o curso ou da instituição por trás dele.

Contudo, o Shiatsu não é profissão regulamentada por lei, e o fato do MEC reconhecer o curso não quer dizer que no Brasil haja parâmetros que digam como o terapeuta deve trabalhar.

5. Qual é o melhor curso de Shiatsu?

R – Impossível responder com exatidão. Existem as teorias, e existe a afinidade. Fundamentalmente, o bom curso é aquele que você julga ter ambiente que te motive a aprender sempre mais. É aquele que possui professores não só conhecedores da matéria, mas que saibam – e gostem – de transmitir a matéria. É aquele não voltado apenas para suas provas, mas para avaliações qualitativas do aluno, preparando-os não só para serem técnicos, mas seres humanos melhores, aproximando-se assim do Tao.

6. Sou psicólogo. Como posso trabalhar com o Shiatsu Emocional em minha prática de consultório? No que me acrescenta?

R – O Shiatsu emocional é a melhor forma de você se iniciar na filosofia chinesa de enxergar o indivíduo. Ele possui técnicas de interação com o paciente capazes de trazer resultados concretos para seu tratamento. O Shiatsu emocional foi desenhado para ser totalmente compatível com tratamentos psicológicos, e traça paralelos com teorias que dão base à própria psicologia.

7. Já sou Shiatsuterapeuta. O curso é útil para mim?

R – Se você considera fundamental saber lidar com as emoções no processo de tratamento com Shiatsu, sim. Ele explora de um jeito bastante simples as facetas humanas, sem perder de vista as bases filosóficas que norteiam o Shiatsu. O Shiatsu emocional é também um importante diferencial de mercado para o profissional.

8. Sou fisioterapeuta. Como utilizarei a técnica emocional do Shiatsu em minha prática? Quais as vantagens?

R – Fisioterapeutas cada vez mais estão conscientes de que os problemas encontrados por eles possuem pelo menos alguma ligação com as emoções. O Shiatsu emocional é em si um processo corporal que promove também o bem estar equilíbrio emocional dos clientes. Suas práticas auxiliam os fisioterapeutas em todo o tipo de tratamento, da fisioterapia respiratória (patologia de baixa gravidade), aos tratamentos de lesões no sistema osteomuscular.

9. Não sou da área de saúde. O curso de Shiatsu emocional pode ser útil para mim?

R – Sim, o curso básico é sem dúvida uma ferramenta de autoconhecimento, e procura conectar os participantes à sua própria essência. Fica mais fácil dizer “para que estou aqui?” após um curso como o de Shiatsu Emocional.

10. Como o Shiatsu emocional trabalha as emoções?

R – Sem teorizar:
Através do singelo ato de olhar. Através do simples. Do respeito verdadeiro. Da atmosfera única que se cria num processo corporal baseado no amor.

Pela técnica:
Chamamos de “camadas” os diferentes extratos psicoenergéticos que compõem nosso esquema corporal. O corpo atua sob as condições ditadas por esse esquema. Atuamos com o Shiatsu Emocional usando técnicas para o reconhecendo os padrões emocionais do indivíduo, suas ligações e a profundidade das camadas de desequilíbrio em cada um. A partir daí é feito um trabalho corporal capaz de acessar e remover bloqueios, dentro da crescente capacidade de elaboração e enfrentamento dos atendidos.

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Associação Brasileira de Shiatsu em processo de formação!

Pessoas de todo o Brasil vêm se mostrando interessadas na Associação Brasileira de Shiatsu. Separamos as perguntas mais frequentes sobre o tema.

 

Um abraço,
Arnaldo V. Carvalho
Comitê de formação da Associação Brasileira de Shiatsu

 

Que escola vocês representam?

Não representamos uma escola, estamos tentando unir os praticantes de todas as escolas e estilos.

É uma iniciativa particular?

É uma iniciativa coletiva. A idéia partiu da percepção de que o Shiatsu incrivelmente ainda é pouco conhecido no Brasil, e seus benefícios talvez sejam subutilizados. É preciso promover o Shiatsu, e isso será benéfico para todos os praticantes. Essa Associação não terá cargos permanentes, fins lucrativos ou remunerações particulares a diretores.

Que benefícios devem ser esperados a partir do momento em que se participe da Associação Brasileira de Shiatsu?

Os participantes devem acreditar em primeiro lugar que a promoção do Shiatsu torna-se mais efetiva quando todo mundo está junto.

Independente da escola, do estilo ou do grau de aperfeiçoamento do praticante de Shiatsu a participar da Associação, este deve ser um entusiasta da técnica, e participar por querer promover a mesma no Brasil.

A organização competirá tal promoção, e beneficiará seus filiados de forma indireta (aumentando o campo de trabalho pela promoção do Shiatsu) e direta, através de descontos junto a parceiros da ONG, de organizar eventos que promovam intercâmbio entre participantes, de trazer professores que desenvolvem trabalhos modernos de outros países, buscar fazer o Shiatsu passar a ser utilizado em amplo espectro na sociedade: hospitais, comunidades carentes, ambiente familiar e escolar, entre outros.

Qual será a relação entre a Associação Brasileira de Shiatsu e os atuais Sindicatos de classe?

