“Shiatsu Expresso” x “Quick Massage”

Diferenças teóricas e técnicas do Shiatsu aplicado na cadeira e a “Massagem Rápida”

Shiatsu rápido não é “Quick Massagem”. Shiatsu na cadeira NÃO É “Quick Massagem”.

Por Arnaldo V. Carvalho*

Shiatsu Cadeira

É completamente aceitável que pessoas leigas passem por um pequeno quiosque onde se oferece “Shiatsu Expresso”, ou outro que ofereça “Quick Massagem” e não perceba diferença. Mas quando profissionais que trabalham com terapias manuais passam a pensar e agir como se tais técnicas se equiparassem, então temos uma grave confusão ou mesmo distorção teórica, que merece ser esclarecida rapidamente.

 

A cadeira para a prática terapêutica, foi criada há cerca de trinta anos e é utilizada amplamente para um sem-número de terapias corporais. Na realidade, ela apenas acrescente sofisticação, praticidade e qualidade a uma possibilidade de intervenção, realizada com o(a) atendido(a) sentado (a). Dessa forma, o modus operandi que está por trás de cada modalidade de trabalho – incluindo o Shiatsu Expresso e o Quick Massagem  faz muita diferença.

 

Este artigo pretende demonstrar as razões pelos quais é imprescindível discriminar adequadamente ambas as técnicas, como se deu esse processo de falsa equivalência, e quais são suas reais convergências e divergências. Esperamos que ampliem-se os horizontes dos leitores, que poderão aprofundar-se em uma matéria rica e cheia de possibilidades muito acima do que se tem comumente oferecido no Brasil. Vale notar que ao longo do texto chamaremos de “Quick Massage”, “Massagem rápida”, ou “Massagem na cadeira” a adaptação das dinâmicas massoterapeuticas (terapia ocidental) para um trabalho curto (entre sete e 30 minutos) e executado na cadeira dedicada a tal terapia, e “Shiatsu expresso”, “Shiatsu rápido”, ou ainda “Shiatsu na cadeira” a técnica de Shiatsu, de base oriental, aplicada utilizando-se os mesmos critérios de tempo e local de acomodação do atendido. Vale salientar que muitos dos nomes empregados tanto para o Shiatsu como para a massagem surgiram simplesmente como tentativas particulares de se patentear protocolos e vender métodos exclusivos.

 

A origem da confusão: aspectos convergentes

 

Quase sempre, cursos e workshops com foco no atendimento na cadeira são destinados a profissionais tanto da área de massoterapia, como de Shiatsu. Superficiais, têm sido ensinados na maior parte dos locais ao modo “passo-a-passo”: “Primeiro vamos trabalhar com movimentos circulares no tronco superior, ombros, agora passe a percussões e amassamentos na região deltoide”, e assim por diante. O profissional aprende um “protocolo básico” que será aplicado sempre mais ou mesmo da mesma forma. Frequentemente, os cursos são rápidos, e não buscam detalhes relacionados à postura, atenção plena e percepção tátil do que é necessário. Professores e alunos partem do pressuposto que quem está para aprender “já sabe” (já é massoterapeuta ou shiatsuterapeuta), e assim, basta aprender a mexer na cadeira, uma sequencia minimamente interessante, acertar no tempo reduzido e aprender como funciona a higienização do equipamento. Mais raro é quando o professor (no caso do Shiatsu expresso) ainda revisa teorias como a dos meridianos, etc.

 

A teoria, infelizmente negligenciada, impede que o profissional de “Quick” ou de Shiatsu tire o melhor proveito possível da cadeira e da posição em que seu atendido se encontra, ou que atue de forma ergonômica para sua própria saúde. Tais vantagens estão amplamente explicadas na apostila “Shiatsu Expresso”, de minha autoria. Também impede um trabalho mais profundo e impactante norteie o trabalho.

 

Finalmente, vale pontuar que os excelentes alongamentos possíveis para a cadeiras têm sido positivamente incorporados para ambos os métodos.

 

As especificidades

 

Quanto às especificidades técnicas, o Shiatsu rápido segue a estrutura do Shiatsu original, bem como o “”Quick, da Massoterapia”:

 

 

Shiatsu rápido na cadeira

 

 

Quick Massagem

 

 

Métodos diagnósticos baseados no             aspecto energético.

