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Escola de Shiatsu apoia o curso de Sotai do prof. espanhol Arturo Valenzuela e joga pagamento de cursos para abril

 

shiem_logo2Na Escola de Shiatsu SHIEM também sabemos que o início do ano é um momento mais pesado na vida financeira de muitas pessoas.

Não temos dúvida: a vinda do Prof. Arturo Valenzuela ao Brasil trará uma técnica de incríveis resultados – o Sotai – e os participantes de seu curso serão os pioneiros. É imperdível.

E para o dilema complicar a todos os que querem aprender, nossa Escola de Shiatsu tem desde o ano passado programada sua única edição anual do curso Shiatsu Express e Minimassagens, um curso único, sem dúvida entre os melhores do Brasil.

Tudo na mesma época, e agora?

Pensando nisso, a Escola de Shiatsu criou condições especiais, para que ninguém fique de fora de ambos os cursos:

– Quem fizer o curso de Sotai no Rio de Janeiro receberá 10% de desconto para o Shiatsu Express, que acontece no final de semana seguinte.

– O primeiro pagamento pode ser feito em fevereiro, março ou abril!

– A opção parcelada segue mesmo com o primeiro pagamento postergado!

É a Escola de Shiatsu oferecendo condições para todos os interessados em aperfeiçoarem-se em Shiatsu, cada vez mais.

CHEGOU A SUA VEZ. FAÇA OS CURSOS DA ESCOLA DE SHIATSU SEM PERDER O CURSO DE SOTAI!!!!
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Escola de Shiatsu dá descontos cumulativos para seus cursos e workshops

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A Escola de Shiatsu preparou para 2015 uma série de descontos progressivos para os cursos e atividades em sua sede. Quanto mais cursos você faz, maior o desconto.

E quem já estudou na SHIEM e entrou em nosso Grupo de Estudos Shiem são os que recebem o maior benefício. Sempre.

A chance que você queria de aprimorar sua formação em alto nível, na Escola de Shiatsu.

Confira abaixo os cursos, seus preços, condições e descontos.

24 e 25 de Janeiro: CURSO DE FÉRIAS – Aromaterapia para a MTC (Como utilizar a Aromaterapia no Shiatsu e a Acupuntura),
com Arnaldo V. Carvalho (Escola Shiem)

Quanto: R$450,00 ou 2×250,00 (cheque pré) ou ainda, 3×180,00 (cheque pré); Aluno GRUPO DE ESTUDO SHIEM: 400 a vista ou 3×150,00


7 e 8 de Fevereiro: Workshop Shiatsu Express & Minimassagens
com Arnaldo V. Carvalho (Escola Shiem)

Quanto: R$450,00 ou 2×250,00 (cheque pré) ou ainda, 3×180,00 (cheque pré) Aluno GRUPO DE ESTUDO SHIEM: 400 a vista ou 3×150,00 + 10% de desconto para quem fez o curso de Aromaterapia.


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14 e 15, 28 e 29 de Março: Curso de Shiatsu / Shiatsu Emocional (Nível 1 – Básico)

com Arnaldo V. Carvalho e Hirã Salsa (Escola Shiem)

Quanto: R$950,00 a vista (com pelo menos um mês de antecedência) ou R$1050,00 (após); ou em até 5xR$210,00 OBS: ESSE VALOR É SOMENTE PARA O CURSO NO ORTOBIO. Demais versões tem preços próprios, de acordo com cada organizador.


Dia 31 de Março: [Seminário Vivencial] Constelação dos Cinco Elementos
com Emerson Bastos (Inglaterra)
Local: Núcleo de Shiatsu Emocional – Humaitá, RJ

Quanto: R$300,00 a vista ou 2×160,00 (cheque pré) ou ainda, 3×125,00 (cheque pré, desde que a última parcela seja no máximo 30 dias após ocorrida a atividade)

Aluno GRUPO DE ESTUDO SHIEM: 200 a vista ou 2×100,00


4 e 5 de Abril: Curso de Shiatsu Facial
com Tiago Azevedo (Espaço Kenko / AESHI)

Quanto: R$500,00 a vista ou 2×270,00 (cheque pré) ou ainda, 3×195,00 (cheque pré).

Aluno GRUPO DE ESTUDO SHIEM / AESHI: 400 a vista ou 3×150,00 + 10% de desconto para quem fez o curso de Aromaterapia ou curso de Shiatsu Express.


18 e 19 de Abril: Alinhamento Estrutural
com Emerson Bastos (Inglaterra)

Quanto: R$550,00 a vista ou parcelado R$650 (Número de parcelas pode variar, sendo que a última precisa ser no máximo de 30 dias após a data do curso). Exemplo: se o aluno se inscreve em fevereiro, por exemplo, ele tem direito a 4 parcelas (de fevereiro, março, abril e maio). Aluno GRUPO DE ESTUDO SHIEM / AESHI: 480 a vista ou 3×160,00


danse_symb1Aberto para inscrições: Biodança dos Meridianos
(abril a setembro, com Maria Amelia Seixas)
Local: Espaço Levemente – Niterói, RJ

Quanto: R$900,00 a vista, ou por R$1080,00 até 6xR$180,00 OBSERVAÇÃO O VALOR PODE SER PARCELADO, mas não há a opção de fazer só um ou alguns módulos. A inscrição é para a atividade completa. Aluno SHIEM/AESHI: 6x R$150,00


29, 30 e 31 de Maio: Seminários de Respiração
com Mercedes Avellaneda – Buenos Aires, Argentina
Local: Hotel em Teresópolis (Curso de Imersão)
Quanto: R$500,00 a vista ou 2×270,00 (cheque pré) ou ainda, 3×195,00 (cheque pré). Aluno GRUPO DE ESTUDO SHIEM / AESHI: 400 a vista ou 3×150,00 + 10% de desconto para quem fez o curso de Aromaterapia ou curso de Shiatsu Express ou Curso de Shiatsu Facial (não cumulativo).