Os sindicatos são essenciais, e a existência de uma associação não dispensa nem duplica a função de um sindicato. Os sindicatos brigam para que surjam e façam valer os direitos dos profissionais que representam. Eles vão ao governo, protegem  seus profissionais juridicamente, e buscam ampliar na medida do possível o campo de atuação das técnicas ligadas ao sindicato. Já a Associação promove participação e intercâmbio entre os praticantes de Shiatsu; Divulga o Shiatsu no Brasil e no mundo, e liga o Brasil a uma rede maior, a qual países diversos já participam; Esse seu foco maior. A filiação nos sindicatos segue importantíssima e indispensável e a Associação promoverá isso. Sindicatos protegem, a Associação promove. Vale dizer ainda que a Associação Brasileira de Shiatsu será a primeira organização dedicada exclusivamente ao Shiatsu.

Quanto custa para participar?

Como estamos em formação, não há um valor definido ainda, isso ficará por conta da diretoria e da assembléia. Os participantes da fundação deverão ratear os custos de registro da ONG.

Como participar?

Mande e-mail para nós associacaodeshiatsu@yahoo.com ou deixe seu e-mail para passarmos mais informações.

Ou ainda entre no grupo Associação Brasileira de Shiatsu no Facebook, pois lá você tem o estatuto da Associação as atas de reunião e tudo o que está acontecendo em nosso movimento.

Novas técnicas e abordagens, Perguntas e Respostas

Entrevista EXCLUSIVA: Marcos Osaki – Shiatsu Psicossomático

Professor de Shiatsu Psicossomático demonstra manobra

O Professor Marcos Osaki é mais um profissional de Shiatsu que percebeu a importância das emoções e da reflexão durante o processo terapeutico. Como nos conta em sua entrevista, sua técnica vai muito além dos estudos ordinários. As diferenças para com os métodos comuns é compartilhada por ele pessoa a pessoa, com todo o prazer de passar adiante o presente abençoado que recebeu um dia de seus vários mestres. Com vocês, Marcos Osaki, criador e professor do Shiatsu Psicossomático!

ShEm – Como você conheceu o Shiatsu, quando começou, que idade tinha quais foram suas motivações principais?

Osaki – Conheci o Shiatsu, em 1.999, em Tókio, Japão, na escola Toyo Seitai Jinsei Gakuin. Tudo começou com uma dor terrível na região lombar em plena segunda-feira, no interior de Tókio, chamada Omigawa. Nessa época eu trabalhava como dekassegui nessa cidadezinha. Telefonei para meu superior na fábrica de produtos eletrônicos e fui dispensado para cuidar da minha dor. Como existe um jornal para brasileiros no Japão, vi uma propaganda de massagem Shiatsu, para dores da coluna em geral; liguei para eles e marquei consulta no mesmo dia. Com muitas dores, fui quase me arrastando para Tókio, levando quase 3 horas de viagem de trem convencional para me encontrar com o meu “salvador da pátria”. Chegando na clínica ainda levou mais de 1 hora de massagem para que colocassem minha coluna no lugar, quando derrepente eu ouvi um “clack” saindo da minha cintura, e  senti um alívio imediato. Fiquei tão agradecido que percebi que era isso que eu procurava a muito tempo: fazer o bem para as pessoas através de uma massagem.

ShEm – Quem foram seus principais professores, e quando começou a te despertar um algo que levou a um Shiatsu próprio até o desenvolvimento do Shiatsu Psicossomático?

Osaki – Durante quase um ano, fiz esse curso de Shiatsu, nos finais de semana, foi muito caro e sacrificado, pois eu tinha que me manter e mandar dinheiro para o Brasil. Mas quanto mais eu me dedicava, mais o mestre me ensinava e dizia, “faça esse esforço valer a pena depois que concluir o curso”, e em novembro de 2.000 me formei. Fiquei muito grato ao Hiane sensei que me mostrou os primeiros passos dessa maravilhosa profissão.
Em janeiro de 2.001 conheci outro mestre em massagem,  Hirashi Kaneshiro, que me ensinou outras técnicas de massagem em sua escola no Tatuapé, aqui em São Paulo, vindo a complementar meus conhecimentos aos que tinha recebido no Japão. Foi muito gratificante em ter o Hirashi Kaneshiro como meu segundo mestre em Shiatsu. No mesmo ano eu também fazia outro curso de Shiatsu, mas esse Shiatsu era diferente de todos que eu havia pesquisado, pois se trava de ler o corpo e a mente do paciente para que a massagem surtisse mais efeito. Fiquei quase 10 anos aprendendo com um excelente mestre, que por motivos especias não posso citar o nome. Com conhecimentos e experiência de quase 10 anos, atendo hoje com minha própria técnica, que chamo Shiatsu Psicossomático, que é a união de várias terapias e massagens.

ShEm – Quais são os diferenciais do Shiatsu Psicossomático em relação aos demais estilos de Shiatsu?

Osaki – Minha técnica vêm do antigo Shiatsu Japonês, e de várias técnicas de terapias e massagens orientais e ocidentais, que tenho muito respeito, e não podendo criticar e muito menos menosprezar, posso falar somente da técnica que criei. O Shiatsu Psicossomático tem como objetivo fazer que o paciente aprenda com a própria dor ou sofrimento. É fazer o paciente pensar “o que o Universo quer que eu enxergue, reconheça, avalie; ele pensa a respeito e descobre qual o melhor caminho a seguir”. Através dos meridianos, “pontos de equilíbrio do corpo”, vamos comentar e desbloquear as tensões nervosas, para que haja uma boa circulação sanguínea, e para que a mente possa interagir com o corpo, eliminando sua dores quase instantaneamente. Minha massagem não faz dormir, faz o paciente equilibrar sua mente, seu corpo e sua energia.