 

 

Avaliação tátil da tensão             muscular ao longo do processo.

 
 

 

 

Ação imediata sobre pontos de             energia ou neuromusculares (depende do estilo), utilizando sempre             as pressões específicas do Shiatsu (normalmente com o polegar             mas podendo haver variações).

 

 

Opera com a típica diversidade de             manobras da massoterapia: percussões, amassamentos,             deslizamentos, fricções.

 

 

Utilização de técnicas             respiratórias

 

 

Utilização variada de acessórios             para maior variedade tátil e/ou conforto do terapeuta.

 

 

Pode utilizar uma superfície             interfacial (um pano limpo ou descartável) para realizar certas             manobras.

 

 
 

 

 

Foco no equilíbrio energético

 

 

Foco no relaxamento muscular.

 

 

Não pretendemos aqui dissertar sobre cada tópico técnico apresentado na tabela, acreditando que a mesma já é clara o suficiente. Contudo, para além das diferenciações operativas mais óbvias, será no sutil que encontraremos as diferenças fundamentais.

 

Uma delas diz respeito à capacidade do Shiatsu, caso a formação seja suficientemente profunda, de realizar uma analise somato-psíquica-energética, de maneira rápida e bastante precisa. Isso significa que entre Massagem e Shiatsu, apenas essa última terapia pode fornecer chaves de entendimento sobre a possível real origem de desequilíbrios que apareçam durante a sessão (por mais rápida que seja). A aplicação prática desse saber vai desde o direcionamento das pressões empregadas, até a orientação geral que o terapeuta pode fornecer.

 

No panorama das “terapias rápidas” no Brasil esse tipo de abordagem é raríssima. Porque em ambas as formações, têm sido pobre o programa formativo, como criticaremos mais adiante. Tem faltado teoria, porém independente disso, falta filosofia para a massoterapia ocidental, por sua própria origem e natureza. E esse é um dos principais diferenciais do Shiatsu, a ser conservado no trabalho rápido e/ou “da cadeira”. A filosofia por trás do Shiatsu funciona como um guia de foco de atenção quando o assunto é atuar especialmente em locais públicos ou abertos, situação típica para a cadeira. A utilização da respiração, da parte de terapeuta e atendido, a intencionalidade do fechar de olhos para uma atuação profunda são uma constante no Shiatsu (de alto nível). Tais possibilidades são ainda uma lição a ser assimilada pela massoterapia ocidental, que ainda espelha muito da mentalidade geral de nossa cultura.

 

Infelizmente, porém, é preciso denunciar que o Shiatsu, cada vez menos vem sendo praticado com tais preocupações filosóficas. E essa é mais uma razão para a aparente homogeneização da práxis do Shiatsu com a massoterapia. Verificamos, por sinal, que a crítica à própria massoterapia poderia ser debelada, por uma profunda reforma das mentalidades ligada às profissões que a praticam.

 

Conclusão

 

Em tese, ambos os trabalhos são interessantes e têm seu lugar. As variadas formas de abordar o corpo, com identificação das questões anatomo-fisiológicas e suas possíveis respostas terapêuticas pelo lado ocidental, ou os diferentes estilos de Shiatsu a trabalharem a circulação energética e/ou igualmente as questões físicas. O que não é possível é achar que é tudo a mesma coisa, ou que os resultados serão o mesmos.

 

***

 

* Arnaldo V. Carvalho dá aula de terapias manuais desde 1998, e foi um dos pioneiros no trabalho com a cadeira no Rio de Janeiro .

Verdadeiro valor da formação em Shiatsu

“Se sua formação em Shiatsu não te ofereceu a virtude da ponderação, há algo errado com ela.

Se sua formação em Shiatsu não te ofereceu a inclinação à candura e a comunicação amorosa, há algo errado com ela.

Se sua formação em Shiatsu não lhe trouxe generosidade e sintonia com a Abundância, há algo errado com ela.

Se sua formação em Shiatsu não foi capaz de te fazer um ser humano melhor,

Isso é algo sobre o qual você precisa refletir, pois sua formação não está completa”.