13 e 14 de Junho: Curso Shiatsu para Casais / Shiatsu de Colo
com Arnaldo V. Carvalho (Escola Shiem) Participação especial A. Fiorentin (Instituto Ortobio)

Quanto (valores por dupla): R$800,00, ou 2xR$400,00 ou 3×270,00 (cheque pré). Aluno GRUPO DE ESTUDO SHIEM: R$600 a vista ou até 4×150,00 + 10% de desconto para quem fez o curso de Aromaterapia + 10% para quem fez o Shiatsu Express + 10% para quem fez o Shiatsu Facial, + 10% para quem fez um curso internacional (só conta 1). Ou seja, até 40% de desconto no curso! OBS: somente uma das pessoas da dupla precisa ser Aluna SHIEM.


17, 18 e 19 de Julho:
Curso Shiatsu Emocional Método Emílio Estivill
Com Emílio Estivill (Barcelona, Espanha)
Local: Instituto Ortobio – Niterói, RJ

Quanto: R$550,00 a vista ou parcelado R$650 (Número de parcelas pode variar, sendo que a última precisa ser no máximo de 30 dias após a data do curso). Exemplo: se o aluno se inscreve em fevereiro, por exemplo, ele tem direito a 4 parcelas (de fevereiro, março, abril e maio). Aluno Shiem: R$410,00 a vista ou parcelado R$500,00 sendo o número  máximo de parcelas seguindo a regra anterior.


CURSOS DO SEMESTRE 2015? Consulte nossa AGENDA SHIEM


INFORME-SE E INSCREVA-SE EM NOSSOS CURSOS! CONTATOS:

ESCOLA DE SHIATSU SHIEM

Rua Miguel de Frias, 55 sala 504 – Instituto Ortobio
Icaraí, Niterói, RJ

(21) 2717-9117 ou escoladeshiatsu@outlook.com.br.

Notícias

Entrevista EXCLUSIVA com o Professor de Shiatsu Arturo Valenzuela, que dará curso de Sotai no Rio de Janeiro e São Paulo

De malas prontas, professor espanhol concede entrevista exclusiva para a ESCOLA DE SHIATSU SHIEM

Arturo Valenzuela prepara sua vinda ao Brasil para a introdução da técnica de reeducação postural japonesa SOTAI, e conta um pouco de sua história.

SHIEM: Quando e como você começou no Shiatsu? 

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Arturo: Meu primeiro contato com uma terapia oriental foi em 1982, por um problema de saúde. Um ataque de gota na articulação do tornozelo esquerdo, o qual já sofria a mais de quatro meses e nada nem ninguém conseguia solucionar. Meu professor de karatê, Choyu Hentona, me recomendou a um terapeuta japonês chamado Shimada, que me tratou com acupuntura, eletroacupuntura, shiatsu e outra técnica chamada sotai. A recuperação foi assombrosamente rápida, em pouco mais de uma semana essa dor insuportável desapareceu. Me senti tão agradecido e imprecionado que quis conhecer esse tipo de técnica e Mestre Shimada se ofereceu a me ensinar. Pouco depois, uns amigos: Alfredo Tucci e Miguel Ángel Estables (companheiros do karatê) e Carmen Enguita, que foram as primeiras pessoas a se interessarem pelo shiatsu na Espanha, me falaram da técnica e me recomendaram um livro de Toru Namikoshi Sensei, que comprei e com ele aprendi muito. Posteriormente, no Japão, me converteria em discípulo de sua esposa, minha mestre de Shiatsu Matsuko Namikoshi Sensei.

Com a intenção de continuar com meus estudos e investigações nesses temas, decidi viajar ao Japão e lá, de novo outra dor, dessa vez nas costas, me levou a conhecer Taeko Inoue, que me aliviou bastante e me ensinou muito acerca das terapias orientais. Segui estudando com vários professores, mas não conseguia encontrar nada que saciasse plenamente minha curiosidade. Decidi, então, recompilar e ler toda a documentação que conseguisse sobre o tema e receber tratamentos de todas as clínicas que encontrasse (no Japão existem muitas clínicas de shiatsu, sotai, acupuntura, etc.), com o objetivo de aprender algo novo para mim. Por sorte, muitos desses lugares me facilitaram diversas fórmulas. Mas a forma de ensinar do oriental, é, às vezes, demasiado sóbria para o ocidental, e por isso tive que aprender muito por minha conta, perguntando continuamente, adquirindo muita informação e livros, e investigando com os amigos que me davam a honra de tratar.

Esses foram alguns dos mestres japoneses com que tive a oportunidade de aprender no Japão: Matsuko Namikoshi Sensei, shiatsu; Yoshikazu Nemoto Senseisotai; Shimada Sensei, terapias orientais; Sekiguchi Sensei shiatsu, Inoue Sensei, MTC, shiatsu, acupuntura e acupuntura intradérmica. Obata Sensei, shiatsu; Watanabe Sensei, shiatsu; Shimizu Sensei, shiatsu; Hirohashi Sensei, shiatsu; Takemura Sensei Auriculopuntura e Isogai Shiki (técnica de correção postural), Susumu Kimura, shiatsu e diagnóstico oriental; Masaaki Kobayashi, Kinesio-Tape (bandagem neuromuscular) e Sotai.

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Avatar do blog atual SHIEM:  Como você avalia o Shiatsu na Espanha?

Arturo: Nesse momento o shiatsu na Espanha tem um grande nível. Existem muitos especialistas de shiatsu, as pessoas já conhecem a terapia e a procuram como um tratamento que os ajuda a manter e a a melhorar a saúde. Nossa escola (Shiatsu Yasuragi) goza de grande prestígio em todo o país e se encarrega de difundir o shiatsu através de eventos e congressos nacionais e internacionais. Estamos muito bem respaldados a nível internacional. Tenho a honra de ter sido nomeado em Tóquio Diretor de Operações e Representante da International Shiatsu Foundation na Espanha, por proposta dos professores Matsuko e Takashi Namikoshi. E formamos parte da Aliança Europeia de Escolas de Shiatsu, com escolas irmãs em vários países.  O shiatsu na Espanha e na Europa vai por um bom caminho. 