Seja Shiatsu, Tuiná, Anmá, Do-in, Acupuntura, Quiropraxia, se não tratar do “eu interior”, se não esvaziar o que está sufocando, se não preencher o vazio, se não exteriorizar emoções contidas, as massagens serão somente superficiais, as dores serão apenas aliviadas e não compreendidas. “Por que estou passando por esta situação?” Tem que fazer o paciente pensar a fundo e ajudá-lo a eliminar suas dores e sofrimentos, para que desperte a “Luz da Consciência”, para dar-lhe um caminho a seguir e para que prossiga sua vida com paz de espírito, harmonizando corpo, mente e energia. Se o terapeuta ou o massagista souber equilibrar corpo, mente e energia, não importa que técnica de massagem ou terapia use. O importante é ter realizado um ótimo trabalho, em que ambos fiquem satisfeitos. Mas para mim eu chamo o que faço de Shiatsu Psicossomático.

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ShEm – O Shiatsu Psicossomático pode ser aplicado em qualquer tipo de situação, ou ele é mais específico?

Osaki – Eu não aplico o Shiatsu Psicossomático em gestantes, e não me atrevo a tocar fisicamente pessoas com câncer ou com doenças terminais. Mas dependendo de casos para casos, com a técnica que possuo, podemos fazer à “massagem mental”, muito poderosa por sinal, pois já usei em alguns pacientes e obtive respostas positivas. A massagem mental faz com que o paciente pense ou reflita, por exemplo, “por que o Universo, me mandou tal dor ou sofrimento?”;  “O que devo aprender com isso?”; “Se eu perdoar ou pedir perdão, à todos que magoei, menti, roubei, matei, e até agradecer aquela pessoa que também me fez mal, como devo pensar e agir a respeito daqui para frente?”; Resignar-se seria o remédio para aliviar qualquer dor ou sofrimento, pois ninguém quer carregar emoções negativas para o resto da vida. Buscar o equilibrio da mente, do corpo e da energia, é ter paz de espírito; e ter paz de espírito é estar em harmonia com Deus e o Universo.

ShEm – O que está faltando para as escolas qualificarem melhor os profissionais de Shiatsu?

Osaki – Boa pergunta! Em qualquer lugar do mundo, sempre existirão: escolas boas, médias, ruins, péssimas, ótimas e excelentes, ou ultrapassadas. Outra vez como exemplo: Reparo que os alunos que procuram o meu curso particular, leigos ou profissionais em massagens ou terapias orientais, querem uma técnica diferente, que não aprenderam ou que não possuem, mas que faça toda a diferença, causando uma excelente impressão aos seus pacientes. Acho que sempre haverá novas técnicas a aprender, e as escolas que não possuirem um diferêncial que seja interessante aos que buscam sempre as melhores técnicas serão ultrapassadas, e espero não ser uma delas.

ShEm – Como é um curso ensinado pelo Sensei Marcos Osaki?

Osaki – Bem o meu curso é particular e individual, em que a atenção é totalmente e exclusiva para somente um aluno onde procuro ensinar da maneira mais simples possível de como:

-Protejer-se energeticamente antes de atender cada paciente.
-Sentir a energia “KI”, do paciente e aprender acalmar o paciente, repassando técnica de respiração,”Qi-Gong”.
-Pressionar pontos energéticos, para aprender a soltar nervos e musculos rígidos e comentar ao mesmo tempo, algumas emoções contidas que estão prendendo tal, nervo ou musculatura, e também o que fazer em tal situação.
-Depois de aquecer e relaxar musculos e nervos, o aluno aprenderá passo á passo, manobras com segurança de alongamento e ajuste da coluna cervical, toraxica e lombar.
-Com a coluna totalmente ajustada, termina-se a massagem com o relaxamento e exteriorização do cansaço e de pensamentos negativos com a respiração “Qi-Gong”: renovar forças e equilibrar, corpo, mente e energia.
-E a agradecer à Deus, por ter realizado um bom trabalho.

Tudo isso em 15 horas, e com apostila e certificado inclusos. Isso é só o básico, o avançado ainda esta por vir.

ShEm – Há união entre os praticantes de Shiatsu?
Osaki –Particularmente, não sei pois quando o aluno sai de um curso, raramente encontra os colegas novamente. Cada um corre atrás dos seus paciente e não dos colegas. Acho que isso é normal. Mas tento unir meus alunos quando a agenda, permite, para a troca de massagens, isso é fundamental para a saúde respeitando o nosso corpo também!

ShEm – Como você vê o Shiatsu no Brasil nos dias de hoje?

Osaki – Com a atual situação política no Brasil, existem muita pessoas estressadas e cheias de dores, aumentando assim o mercado de terapeutas e massagistas em todo o Brasil. Infelizmente a qualidade de atendimento não é lá essas coisas, mas acredito que no futuro breve, em que muitos pacientes irão procurar bons profissionais que atendam ou superem as suas nescessidades, logo surgirão escolas de alta qualidade para atender a todos os pacientes que buscam qualidade e preço justo.

ShEm – Até onde você acha que o Shiatsu pode chegar, na sociedade?
Osaki – Dependerá da concientização e esforço de manter um bom nível de trabalho, dos profissionais de Shiatsu, que pode sim fazer com que essa técnica nipônica, em breve, venha obter mais interesse da sociedade brasileira, para que todos tenham benefícios, massagistas e pacientes.