Arnaldo V. Carvalho

Quantas horas deve ter um curso de Shiatsu? Os verdadeiros parâmetros na aprendizagem do Shiatsu

https://i2.wp.com/gizartehizkuntza.wikispaces.com/file/view/aprender2.jpg/162750673/aprender2.jpg

Número de horas ideal é grave equívoco no que se refere ao aprendizado do Shiatsu

Por Arnaldo V. Carvalho

Nos círculos de discussão sobre a “boa formação” de Shiatsu no Brasil, pode-se perceber a insistência coletiva na na manutenção do modelo educacional padrão de nosso país. Os debatedores, embora com variada gama de opiniões, são praticamente unânimes ao pleitear para o ensino do Shiatsu um número de horas de sala de aula (quase sempre 1200 horas são consideradas “suficientes”).

Esse modelo, oriundo do ensino técnico brasileiro, é contudo obsoleto, e como em outros saberes, não se adequa ao Shiatsu. 

O aproveitamento das horas depende da infra-estrutura que cerca o curso, qualidade, dedicação e comprometimento do professor e do aluno, e das inter-relações de todos esses elementos. Uma hora de aula com o professor e o aluno excelentes e em sintonia rendem certamente mais do que cem horas com o professor e o aluno medíocre.

Saiba mais sobre a arte de aprender Shiatsu

Todos os educadores em essência sabem disso.

Ao interessado em aprender Shiatsu, é importante destacar que educação é um processo SUBJETIVO, e estabelecer horas ou provas com notas é um meio de dar a algo subjetivo uma aparência objetiva, a partir da qual se pode trabalhar com dados concretos e se determinar um “sim e não”, “pronto e não pronto”, aprovado e não aprovado”. Essa “máscara de objetividade” não incentiva a autonomia na aprendizagem, nem valoriza a inteligencia do aluno. Segue a velha educação diretiva A>B, preocupada com programar, não em fazer refletir.

Mas Shiatsu – em alto nível – não pode existir sem reflexão.

Não pode ser ensinado ao “modo objetivo”, pois isso o empobrece. Não é possível quantificar aprendizado de Shiatsu por um número pré-determinado de horas.  Fazendo parte de uma filosofia de aprendizado profundo e contínuo, o Shiatsu segue tornando-se um caminho, um modo de vida para seus praticantes.

Novos parâmetros de aprendizagem

Mas então como os formadores em Shiatsu podem gerar parâmetros de aprendizagem? E como os interessados em aprender podem analisar avaliar se um curso pode realmente leva-lo ao Shiatsu de alto nível?

A solução, para os agentes formadores (professores, escolas, etc.) deve ser a adoção de critérios diversificados, que incluem a subjetividade e visam perceber a maturidade do aluno-praticante acerca dos diversos temas inerentes à Terapia Shiatsu. Entre outras atitudes, os agentes devem pensar que certificado de participação não equivale a certificado de qualidade. E que provas escritas ou mesmo testes práticos nem sempre são o parâmetro ideal da avaliação. A avaliação objetiva não pode ser uma avaliação sábia, pois a sabedoria não é meramente objetiva, embora possa incluir objetividade.

O tema da avaliação em Shiatsu é um tema caríssimo, e se há uma avaliação sábia, ela requer tempo. Então um professor e um aluno em sua relação precisam de tempo. Tempo para se conhecerem um ao outro, de modo que o educere* se faça profundamente. Na Sabedoria, avaliação e autoavaliação dançarão juntas por anos, e reconhecer-se-ão uma a outra.

A formação precisa ter a possibilidade de continuidade, e uma vez alcançando o limite técnico disponível, deve permanecer oferecendo atualização e manutenção do que se aprendeu. Mais ainda, deve possibilitar uma sequência de desenvolvimento, que levará o aluno à pesquisa e à transversalidade com outros campos de saber. Finalmente, uma formação de qualidade deve investir no aprofundamento ético do praticante. É esse aprofundamento que o tornará uma pessoa melhor, e somente tornando-se melhor ele poderá ser um praticante verdadeiramente melhor.

Interessados em aprender Shiatsu por aí já começam a entender que um curso baseado em carga horária, que termine “e só” apresenta limitações. Mas há outros critérios simples a buscar na procura por um bom curso de Shiatsu, quando se pensa em alto nível.