Avatar do blog atual SHIEM: O que é o Sotai? Como você chegou a ele?

Arturo: Sotai – reeducação postural integral – é um tratamento de origem japonesa baseado nos conhecimentos das medicinas tradicionais da China e do Japão, combinados com estudos e experiências da medicina ocidental para a sincronização muscular e articular. Seu objetivo é favorecer o equilíbrio corporal de uma maneira suave e de acordo com a natureza humana. É uma técnica de movimentos ativos do receptor, com resistência e neutralização ou não, por parte do especialista de sotai. Não tem efeitos colaterais.

Como comentei, cheguei ao sotai através de uma doença no pé, mais adiante, no Japão, estudei e pesquisei muito e tive a sorte de conhecer o Mestre Yoshikazu Nemoto, um grande professor de sotai, autor de vários livros com os quais eu já havia estudado. Pedi que me ensinasse e ele aceitou de bom grado. Ele me tratou de forma muito especial, ao ponto de que me dava aulas particulares diariamente, durante mais de doze horas, de nova da manhã até as dez da noite; me permitia presenciar os tratamentos a seus pacientes e me pedia que colaborasse com ele como ajudante. Quando terminei os estudos de especialista de sotai, me formou professor e me nomeou seu representante (Instituto de Investigação e Desenvolvimento do Sotai do Japão) para  que eu difundisse a técnica na Espanha e Europa. Representação que ainda tenho a honra de conservar.

Avatar do blog atual SHIEM: Como o Sotai pode ser útil para profissionais de Shiatsu? É possível integrar as duas terapias?

Arturo: O sotai é uma técnica simples, fácil de aprender e realmente efetiva. Com um curso de poucas horas pode-se aprender a realizar exercícios e converter-se em especialista. Esses exercícios poderão ser usados por toda a vida e conseguem melhorar a condição de saúde de forma imediata, aos que procurem a terapia.

O método sotai pode ser empregado como ferramenta única, por sua eficácia no tratamento da dor para problemas relacionados com o aparato locomotor. Rapidamente são obtidos uma longa lista de resultados não objetivados como: melhora da circulação, regulação da pressão arterial, aumento de apetite com pessoas com problemas nesse sentido, melhora generalizada do sistema fisiológico, melhora da postura, mudança na tonicidade dos músculos, desaparecimento da diferença de comprimento nas pernas, aumento considerável de flexibilidade, aumento da estatura, correção postural, etc.

É fácil integrar dentro do tratamento do Shiatsu. Ao ponto de que, em nossa escola, ensinamos junto com o shiatsu durante três anos e damos certificados de Shiatsu e Sotai. Tem a vantagem de poder tratar zonas onde não se pode chegar com as mãos, como alguns músculos profundos, sincroniza os músculos selecionados pelo especialista sem implicação de músculos ou articulações lesionadas. Os resultados aparecem de imediato, é eficaz em amplas zonas do corpo e pode ser aplicado em crianças e idosos. Os profissionais de shiatsu que conhecem o sotai se apaixonam pela técnica, e o sotai passa a fazer parte de seu protocolo de tratamento.

Avatar do blog atual SHIEM: Como está sua motivação para vir ao Brasil? Mande uma mensagem para os brasileiros!

Arturo: Estou desejando ir ao Brasil.  Em primeiro lugar porque é um país que me encanta. Já o conheci em férias em que estive em Natal, um lugar precioso. E tenho muitos amigos brasileiros aqui na Espanha e também no Brasil. 

Poder ir ao seu país e ter a oportunidade de ser o primeiro a introduzir e divulgar a técnica de Sotai no Brasil é para mim uma grande honra e motivo de orgulho. Estou muito feliz de poder compartilhar meus conhecimentos com vocês e me preparando duro para dar o máximo de conhecimentos possíveis no tempo em que estarei aí. Estou em condições de garantis que quem for aos nossos encontros de Sotai no Rio de Janeiro e  São Paulo, se converterão em grandes especialistas de sotai e poderão trabalhar toda a sua vida com a técnica. Espero vocês!

SHIEM: Muito obrigado Professor Arturo! Todo o sucesso no Brasil e na vida, é o que deseja a Escola de Shiatsu Shiem para você! Avatar do blog atual

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Shiatsu Express – Solução para quem não tem tempo e precisa se tratar

Shiatsu Express

A solução para quem não tem tempo e precisa se tratar

Em 2000 o Prof. Arnaldo V. Carvalho, pioneiro do Shiatsu Express em Niterói, escreveu esse pequeno conjunto de perguntas e respostas , a prop

Shiatsu Cadeira

ósito do Shiatsu feito em cadeiras. Atendimento que se tornou comum em aeroportos, shoppings e mesmo dentro de empresas, o Shiatsu em cadeiras é marcado pela praticidade,  e é hoje uma técnica consolidada, embora seja subestimada pela maioria. Confira o texto em retrospectiva, retirado dos arquivos do Portal Verde sob autorização.

Há vinte anos, o Shiatsu Express surgiu da necessidade dos tempos modernos, de se obter o máximo de benefícios com o mínimo de tempo para isso. Através da aplicação de pressões e movimentos derivados das práticas orientais como a Tui-Ná, a Quiroprática e principalmente, o Shiatsu, o “Express Terapeuta” atua nas energias do corpo, promovendo relaxamento e uma indescritível sensação de leveza, aliviando dores e deixando a mente fresca e preparada para as atividades do dia, ou para uma boa noite de sono.
No princípio, cadeiras pesadas e sem mobilidade foram utilizadas. A técnica era uma adaptação rudimentar do Shiatsu normal, por vezes misturado com a massagem ocidental (que com o tempo evoluiu para Quick Massage. O Shiatsu na cadeira, no entanto, adquiriu forma, técnicas e características próprias, e pode contribuir tanto para a saúde como uma sessão de Shiatsu convencional.