Perguntas e Respostas

Novas Perguntas sobre o Shiatsu e o Shiatsu Emocional

Novas Perguntas sobre o Shiatsu e o Shiatsu Emocional

Crisântemo Alcantara, psicologa do Rio de Janeiro me fez algumas perguntas e autorizou publicação, visto serem possivelmente dúvidas de muitos interessados.

1. A gente pode fazer o Shiatsu Emocional em si mesmo ?

R – Sim, mas não é a mesma coisa. Um Ser forma um circuito energético semi-fechado, e quando em conexão com outro ser, há novos trilhos num circuito maior que se forma. Isso abre caminhos para a circulação de energia e a complementaridade e equilíbrio dos dois praticantes passam a contar bastante. Obviamente que a prática do “auto-shiatsu” é maravilhosa, especialmente em caso preventivo ou de necessidade de exercitar o amor por si, a autoestima e a auto-aceitação;  mas melhor ainda é experiência com um fenômeno cada vez menos familiar: o OUTRO.

2. Ou como em outros processos terapêuticos é necessário ser submetido ao trabalho algum profissional?
R – A prática básica do Shiatsu pode ser feita fora do ambiente profissional. Familiares e amigos tem resultados lindos com Shiatsu Básico. A prática profissional, contudo, pode ser mais efetiva, pois há uma pessoa menos identificada com suas questões e que pode te ajudar a enxergar o que você não conseguia, isso em termos cognitívos e inconscientes. Além disso, a formação profissional é mais profunda e pode ser realmente necessária dependendo do caso.

3. Os vínculos pessoais entre paciente e teraputa atrapalham ? Interferem ?

R – Interferem sempre, mas positivamente. O Shiatsu em geral não considera a natureza dos vínculos, transferências e contra-transferências. Já no Shiatsu Emocional isso é bem estudado. Contudo, aqui temos uma visão diferente da psicanalítica –  o vínculo é visto como parte do processo de cura, um aliado fundamental. Obviamente, a natureza do vínculo é trabalhada na terapia, de acordo com cada caso. O ser humano é necessariamente relacional, e o vínculo terapeutico pode ser inclusive a porta de entrada para uma era de equilíbrio entre relações interpessoais, familiares, do Eu com o Outro, com a Sociedade, com a Natureza.

Espero ter sido útil, fico a disposição para dirimir quaisquer novas dúvidas que se façam.

Um abraço,

Arnaldo V. Carvalho

Aeshi – Escola de Shiatsu

Estilo Shiatsu Emocional

Artigos e afins, Perguntas e Respostas

No consultório ou em domicílio? Quando é melhor atender e ser atendido em casa e quando não

Por Arnaldo V. Carvalho*

https://i2.wp.com/printables4scrapbooking.com/lettersets/e_girl.jpgssa é uma pergunta comum de pessoas interessadas em receber Shiatsu ou iniciantes da terapia, e não sem importância. Algumas pessoas preferem ser atendidas pela comodidade de não ter de sair de casa. De fato, é cômodo, mas na vida tudo tem dois lados, e gostaria nessa pequena explanação de considerar o positivo e o negativo dos atendimentos domiciliares.

Para o profissional a atender, os pontos positivos são de ordem terapêutica de um lado e comercial de outro. Na ordem comercial, temos o fato de que o terapeuta em geral cobra a mais e não arca com custos de locação de espaço, caso não possua uma despesa já fixa com algum lugar. Ele também não precisa se preocupar com mobiliário, nem com a infraestrutura básica. Mas a vantagem humana e não comercial do terapeuta está em dois pontos: Poder servir a alguém que por ventura não possa realmente se deslocar; e conhecer nuances do universo do atendido, que pode revelar aspectos antes desconhecidos e enriquecer a avaliação geral que é utilizada durante a terapia com Shiatsu.

Pelo lado do cliente, a ilusão do conforto é a meta: não precisar sair de casa parece uma benção para quem vive em centros urbanos confusos, com muita gente na rua, com trânsito complicado, ou simplesmente sente dores que lhe fazem preferir a cama. Digo ilusão porque o conforto de fato quase nunca é real. Uma casa está sob crivo de todo o tipo de intervenções humanas – parentes, conhecidos diversos, o interfone que toca, o animalzinho que quer atenção, o telefone, e as lembranças. Essas intervenções não cessam nem quando a pessoa está deitada a receber o tratamento, e sem dúvida isso pode reduzir sua eficiência. Mesmo que a pessoa more sozinha e em ambiente silencioso, está em seu universo. Está a dizer a si mesma: “não mudo, importarei ‘algo’ de fora que tentará me mudar. Mas eu não irei buscar de fato nada”. Uma pessoa que não vai ao consultório por mera comodidade já está mostrando ao terapeuta uma série de senões que se efetivaram na forma de  resistências a uma melhora. Peço que leia essa equação:

Melhorar é uma forma de mudança > mudança é uma forma de movimento

= Movimentar-se na direção da melhora conduz a psique ao preparo para tal mudança!

E agora, te convido a refletir: Onde você teve as grandes conversas de sua vida, com grandes mudanças e transformações positivas internas? Dentro de casa? Na normose do dia a dia?

Sabemos que o automatismo ante ao mundo conhecido é um dos maiores entraves nas mudanças. Quanta coisa daquela pequena viagem você guarda na memória e lembra com tantos detalhes! Quão pouco lembramos sobre o que e comemos no almoço da semana anterior. O automático embota. Ir ao consultório tira o cérebro do automático e engata a mente no “módulo porta aberta para aprender e mudar”.