Fique atento ao que a escola/professor te oferece

O número de pessoas por turma é um deles. É possível encontrar cursos baratos com trinta pessoas em uma turma. Mas não é possível que mesmo um bom professor ofereça grande qualidade de atenção a uma turma tão grande. Se participativa, as perguntas serão saciadas. Um direcionamento personalizado dos conteúdos de acordo com a heterogênea demanda será impossível. E as correções individualizadas durante as práticas serão deficientes. Para a aprendizagem de Shiatsu, turmas pequenas, entre oito e doze pessoas, são ideais. Turmas pequenas demais são igualmente um problema: o Shiatsu é uma terapia do Outro, é preciso que haja um grupo mínimo para haver a aprendizagem da escuta, a experiência do toque em diferentes tipos físicos e a lida com diferentes temperamentos. Sem um número mínimo, a amostragem tende a ser insuficiente.

Pouca gente se preocupa com o que o Shiatsu provoca em quem faz o Shiatsu, e isso não é uma questão para o interessado. Em geral, ele se preocupa com o efeito que acredita que irá causar no Outro. Mas sem a orientação correta, ele será mais um entre muitos que se afastarão do Shiatsu, que lhe provocará tendinites, dores nas costas, ou mesmo intoxicações energéticas (o leitor já deve ter ouvido falar da pessoa que se afirma ser “uma esponja” – esses são os que mais sofrem). Então uma pergunta que poderia ser feita ao professor/local de ensino de interesse seria: você me dará orientação postural para que eu não tenha problemas? você me dará orientação e suporte para que eu não venha a somatizar um conteúdo transferido do Outro para mim?

A preocupação com o número de horas em geral também não fará lembrar de uma dúvida que cerca muitos alunos após terminado um curso de Shiatsu: “será que já estou pronto”?, ou, embora mais raro: “será que aprendi tudo o que há para se aprender em se tratando de Shiatsu?”. A raridade desse segundo questionamento se deve ao fato de que os cursos em geral são “vendidos” como um produto acabado, quando o Shiatsu é fractal, desdobrando-se infinitamente em conhecimentos múltiplos. Para responder a primeira pergunta, é preciso ter um suporte pós-curso da parte da escola/professor, e quanto a segunda, iniciar o curso dizendo que não, não bastam aquelas horas seria no mínimo honesto, mas não o bastante. Porque a partir dessa conclusão, há que se apontar caminhos. Essa é uma das missões do professor/instituição de ensino.

Para mais do que as questões técnicas e éticas, existe o lado de quem quer ser um profissional de Shiatsu. É preciso avaliar se a escola  vai dar condições de um praticante galgar uma profissão não regulamentada no Brasil, como a Shiatsuterapia, criando plano estratégico, enfrentando as condições jurídicas e de mercado, sabendo conduzir-se de forma ética mas ao mesmo tempo que o permita crescer de forma firme.

É quase irresistível elencarmos itens que talvez pudessem simplesmente pudessem estar numa grade de conteúdos de um curso, fazendo parte do número total de horas. Entretanto, quanto mais esmiuçamos, mais nos afastamos do tema central do texto, de modo que agora é hora de retornarmos através de uma pergunta chave: se o número de horas de curso não é o mais importante, o que é então?

Naturalmente, não há uma resposta curta para uma questão que, apesar de parecer simples, é complexa como é complexo o ser humano.

Como seria bom conhecer o professor primeiro, observar sua paixão; Como seria útil observar se as horas que passarão juntos serão horas onde ele se dedica totalmente… Mas quase nunca isso é possível, e talvez deslocar a responsabilidade de aprender para o educador seja um desserviço a si próprio. A direção correta é a da autoeducação, como nos ensina Tomio Kikushi.

Assim, eu gostaria de perguntar ao leitor: o que você pretenderá fazer com as horas que passará com seu professor e colegas? Com que atitude interna entrará no curso, e o que fará a cada dia após sair da sala de aula? Que perguntas pretenderá fazer ao professor, e que perguntas fará a si mesmo? Se você levar a sério tais questões, talvez mesmo um curso “fraco” seja ótimo. Este texto, então, deixará de ser necessário, e ao mesmo tempo cumprirá sua função. Como já diz o provérbio oriental, “o orador pode ser tolo se o ouvinte for sábio”.