Qual a função da cadeira?

A cadeira de Shiatsu (por vezes chamada de “cadeira de Katakori”), foi criada de modo que a coluna fique alinhada, e exposta para que o terapeuta trabalhe com técnicas específicas, que é feita com ênfase na coluna.

Porque a coluna é a base de um trabalho anti-stress?

Para a Terapia Oriental, há um canal de energia na coluna responsável pelos processos de ativação do corpo, e é dali que partem os estímulos para que o corpo produza adrenalina, corticoides e outras substâncias. Em excesso essa energia ou as substâncias fabricadas por seu estímulo criam a síndrome do homem moderno, conhecida por “stress”.

O Que é Feito, na Prática?

As técnicas manuais utilizadas sedam esse e outros canais de energia, ao mesmo tempo que devolvem o fluxo nor

mal da circulação energética. Assim, a coluna relaxa, e os benefícios já descritos são evidenciados.

Onde encontro?

É muito fácil encontrar massagistas oferecendo atendimento rápido na cadeira. Mas atendimento profundo de Shiatsu e de qualidade é algo bem mais raro. Temos em nossos quadros profissionais de alto gabarito, que podem ser encontrados em diferentes partes do Brasil. Faça contato!

É possível se contratar um serviço de Shiatsu Express para a minha empresa?

Sim, basta que a empresa solicite o serviço, para que possamos prestá-lo com o máximo de presteza e eficiência possível. Há planos para grandes grupos, além de sessões individuais para os gerentes e executivos. Temos um serviço que se destaca pela qualidade dos profissionais e sua formação. Consulte a ESCOLA DE SHIATSU SHIEM.

Onde posso encontrar um curso de Shiatsu Express de alta qualidade?

Na Escola de Shiatsu Shiem oferecemos um curso de alto nível, com muitos diferenciais em relação ao que se vê por aí. Vá até a página do Curso de Shiatsu Express e Minimassagens  e confira!

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Instituto Ortobio é a nova sede da Escola de Shiatsu Shiem – e a parceria não para por aí!

Escola de Shiatsu e Instituto Ortobio anunciam grande parceria para 2015

Parceria Shiem Ortobio

A Escola de Shiatsu – Shiem é o resultado de dez anos do curso Shiatsu Emocional, que foi ministrado pela primeira vez por Arnaldo V. Carvalho em abril de 2004, na cidade de Salvador. Com o tempo, o curso se expandiu e se tornou uma formação completa em três níveis. Novos professores foram formados, e o amadurecimento de tudo isso culminou com a criação da Escola de Shiatsu Shiem, identidade coletiva que promoveu nos últimos anos diversos cursos de Shiatsu e afins.

Parceria Shiem Ortobio

Agora o Instituto Ortobio traz a Escola de Shiatsu para si, em uma parceria inédita, que beneficiará a todos. Ortobio, a partir de 2015, torna-se sede oficial da Shiem. Com entusiasmo, o diretor do Instituto Ortobio A. Fiorentin e o Prof. Arnaldo V. Carvalho que dirige a Shiem firmaram sua parceria e apresentam agora o novo espaço, que promete grandes atividades em 2015.

Presenças internacionais e jornada de Shiatsu são destaques

Na nova sede da Escola de Shiatsu Shiem, Niterói entrará em definitivo para o circuito internacional da terapia. Somente em 2015, estão confirmadas as vindas de Mercedes Avellaneda, Argentina; Emerson Bastos, Inglaterra; e Emílio Estivill, da Espanha. Grandes nomes do Shiatsu nacional também se farão presentes, entre eles o introdutor do Ohashiatsu oficialmente no Brasil, Marco Duarte (de Belo Horizonte, MG), o discípulo do Monge Tokuda Prof. Valério Lima (de Goiânia, GO), e o diretor do Espaço Kenko de Porto Alegre, Prof. Tiago Azevedo. Shiatsu Facial, Shiatsu Estrutural, Seminários de Respiração, Pedras Quentes Japonesas, entre outras técnicas são parte do calendário protagonizado por esse elenco de estrelas.

Parceria Shiem Ortobio

Finalmente, promete o primeiro evento de Shiatsu da Aeshi – Escolas Parceiras de Shiatsu, que reunirá alunos de três estados diferentes pela primeira vez, para atualizarem-se e avançar no intercâmbio nacional de conhecimentos.

Visite a página de nossa AGENDA para conhecer a programação anual, e assine nosso Blog para ficar de olho em tudo o que acontece na ESCOLA DE SHIATSU Shiem!

 

Artigos e afins

Múltiplas origens, abordagem personalizada… Por que há vários tipos (e cursos!) de Shiatsu?

Razões para muitos Shiatsus

Das múltiplas origens à filosofia por trás da terapia, há muito a considerar quando se refere ao Shiatsu, seus estilos, escolas, semelhanças e diferenças

Por Arnaldo V. Carvalho

 

Já escrevi artigos anteriores demonstrando origens, comentando estilos de Shiatsu, remetendo a tradição, às imigrações (é de minha autoria a maior parte do texto explicativo que figura na Wikipedia e relata o fenômeno), etc. Neste pequeno escrito, contudo, faço uma análise histórica, pontual e complementar das razões pelas quais o Shiatsu é, desde o princípio, na verdade uma família de terapias, não uma terapia única. Essas terapias eram versões mais ou menos sofisticadas dependendo do grupo social a qual elas serviam, mas que acabaram se fundindo no grande gargalo cultural provocado pela ocidentalização acelerada do país, com o início do período Meiji (1867-1912).