Assim, só há vantagem em se fazer Shiatsu na própria casa quando esta é feita apenas por prazer, quando não se quer se desligar do próprio mundo conscientemente, quando não se pensa que há mudanças a serem feitas, ou quando não há possibilidade FÍSICA de comparecer ao local do atendimento.

Obviamente, o consultório possui uma desvantagem grave quando o atendimento com Shiatsu é feito de forma “industrial”, em baias, com pouca privacidade, e por vezes de forma entrecortada: Um terapeuta coloca agulhas e some, depois de 20 minutos ele tira as agulhas e dá lugar a outros que aplica Shiatsu, e coisas do gênero. Nesse gênero de atendimento já se pode questionar se este conseguiria ajudar a pessoa a se entregar integralmente a um processo terapêutico e assim obter o melhor deste.

Mas, quando da oportunidade de um consultório privado e onde o terapeuta pode prestar o serviço com sua total capacidade, então, melhor. O terapeuta em seu consultório perceberá mais uma vez vantagens humanas se sobrepondo a vantagens ligadas à honorários. Ele ficará mais satisfeito com os resultados melhores da parte dos clientes; Poderá dispor de todo o seu equipamento e ambientar seu espaço de maneira a favorecer a terapia. Terá móveis adequados a manipulações e técnicas várias do Shiatsu, unindo conforto à ergonomia. Enfim, o melhor do terapeuta se faz em seu ambiente, e o melhor do cliente se faz fora de seu próprio ambiente.

De qualquer forma, esse é um detalhe onde o terapeuta usará seu melhor para subrepujar desvantagens e resistências que o cliente em seu “habitat” costuma criar. Ele em si já é elemento diferencial no velho ambiente, e sua presença já inspira a uma certa quebra de automatismos. Com efeito, não se deve imaginar de estanque um atendimento domiciliar como algo de menor nível; Há desafios diferentes, detalhes instigantes, e cada caso será sempre um caso único, devendo-se pensar junto com o cliente quais são as melhores estratégias para o alcance do equilíbrio.

*   *   *

*  Arnaldo V. Carvalho é Terapeuta Corporal, Naturopata, e Praticante de Shiatsu há 17 anos.
Membro Conselheiro do Sindacta – Sindicato de Acupuntura e terapias afins do Rio de Janeiro, autor do livro Shiatsu Emocional, único brasileiro a ministrar conferência no Congreso Internacional de Shiatsu em Madri (considerado o maior evento do gênero). Já dinamizou atividades ligadas ao Shiatsu em diversos estados do Brasil e países como Estados Unidos, Panamá, Argentina, Japão, Espanha e Portugal. Dirige a Aeshi – Escola de Shiatsu, onde ensina o Shiatsu Emocional através de uma didática inovadora. Coordena o curso de Shiatsu do Centro Brasileiro de Acupuntura Clínica e Medicina Chinesa. Administrador dos sites http://www.shiatsuemocional.com.br, shiatsuemocional.wordpress.com, portalverde.com.br e portalverde.wordpress.com. É ainda  fundador e administrador do Fórum Shiatsu BR (yahoogrupos) e do Shiatsu Brasil (Facebook). Mais sobre Arnaldo V. Carvalho em http://www.arnaldovcarvalho.com

 

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Por que existem cursos de Shiatsu de duração tão variada?

“Eu sei que precisamos de três anos de estudo … como eu já encontrei em muitos cursos que duram uma semana? como você aprende em uma semana? que são muito básicos …. Eu quero me tornar um professional de Shiatsu, como posso fazer? Onde há um bom curso em Belo Horizonte?”

Simon, Belo Horizonte e Itália

Você pergunta como existem formações que ocorrem em finais de semana e ao mesmo tempo outras que duram 3 anos.

Primeiro preciso lhe alertar: A formação do Shiatsu Emocional é bem longa.

Agora, esclareço: Não há tempo de formação que encerre, na pessoa, a possibilidade de desenvolver-se.

Na linguagem do Judô, é somente quando se alcança a faixa preta que o verdadeiro aprendizado começa. De maneira semelhante, as artes da cura não tem fim, quando se trata de aprendizado.

Me reporto com frequencia a um mestre Chinês com quem tive a honra de aprender algumas coisas, e que certamente me contou ter estudado com seu mestre por 43 anos. “como seu mestre soube que você estava pronto?”, indaguei. “Ele morreu”. Disse-me. Não satisfeito, perguntei-lhe se ele havia procurado outro mestre, e ele disse que sim, vários, mas acabou chegando a conclusão que já não havia alguém vivo que soubesse mais que ele, então já com certa idade.

Assim, o pensamento de que um curso de 30, 60, 600 ou 3000 horas é suficiente com certeza inflinge em equívocado.

O modelo escolástico-acadêmico não muda desde a idade média, e vem produzindo profissionais pobres de espírito, incompetentes e/ou irresponsáveis em todo o mundo.

As pessoas pagam, frequentam o curso, respondem a perguntas que atestam que o aluno tem MEMÓRIA ou algum poder de análise e ganham um certificado. Achas mesmo que isso é suficiente?

Em nossa escola estamos preocupados pelo desenvolvimento psicoafetivo do aluno durante o processo de aprendizado. Um aluno que chega como um ser humano com extrema dificuldade ao afeto é um aluno despreparado para oferecer o amparo, o lado que Namikoshi diz ser “o toque do coração de mãe” do Shiatsu.

Mas, antes de ir fundo em relação aos conteúdos, é preciso que a gente responda a uma pergunta importante por parte dos interessados:

– Até onde a pessoa quer ir nesse caminho? Ou ainda: Quem é o aluno de Shiatsu?

Os cursos de Shiatsu não tem objetivo de simplesmente formar profissionais.

Antes de mais nada, cursos de Shiatsu formam PRATICANTES. Praticantes amadores, que queiram fazer shiatsu em seus filhos, conjuges, pais, e entes queridos não precisam passar por todo um processo formativo complexo.

Podemos dizer,  que há três tipos de pessoa que se interessam por cursos de Shiatsu:

1) os interessados em aprender uma prática básica, sem contraindicações e repleta de benefícios, que estimule o contato afetivo e participe da via como item importante na qualidade de vida daquela pessoa.

2) profissionais de saúde que já dominam certas bases sejam biológicas, sejam paradigmáticas, que querem adquirir novas ferramentas de trabalho para sua atividade-mãe.

3) pessoas interessadas em tornarem-se profissionais de Shiatsu.

Baseado nesta constatação, então pergunto a você:

1) Por que alguém que só quer praticar o Shiatsu como uma prática de bem estar na família precisaria estudar teorias problemas complexos e se debruçar em práticas extensas por três anos seguidos?

2) Por que um médico, psicólogo, fisioterapeuta, enfermeiro, enfim, porque um profissional de saúde, que já domina o conhecimento biomédico, haveria de se submeter a estudar de novo (e em geral de modo mais rudimentar, como se faz em cursos de massagem e shiatsu) disciplinas como anatomia e fisiologia num curso de Shiatsu?

É por existirem níveis diferentes de interesse que há tipos diferentes de curso.

Nossa resposta para isso é o ensino modular. Cada nível prenche a satisfação de um público. Pessoas que só farão o curso como meio de autoconhecimento e prática de saúde preventiva e caseira ficarão satisfeitos com o curso básico (embora haja muitos casos de pessoas que embora estejam de fato satisfeitas com o básico decidem avançar); Profissionais de saúde, terapeutas que já dominam uma técnica principal e queiram apenas complementar com mais uma ferramenta de trabalho talvez fiquem satisfeitos em seguir até o nível intermediário; E finalmente, há aqueles que pretndem tornar-se profissionais de Shiatsu. Eles podem ingressar desde o início pensando nisso, ou descobrir fazendo os primeiros níveis que pretende se envolver de forma profunda com a técnica do Shiatsu e o estilo Shiatsu Emocional.

O ensino modular tem algumas limitações: O tempo para a repetição (e fixação) da prática não é grande: Desse modo, caso a pessoa não pratique, corre o risco de perder ou esquecer. Nossa escola compensa isso através de certas medidas práticas: temos um grupo de estudo online, fixo e gratuito a todos os alunos desde o nível básico, onde há estudos dirigidos mensais. Nos principais núcleos há grupos de estudo presenciais também; e finalmente, o aluno tem direito a reciclagem gratuita. Assim, ele pode repetir e assim fixar e recaptular os conceitos, fundamentos e técnicas do Shiatsu quantas vezes quiser.

Finalmente, temos o diferencial inédito até onde tenho notícia no Brasil (e mesmo no exterior não conheci escola que agisse desse modo): Entre os módulos, além dos grupos de estudo, há o tempo de experiência (não se pode terminar um e entrar direto no outro), entrevistas e outros sistemas comprovatórios de que o conhecimento anterior foi compreendido em ampla significância. E após o intermediário, o ensino muda de figura, saindo da condição de encontros com datas específicas a passando a se basear num ciclo de estudos personalizado e individual, elaborado no início da formação avançada e onde professor e aluno seguirão juntos de forma particular. É completamente diferente do sistema normal, onde todos aprendem as mesmas coisas e estudam o que já sabem e o que não sabem. Esse último ciclo dura no mínimo um ano, e não há avaliações quantitativas no processo, apenas qualitativas.

Assim, um curso que parece ser “de final de semana” pode ser bem mais completo do que você imagina.

Não é possível hoje se falar em seriedade baseado em tempo de curso. Escolas ruins as vezes tem formações longas. As formações longas lhe dão uma noção de serem sérias, mas muitas matérias e disciplinas, ao menos se bem ensinadas, não precisariam ter um número de horas aula tão grande. Assim, há momentos de “encheção de linguiça”, como se diz aqui o Brasil, momentos em que se esticam as aulas com momentos e informação irrelevante. Formações curtas obviamente requerem uma energia muito grande por parte do professor, que precisa não ser apenas um bom shiatsuterapeuta: ideal que saiba dar aula, que tenha técnica de ensino, um bom planejamento de aula. Frequentemente, ainda, cursos longos iniciam com turmas enormes, por vezes com 35 ou mais alunos, enquanto que os cursos modulares melhores possuem turmas com poucos alunos, e desse modo, movimentos, teorias, posturas e etc podem ser corrigidas e aprimoradas com acompanhamento muito próximo e por parte do professor. Com um ambiente assim, o aluno aprende quatro, cinco vezes mais rápido e melhor.

No Brasil, tanto o Zen Shiatsu, como o Ohashiatsu e o Shiatsu Emocional atuam principalmente sob a forma de escolas modulares. As escolas técnicas, que possuem maior carga horária e longa duração, em geral dão ênfase a um Shiatsu adaptado à visão acupunturista, com forte ênfase nos conhecimentos chineses da MTC, quase nunca se reportando a práticas japonesas ou outras (tal como o conhecimento de Hara, Kyo-Jitsu, fundamentos macrobióticos etc). Lembrando que o Brasil vêm criando estilos próprios entre eles o Shiatsu Integrativo e o Shiatsu Psicossomático (de outros autores cujo trabalho, na prática, desconheço).