Para compreendermos o que e como isso aconteceu, vamos precisar viajar em um período antes do mais impactante rompimento do Japão consigo mesmo. Antes de 1867, quando o último Xogum deixa de controlar o país, e o príncipe Mutsuhito, com apenas 14 anos, assumiria. Ali iniciou-se uma nova era na, que em poucas décadas fez o país do sol nascente sair da condição de última região feudal do planeta (uma curiosa ditadura feudal, diga-se de passagem), para uma das potências industrializadas da virada do século – a primeira do Oriente!

No momento anterior a esse, o Japão encontrava-se semi-fechado ao exterior por um período  de quase duzentos anos. Grande incentivo à continuidade das tradições, ao rechaçamento de tudo o que pudesse vir de outras culturas. O fenômeno trouxe estagnação em diversos setores da sociedade, mas também grande aprofundamento e originalidade em outros. Além disso, enraizou profundamente as diretrizes morais do país – muitas das quais persistem mesmo até hoje.

A sociedade era organizada por clãs patriarcais,  que espalhavam seus filhos entre os mais diversos papeis sociais. Burocratas, guerreiros, artesãos, camponeses, monges, os variados papeis sociais se faziam de acordo com a posição em um clã, e de acordo com a posição do clã frente aos demais, e fundamentalmente, ao imperador. Honrar o nome do clã, afinal, só podia ser menor que honrar o próprio Imperador, que nessa época era um pássaro em gaiola de ouro: seu império era controlado pela figura máxima militar, o Xogum.

Os grupos sociais estabelecidos pelo sistema não se restringiam a uma atividade, mas a um modo de vida e acesso a informação diferenciados. Por isso mesmo, a cultura de saúde e cura de um monge não equivalia, necessariamente, a de um samurai – embora houvesse intensa comunicação entre todos os grupos.

Com o fim do Xogunato, o sistema mudou rapidamente, e tais grupos passaram por profundas transformações. Alguns desapareceram – como os samurais -, outros foram reestruturados para se adaptarem a um novo modelo de Japão, agora industrial. Mas tais mudanças não ocorreram sem que cada um deixasse um legado, e no que se refere à cultura de cura através do toque, podemos afirmar que muitos deles influenciaram na terapia que hoje conhecemos como Shiatsu. Aliás, mais do que isso: os frutos desses antigos grupos sociais por vezes, em diferentes épocas e por razões próprias, adotaram o nome “Shiatsu” para práticas aproximadas, mas com marcadas distinções. Essa, inclusive é um dos importantes motivos pelos quais o Shiatsu segue em sua multiplicidade de formas e, quando da ignorância de tal pluralidade, gera tanta divergência entre seus praticantes.

Abaixo, citaremos os principais ramos da sociedade que passaram a chamar suas técnicas – baseadas sempre na ideia de pressão com ritmo – de Shiatsu, e como elas aportaram para o Brasil, influenciando até hoje os profissionais do Brasil (sem que eles saibam!).

O Shiatsu Monástico

Engrenagem bem definida no sistema feudal japonês, o pensamento mágico (ou sistema de crenças) vigente permitia livre trânsito a monges oriundos das tradições xintoístas ou dos saberes budistas. Podendo buscar o conhecimento através de viagens ao continente, ouvir as tradições antigas, e ainda, formular, escrever, experienciar, e fazer contato desde  com os que viviam da terra, até com os habitantes de palácios e castelos, os monges se destacaram profundamente nas artes médicas. Detentores do conhecimento acerca da vida e da morte, e portanto da doença e da saúde, foram eles os maiores agentes na disseminação de tais saberes e seus cuidados com o corpo-mente.

Nas raízes da religião organizada no Japão (por volta do século VI, os monges já possuiam uma escola de sete anos para as artes de cura. No terceiro ano, porém, recebiam um certificado de “primeira especialização”, onde alguns se tornavam Anmashi (terapeutas de massagem), e outros, Jugonshi (rezadores). Os anmashi refinaram suas técnicas por quase dez séculos, e seu encontro com a medicina ocidental sem dúvida suscitou o modelo que levaria ao Shiatsu. Seguem porém, atuando com modelos integrados de terapia, onde o Shiatsu e o Anma são parte de um todo maior.

https://i2.wp.com/eishoji.com.br/wp-content/uploads/2012/03/tokuda1.jpgO Zen Budismo atual segue promovendo o estudo de diversas terapias, incluindo o Shiatsu. Em nosso país, talvez a figura mais representativa seja a do Monge Tokuda Igarashi (1938-), que desde os anos 60 aplica e ensina o Shiatsu e outras artes de cura.

O Shiatsu Camponês

Antes mesmo dos monges, porém, já havia uma medicina popular, práticas camponesas para a manutenção da saúde de um corpo castigado pela vida agrária. Os campos de arroz, principal fonte de alimentação, requeriam temporadas inteiras com os aldeões com os pés nos charcos, curvados a colher o cereal por muitas horas diárias. Pode-se imaginar costas doloridas, especialmente quando a juventude inicia seu declínio.

Os campesinos precisavam se ajudar, uns aos outros. Precisavam de algo rápido, que conseguisse dissipar a tensão e aliviar suas dores. Nos campos de arroz, praticou-se um shiatsu agrário, rudimentar, baseado nas pressões contínuas sobre os pontos dolorosos, sobretudo na coluna.

Esse é o principal ramo do Shiatsu que chegou ao Brasil originalmente, e faz parte da própria cultura japonesa que persiste nas antigas colônias, sobretudo nas mais significativas, como as de São Paulo e Paraná. Seu conhecimento segue sendo passado de pai para filho. O Shiatsu camponês, preservado no Brasil, não faz parte dos ramos de Shiatsu mais conhecidos, como os da escola Namikoshi ou Masunaga. Estão na raiz, e seu modo de fazer e sua história desaparecem pouco a pouco (mas em alta velocidade), a medida que a comunidade nipônica no país incorpora novos valores e perde sua antiga identidade. Atentamos para ausência total de estudos, o que cria a urgência do surgimento de pesquisas dessa importante fonte histórica e cultural japonesa.