Você me pede indicação de uma escola séria. Te digo que a grande maioria dos professores é sério. Uns conhecem mais do que outros. Mas tudo depende da pergunta: “até onde você quer ir”?

No seu caso, você diz quer pretende se tornar um profissional. Em Belo Horizonte não conheço um professor em particular que ofereça curso, mas o IMAM/INCISA tem cursos de alta reputação na área da MTC e oferece cursos de Shiatsu. É provável que o SENAC aí também ofereça Shiatsu, mas não posso falar muito, não conheço. Cursos técnicos como os citados acima estão sujeitos a certas regras do MEC, variando menos em conteúdo e método. Os cursos modulares possuem regras próprias conforme suas escolas. Não conheço pessoas ou escolas em Belo Horizonte que atualmente ofereçam o curso modular, infelizmente. De qualquer forma, uma boa dica talvez seja fazer shiatsu como cliente em lugares diferentes. Quando você achar um profissional que lhe pareça muito bom, pergunte de que escola veio. É uma oportunidade de conhecer pessoas do circuito, diferentes métodos e estilos, e ainda se receber dos benefícios comuns do Shiatsu – todos o tem.

Espero ter sido útil em sua caminhada!

Arnaldo

Perguntas e Respostas

Qual a diferença do Shiatsu Emocional para o Zen Shiatsu?

O estudante de Shiatsu Simon, ficou muito curioso e quis saber a diferença de Zen Shiatsu e Shiatsu.

Shiatsu não é uma terapia, mas uma FAMÍLIA de terapias que começou no Japão e seguiu crescendo pelo mundo. Zen Shiatsu e Shiatsu Emocional são variedades do Shiatsu. O Shiatsu nasceu de terapias corporais mais antigas combinadas a intuição de certos professores + as necessidades do momento em que ele foi criado. O Zen Shiatsu foi criado por Masunaga e se apoia em algumas teorias da Medicina Chinesa e outras das práticas de saúde do Japão. conta ainda com uma “pitada” de psicologia. O Shiatsu Emocional tem forte base na psicologia e utiliza teorias parecidas com a do Zen Shiatsu, mas em proporções diferentes. Como em química, uma terapia que use os mesmos ingredientes mas com proporções muito distintas gera resultados também muito variados.

Suas dúvidas são muito boas e pertinentes, e portanto merecem respostas adequadas, não sendo possível ser breve. Portanto, espero que tenha paciência e leia o e-mail até o fim.

O Zen Shiatsu é o estilo criado pelo mestre Masunaga, e desde sua morte praticamente não mudou. Um amigo dele, Ohashi, responsável pelo primeiro livro de Masunaga e único publicado pelo mesmo ainda em vida (seu segundo livro foi organizado por sua esposa após seu falecimento), seguiu desenvolvendo seu shiatsu a partir de sua formação no Zen Shiatsu. Quando seu estilo já se diferia muito e incorporava outros saberes e frutos de suas próprias reflexões e maturidade, ele criou sua própria escola, que passou a ensinar o estilo conhecido como Ohashiatsu. Uma de suas professoras, Pauline Sasaki, após anos de trabalho, reflexão, estudos paralelos e amadurecimento criou o Quantum Shiatsu (que utiliza elementos da física quântica). Então, entre os praticantes de Shiatsu, existem aqueles que seguem apenas um modelo fechado, e há aqueles que entendem o Shiatsu como um MOVIMENTO, tal como a vida, sempre em constante mutação, evolução, desenvolvimento. Sob essa perspectiva, podemos pensar em uma nova pergunta:

Para onde o shiatsu evolui?

Ele evolui para onde há necessidade humana, e de acordo com os grupos sociais e seus indivíduos.

Hoje, no Brasil e no mundo, há uma supremacia do paradigma da doença sobre a da saúde, do físico sobre o emocional, do fenomenológico sobre o funcional. Se você perguntar às pessoas na rua que já ouviram falar de shiatsu: “que é shiatsu para você?”, escutará coisas como “Shiatsu é para dor nas costas”, ou simplesmente “para dor”, ou ainda: “aquele negócio para a coluna que o japonês faz”. Podem ainda te contar que “tem um japonês perto de casa que resolve”, e finalmente, a mais infeliz das afirmações típicas: “shiatsu é dor”. Sim, MUITA gente rejeita o Shiatsu, pois vincula a técnica com dor – e isso é fruto de uma prática executada de maneira inadequada, mas que muitos profissionais seguem. Tendo em vista que o Shiatsu trabalha com muita eficácia uma série de circunstâncias emocionais, a primeira coisa que podemos dizer é que o nome “Shiatsu Emocional” oferece imediatamente a pessoa a idéia de que ela não está indo a uma sessão simplesmente para tratar a dor nas costas.

Pessoalmente, iniciei meu caminho envolvido com controle mental e sempre dei muita ênfase à psicologia e a pedagogia. No caminho de ser um ser humano melhor e um profissional melhor (não faço distinção), entrei em contato com várias escolas, dentre elas o Zen Shiatsu. Mas eu recebo influência de diversos outros métodos, escolas de Shiatsu e outras terapias tradicionais. O Shiatsu Emocional começou a surgir quando os elementos da psicologia, que estudava em paralelo, em especial da psicologia reichiana, foram progressivamente sendo incorporados a minha prática. Quando o entendimento de que o foco sob as emoções e a necessidade do profissional conhecer o que está por trás de seus atos e do vínculo de relacionamento que ele cria com seu cliente eram fundamentais; e pela ênfase clara que se dá durante o período formativo sob os aspectos emocionais dos meridianos, e não tanto sob os aspectos físicos – o contrário, portanto da maioria das escolas de Shiatsu.

É verdade que Masunaga estudou psicologia, e o Zen Shiatsu foi o primeiro método a abordar com mais complexidade ar relações das emoções com os caminhos de energia na formação profissional, embora haja pouca ou nenhuma conversa sobre isso durante as sessões. Porém, há algumas outras escolas que de um modo ou de outro preocupam com esse aspecto. O Shiatsu Emocional seja talvez a única que não simplesmente inclui tal aspecto em seu programa – ele utiliza o mesmo para fazer de sua prática uma experiência tranformadora e libertadora em termos psíquicos.

Como diferenças na TEORIA do Zen Shiatsu x as teorias do Shiatsu Emocional, posso citar:

Kyo/Jitsu: O Zen Shiatsu trabalha com ênfase na idéia de reforçar meridianos enfraquecidos, enquanto o Shiatsu Emocional prefere o foco no DESBLOQUEIO que leva ao estado de homeostase dinâmica dos pares de meridianos – o que resolve naturalmente os problemas de insuficiência e excesso.

Relação terapeuta/cliente: O zen Shiatsu não aborda nem na formação nem na prática as questões transferenciais, entre outras.

Estudo de psicologia aplicada ao Shiatsu: O Zen shiatsu não estuda. O Shiatsu Emocional estuda certas bases, especialmente focadas nos temas inerentes ao pensamento reichiano, e ainda tece várias comparações entre as teorias da MTC e as modernas. Estabelece, finalmente, correlações entre segmentos psiquicos (que dão origem às couraças musculares do caráter) e meridianos, dentre outras correlações.

Catarses e situações emocionais extremas: Os alunos não aprendem a lidar com situações emocionais graves que podem surgir em um atendimento de Shiatsu, o que pode reforçar padrões neuróticos, gerar resistências aos movimentos de transformação, entre outras situações que constituem grave erro nas formações mais básicas.

Abertura do Sistema: O Zen Shiatsu é um sistema fechado em si. As gerações passam e todos continuam reproduzindo com a máxima fidelidade aquilo que aprenderam.  No Shiatsu Emocional o aluno é incentivado desde o início a buscar o seu próprio Shiatsu.

Caminhos de conhecimento: O Zen Shiatsu tem ensino e estudo linear, como quase todas as demais escolas. No Shiatsu Emocional a linearidade só acontece na base, tornando-se mais e mais individual a medida que o estudo avança.

DIFERENÇAS NA PRÁTICA

Pressões: no Zen Shiatsu há predominância de pressões com as palmas. No Shiatsu Emocional trabalhamos com alternância de segmentos.

Movimentos e manobras: Os movimentos são limitados e sempre se repetem, caso o aluno siga apenas a mesma escola – o que oferece o risco de torna-los despersonalizados, não fosse pela competência de muitos bons profissionais.

Rotinas: As rotinas de trabalho do Shiatsu Emocional são muito mais variadas que as do Zen Shiatsu, e isso acontece por uma questão técnica e uma questão relacional importante, que é estudada em profundidade na escola.

Postura: Os movimentos nascem do Hara em ambas as escolas. Contudo, O Shiatsu Emocional se aproxima em movimento do Ohashiatsu, porém sendo mais permissivo quanto as posturas, e ao mesmo tempo estimulando após o domínio das posturas básicas a inclusão de posturas em alongamento e outras, para que o trabalho vá beneficiando simultaneamente os dois interagentes na sessão.

Dinâmicas que envolvem fala e visualização. O estilo Zen Shiatsu tende a ser silencioso o tempo todo, e qualquer conversa somente ocorre por tolerância do terapeuta. No Shiatsu Emocional a fala pode em certos momentos ser fundamental, havendo espaços especiais para a mesma dependendo das circunstâncias do momento. A fala direcionada e visualizações simultâneas ao processo do Shiatsu fazem parte do Shiatsu Emocional e não do Zen Shiatsu.

Preocupação com a acessibilidade: O Shiatsu Emocional se preparou para receber alunos com necessidades físicas especiais, e que poderão descobrir seu próprio Shiatsu na escola, tornando-se um praticante de igual valor. Essa acessibilidade, é bom observar, restringiu-se por muitos anos aos deficientes visuais nas escolas de An-mo e Shiatsu do Japão.

Há outro texto que compara o Shiatsu Emocional com outros estilos e explica o papel do Shiatsu Emocional e seu lugar no universo das terapias e na árvore de estilos do Shiatsu. Vá em http://www.shiatsuemocional.com.br e clique em “carta dos profissionais da MTC”, na coluna da esquerda. Leia, no mesmo site, na sessão “Curso”, as PERGUNTAS FREQUENTES.

Simone, existem muitas outras diferenças, tanto na prática como na teoria, mas para você perceber por completo, só entrando. A base do Shiatsu continua a mesma, e o que faz com que haja várias escolas de Shiatsu no mundo, hoje, é justamente a existência de uma base comum.

Um grande abraço ao Simon, e que você consiga uma boa formação! Seja bem vindo ao mundo do Shiatsu!

Arnaldo