O Shiatsu Samurai

O Bushido, caminho dos guerreiros samurais, alinhava fortemente o ideal budista de desprendimento,  a disciplina marcial e o desejo de purificação do Xintoísmo. Para um verdadeiro Samurai, o desenvolvimento espiritual através da meditação e da arte da espada era uma regra e uma meta.

Os samurais eram treinados para lutar, mas precisavam conhecer as artes da cura para cuidarem-se uns aos outros, nos treinos e nas campanhas militares.

A arte da cura através da manipulação energética os atraia, e eles podiam conhecer ainda muitas ervas medicinais complementares. Seus efeitos em eliminar o cansaço, a dor, aumentar a concentração, e mesmo simular a morte* eram especialmente úteis, sendo o tratamento com técnicas manuais um instrumental praticamente indispensável.

O período Meiji também decretou o fim do antigo modo de vida Samurai. Seus conhecimentos em luta corporal foram adaptadas para as novas artes marciais, e nesse tempo surgiram muitas modalidades que hoje são conhecidas em todo o mundo: jiu-jitsu, karatê, judô, aikidô. Mas algumas escolas preferiram manter portas fechadas, e se manterem na transmissão direta pai-filho, ou mestre-discípulo. Não se tornaram esportes, procuraram manter vivos o antigo modo de manter integrado a filosofia com as artes de danar (luta) e curar. E dentro da arte de curar, o Shiatsu.

Algumas artes marciais atuais, inclusive, dedicam treinamentos específicos e avançados a aprendizagem do Shiatsu e da Moxabustão, por exemplo. Quanto mais essa arte marcial é fiel à raízes seculares, mais intenso é o incentivo a aprendizagem do Shiatsu. Um bom exemplo disso é a arte marcial Hakkoryo, que se manteve fechada por um clã até o fim da II Guerra, e só atualmente começou a disseminar-se pelo planeta. Para o Hakkoryu, o Shiatsu é parte indissociável de sua técnica.

Alguns dos mais antigos terapeutas de Shiatsu profissional que passaram a atender ocidentais no Brasil eram professores de artes marciais, em especial, Karatekas.

O Shiatsu Médico-Aristocrático

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Os nobres serviram-se, desde o século VII da medicina budista, que havia sido instituída como a principal fonte desse saber. Portanto, a figura do “médico” era normalmente relacionada ao monge especialista, que cuidava da aristocracia japonesa da época.

Mas a situação mudou, e no século XV já haviam os terapeutas não monges. Um exemplo famoso é o do acupunturista Waichi Sugiyama, que abandonou seu título de Samurai para dedicar-se integralmente a arte da Acupuntura (caracterizada não só pelo uso de agulhas, mas também de moxabustão e massagens).

Com acesso a medicina ocidental (holandesa), à chinesa e a sua própria forma de medicina, os japoneses começaram a formular um padrão completamente novo na forma de tratar, padrão esse que seria orquestrado por médicos e separaria o campo das massagens dos demais saberes e técnicas.

Mas essa “nova medicina” particionada não fora compactuada por todos. Muitos médicos tradicionais, sem diplomas, jamais adaptaram-se, e seguiram tratando, e ensinando aos seus filhos o que sabiam sobre a arte de curar.

A clara divisão entre formal e informal, legal e tradicional abriria uma fenda para dois caminhos distintos pelos quais o Shiatsu avançaria: o tradicional, oriundo de toda a cultura atrelada aos grupos citados até aqui, e um shiatsu técnico, que incorporava não somente os paradigmas ocidentais da anatomia e fisiologia, mas nas estrelinha, o repúdio aos conhecimentos originários da China.

 

O Shiatsu Técnico

Fruto da nova concepção de estado no Japão disso é o ensino técnico do an-ma* no século XIX e posteriormente do Shiatsu, já no século XX.

Quando os poderes do imperador são restituídos, e o Japão entra na Era Meiji, as mudanças sociais alcançam todas as classes, e o conceito de que todo cidadão deve produzir – oriundo de uma nova mentalidade, a industrial – leva ao governo a pensar no papel dos semi-inválidos. Escolas de massagem, ao modelo ocidental são criadas para os cegos.

Nessa mesma época, é interessante notar que o Japão adota maciçamente um modelo de educação padronizado (também ao estilo ocidental), focado na alfabetização de jovens, e que os centros de formação de médicos que existiam na Era Tokugawa (o último Xogum) foi substituído por Meiji por escolas de medicina baseada no modelo Alemão – o que forçaria a um movimento marginal da medicina tradicional, que agora passava a ser apenas transmitido de pai para filho, sem reconhecimento ou amparo legal.

O ensino técnico do An-ma permitiu uma formalização que deflagaria a forma com que o Shiatsu passaria a ser oficialmente ensinado. Ambas as terapias avançaram lentamente até o fim da II Guerra Mundial, quando após uma supressão de alguns anos, recebeu notável investimento e reconhecimento governamental, fazendo até hoje parte do sistema de saúde japonês. O Shiatsu técnico, porém, não foi capaz de eliminar as técnicas tradicionais.

Como já vimos, o Shiatsu, chamado ou não desse modo, seguiu por todo o século, alheio aos acontecimentos no país e no mundo, acontecendo entre monges, camponeses, nas famílias dos antigos médicos tradicionais, e nas artes marciais.

Aqui cabe insistir que não é um nome que caracteriza uma técnica. Pode-se reconhecer o Shiatsu e sua essência acontecendo em terapias tradicionais do oriente, e mesmo em tratamentos caseiros, dentro das famílias de origem oriental, recebendo por vezes outros nomes, ou nome nenhum.

Com ou sem Filosofia

Fora dos cursos técnicos, o Shiatsu permanece vinculado à uma filosofia inspirada nos valores espirituais cristalizados na sociedade no período anterior, e cujo vocabulário comum pode nos ajudar a formular os processos de pensamento a esse shiatsu atrelados: disciplina, retidão, fazer bem feito, purificar, energia da vida, contemplação, mente calma, meditação, transmissão, profundidade com simplicidade, conexão, espírito, e finalmente, Dô (caminho).

Os cursos técnicos desde sua origem respiram outra “vibe”: anatomia, impessoalidade, protocolo.

Esses dois troncos do Shiatsu se desenvolveram e seguem co-existindo. O primeiro segue mais  informal, semi-escondido, porém largamente procurado e respeitado fora do Japão. O outro é o Shiatsu mais conhecido pelos próprios japoneses. Ele está fora do seio familiar, do sistema de clãs ou dos monastérios. É o Shiatsu das clínicas e hospitais, o que tem o certificado fornecido pelo governo para o exercício profissional.

Em comum, “os shiatsus” dessas diferentes fontes tem o método manual: pressionar pontos, com dado ritmo e intensidade, ao longo do corpo. O que diferente se observa entre esses dois troncos é que a presença do contexto filosófico transforma uma técnica terapêutica em um Dô, um caminho para o desenvolvimento pessoal e espiritual.

É interessante observarmos que o “Shiatsu com filosofia” supere o técnico fora do Japão. Ele é uma das formas dos chamados orientalistas sentirem-se mais próximos de uma fonte genuína de sabedoria. À essa característica se deve o sucesso do Shiatsu da escola japonesa Yokai, conhecida em todo o mundo como “Zen Shiatsu”, e ao “Shiatsu Macrobiótico”, conhecido no Brasil como “Shiatsu dos Pés Descalços”.

Talvez o Shiatsu para o leitor seja apenas uma profissão técnica. Ou talvez você que me lê possa considerar que ele ultrapassa o ponto de vista profissional. Seja como for, seja que escola você fizer, há duas escolhas a seguir.

 

 

* Tais recursos eram explorados por diversos tipos de guerreiros da época, incluindo os ninjas, ronins e samurais.

* Monge Tokuda nos anos 80 e 90 fundou templos (respectivamente em Ibiraçú, Belo Horizonte, Ouro Preto, Lavras Novas, Brasília, e Pirenópolis), e ministrou diversos cursos ligados às terapias tradicionais japonesas, incluindo o Shiatsu.

* Anma é a antiga prática de massagem japonesa. Seu nome deriva do termo chinês an-mo (que por sua vez daria origem a massagem chinesa tuiná), mas possui características distintas, incluindo técnicas não utilizadas no an-mo.

Arnaldo V. Carvalho pratica Shiatsu há mais de vinte anos. Membro da Associação Brasileira de Shiatsu (ABRASHI), dedica-se ao estudo da história do Shiatsu, com projeto relacionado a memória da terapia em andamento.

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Sotai, técnica japonesa incrível pela primeira vez no Brasil através de seu principal mestre na Europa

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Nos próximos dias, chegará ao Brasil o Prof. Arturo Valenzuela, pela primeira vez, para apenas duas edições do curso de SOTAI.

Transcrito do grupo de organizadores do curso:
Sotai – Reeducação Postural Integral – é um tratamento natural de origem japonesa com base no conhecimento da medicina tradicional chinesa e japonesa, juntamente com os estudos e experiências da medicina ocidental para o músculo e sincronização conjunta. Destina-se a promover o equilíbrio do corpo de uma forma harmoniosa consistente com a nossa natureza. Sem efeitos colaterais.
A técnica será pela primeira vez ministrada no Brasil. Em Janeiro e Fevereito de 2015; será minstrado pelo Mestre Arturo Valenzuela, prof. de renome internacional, diretor e fundador da Escola de Shiatsu Yasuragi, sediada em Madri – Espanha. Dias do curso: no rio de Janeiro – 31 de janeiro e 1 de fevereiro, São paulo 07 e 08 de fevereiro.

Inscrições abertas!

Rio de Janeiro
DIAS: 31/1 e 01/02 de 2015
Tels.: (021) 987886898 ou 964654334

São Paulo
DIAS: 6/02 e 07/02 de 2015
(011) 99980 8656 ou 31010849 Contato@ibees.com.br

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Mensagem de agradecimento aos organizadores, publicada pelo Prof. Arnaldo V. Carvalho no grupo de Sotai:
 
“Estou muito feliz e empolgado com a vinda do Arturo ao Brasil, amigo que com carinho passei a chamar de “Professor Coração” desde que o conheci em 2009, quando tive a honra de participar como palestrante do Congresso Internacional de Shiatsu em Madrid, evento organizado por sua Escola Yasuragi.
 
É um antigo sonho, traze-lo ao Brasil. Isso quase aconteceu em 2012, se não fossem os problemas que surgiram e impediram o congresso de Shiatsu de nossa ABRASHI (Associação Brasileira de Shiatsu). Mas tudo tem o momento certo, e o momento chegou, graças ao empenho e iniciativa do Prof. Walter Galvão. Muito obrigado Walter por mais essa.
A todos, quero dizer que participei das aulas de Sotai no mesmo congresso. O Sotai é um “RPG japonês”, só que bem mais agradável e com resultados mais rápidos. Parece milagre. Parece milagre. Mas para além de ser uma técnica extraordinária, ficou muito claro que o terapeuta que aplicava a técnica – Prof. Arturo – era mesmo um mestre, pois não só dinamizou em frente a cerca de 200 pessoas casos difíceis, enchendo os que se submeteram ao tratamento publicamente de surpresa, alívio e confiança, como foi extremamente didático, de modo que todos saíram de suas lições animados e com algum conhecimento a mais. Isso em poucas horas. Imaginem só, dois dias de Sotai com o Prof. Valenzuela!
Privilégio que será de poucos brasileiros. Torço que ninguém que me leia perca.
 
Vão conhecer uma técnica maravilhosa, um profissional de excelência, um professor extraordinário e um ser humano amoroso, honesto, e que faz de seu trabalho um verdadeiro Dô.
 
Sucesso ao Sotai e à vinda de Arturo Valenzuela!”
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Terceira parte da entrevista de Douglas Gattini tem interessante análise sobre a evolução do Shiatsu

Na terceira parte de sua entrevista, Douglas Gattini fala do papel do cliente de Shiatsu em seu próprio processo de autodesenvolvimento; das lições do Shiatsu para a vida, e sobre a evolução do Shiatsu fora do Japão, baseado em pesquisas e investigações. Mais uma vez, o Prof. Douglas ressalta a importância da união entre as escolas e seus praticantes.

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Shiatsu Express & Minimassagens

 Shiatsu Express & Minimassagens

Aprenda técnicas de Shiatsu Rápido, com precisão e profundidade.


O que é:
Workshop teórico-prático onde se ensinam técnicas básicas e avançadas de Shiatsu na posição sentada, e o princípio das minimassagens, toques altamente especializados sobre uma área específica.

O OBJETIVO é Tornar o profissional da área corporal apto a aplicar manobras de shiatsu na posição sentado, incluindo, chão, cadeira normal e cadeira de Shiatsu.
Além disso, será ensinado uma série de estratégias de tratamentos de consultório, que incluem a posição sentada, e podem ser integradas à sessão de Shiatsu.
Finalmente, aprofunda o profissional em manobras terapêuticas específicas e de maior complexidade.

CONTEÚDOS: Pontos de Assentimento; Teoria do Stress; Biomecânica da posição sentada; Desequilíbrios da Coluna; Técnicas de detecção imediata de problemas reais na coluna; Diversificação de manobras e seqüências; Minimassagens.

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Os alunos aprendem muito mais do que nos cursos convencionais de “quick massage”!

Onde e Quando:

CONSULTE A AGENDA SHIEM

 

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Quem:Arnaldo V. Carvalho

Professor Arnaldo V. Carvalho. Foi o pioneiro do Shiatsu Express em Niterói. Um dos pioneiros do estado, tendo sido aluno e trazido o método de Alice Keiko Fujimura. Dá aulas sobre a técnica, que aperfeiçoou ao extremo, há mais de dez anos.

OBS: Apostila e certificado inclusos.

INFORMAÇÕES E INSCRIÇÕES:

escoladeshiatsu@outlook.com

 Perguntas frequentes

express15  Já faço “quick”, ou já uso a cadeira de Shiatsu. No que o curso acrescenta?

R: Nesse curso você ultrapassa seus limites, aprendendo além de um protocolo padrão, os princípios de utilização de acessórios, os princípios do Shiatsu nos doze meridianos com a pessoa sentada, a fisiologia e os princípios de utilização da posição sentada no chão, em cadeiras comuns e na cadeira especial, além do reconhecimento postural imediato através de técnicas muito específicas.

– Sou leigo. Dá para sair aplicando o Shiatsu da cadeira?

R: Se o objetivo é apenas relaxar e “soltar”, dá. Com o curso aprende-se bem um protocolo básico que é eficaz e seguro para a maioria dos casos. Também se aprendem as contra-indicações, o que torna o método completamente sem riscos.

express07–  Já trabalho com Quick Massage (ou outra massagem em cadeira). Esse curso é útil para mim?

R: Muito útil. Na maior parte dos casos, os cursos de Quick mostram uma sequencia a seguir. Você vai aprender a ultrapassar a sequencia, e oferecer atendimentos dinâmicos de diversos formatos, de acordo com cada situação.

Sou Shiatsuterapeuta. Esse curso é util para mim?

R: Não só útil, como um complemento indispensável na sua formação. Além de oferecer versatilidade, preparando para trabalhos dinâmicos, como o laboral (empresas), você conhecerá tudo sobre o Shiatsu sentado, compreendendo melhor como a fisiologia humana se comporta nessa posição. Isso trará a você novas possibilidades de trabalho, dentro do atendimento de consultório.

– Não sei nada de terapia nenhuma. Posso fazer o curso?

R: Não. É preciso que você ao menos conheça a teoria energética oriental, em especial os Meridianos. Você pode começar pelo nosso nível básico de Shiatsu, que te dará uma boa base para fazer esse curso, que inclusive tem um bom desconto para quem já é de nossa escola.

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Shiatsu e Controle Mental para Adolescentes: O CURSO

Shiatsu e Controle Mental para Adolescentes

Adolescente Zen: Curso de Verão promove integração corpo e mente através de técnicas orientais

O que é:

shiatsu adolescentes

Curso voltado para o público de 11 a 17 anos. Durante uma semana, os jovens terão em aulas agradáveis, inspiradas no oriente, acesso a uma série de praticas ligadas à aprendizagem da linguagem corporal, do significado dos meridianos, de meditação, controle mental e interpretação de sonhos.

Ajuda a amadurecer, a lidar com situações de pressão, a ampliar a consciência corporal, encontrar soluções.

O curso traz ferramentas fundamentais, aprendidas com prazer para melhoria da atenção, memória, poder de análise, inteligência emocional. Isso melhora o desempenho em avaliações, provas, concursos, e principalmente, pode fazer a diferença em uma adolescência e juventude saudável e feliz, o que marcará uma vida inteira.

Quando: Férias de Verão (Consulte nossa AGENDA)

Onde: Espaço Levemente, na Rua Lopes Trovão, 52, sala 504 – Icaraí, Niterói, RJ

Quem: Professor Arnaldo V. Carvalho, terapeuta corporal e naturopata. Dá aulas para adolescentes há mais de vinte anos, tendo experiência em diversas atividades esportivas, educativas e sociais relacionadas a faixa etária. Estudante de pedagogia.