*  *  *

* Educere: trazer para fora, em latim

* Arnaldo V. Carvalho é pai, educador, praticante de Shiatsu desde 1993, membro da Associação Brasileira de Shiatsu e autor do livro Shiatsu Emocional.

Shiatsu e Drenagem Linfática: Casamento perfeito?

Este artigo é apenas uma introdução sobre um assunto pouquíssimo explorado, mas de alta importância. Boa leitura!

Shiatsu e Drenagem Linfática: Compatibilidades e possibilidades de uso combinado

Por Arnaldo V. Carvalho*

Em 2007, a convenção internacional Fitness Brasil (tida como a maior da América Latina  na área de atividade física) mais uma vez ocorria em Santos. Como professor, era a primeira vez que eu observava junto a alunos de um minicurso de evento que todas as técnicas manuais têm uma finalidade essencial em comum: devolver a circulação. Linfática no caso da Drenagem Linfática Manual (DLM), energética no caso do Shiatsu, sanguínea no da Massoterapia clássica. Como energia e fluídos corporais seguem um ao outro, mutuamente, quaiquer dessas terapias bem executadas poderiam levar a resultados semelhantes.

Menos de dez anos após, vem se tornando está mais e mais conhecida a possível “re-descoberta” de um correlato físico aos meridianos energéticos ocorrida em 2009. O estudo em questão sugere que os meridianos e pontos de acupuntura são parte de um fio microscópico conduzido na rede linfática – os condutos e corpúsculos de Bonghan. É possível que atuem como captadores energéticos, estruturas celulares que conseguem transformar a energia (já observável em aparelhos) em material químico.

Os condutos ocorrem no interior dos vasos linfáticos, e seriam responsáveis pela comunicação dos canais pelo corpo. Conclui-se que a linfa, material a ser mobilizado naturalmente pelo movimento corporal e a própria pulsação sanguínea caminha por um “trilho” altamente comunicado com os meridianos.

Faria então a Drenagem Linfática Manual e o Shiatsu um casamento perfeito?

É essencial que possamos iniciar estudos mais detalhados destas interrelações, mas o que temos aqui sugere ser grandioso, e que talvez seja possível promover uma sinergia entre as terapias que se utilizam dos conhecimentos a cerca do sistema linfoide x sistema de meridianos de energia.

Os circuitos anatômicos da linfa e do Ki

As escolas de Drenagem Linfática Manual propõem diferentes técnicas, mas em comum obedecem ao fluxo natural do retorno linfático fisiológico. Quase todos os estilos de Shiatsu que utilizam o sistema de meridianos da Medicina Tradicional Oriental também seguem o fluxo, com uma ou outra exceção.

Se tomamos os mapas gerais de meridianos e pontos das terapias orientais (Shiatsu, Acupuntura, etc.) e comparamos com os mapas anatômicos da rede linfática, encontraremos muitas diferenças, e uma ou outra semelhança, tanto em se tratando de trajetos que poderiam estar justapostos, como no sentido em que linfa/energia deveriam seguir em uma determinada região.

dutoslinfáticos

Olhando na representação dos principais ductos linfáticos presentes no tronco, é fácil sugerir a associação entre meridiano do Rim ao ducto central, e os ductos laterais aos meridianos do Fígado e/ou Baço-pâncreas, que por ali se avizinham. A mobilização tanto da linfa quando de tais meridianos (yin-anteriores) ocorre em sentido ascendente.  Isso também ocorrerá em diversos outros trechos do corpo. Podemos mencionar por exemplo a hiper-ramificada rede linfática cefálica versus o meridiano da Vesícula-biliar.  Os importantes pontos de acupuntura próximos ao joelho versus os nódulos linfáticos da região. Entre outros.

Tangências e divergências das duas práticas

O Shiatsu é a terapia de pressionar. Especialmente com o dedo, em pontos chaves (estilo Namikoshi e variações) ou ao longo dos meridianos e pontos. Já a Drenagem Linfática tem como principal ferramenta o deslizamento ao longo do trajeto linfático, havendo outras intervenções de acordo com o método (Vödder, Leduc, etc.).

Pressionar um ponto onde há grande congestão linfática (linfedema) é contraprodutivo, pois não se alcança o trajeto energético subcutâneo, a região pode estar especialmente sensível, e o resultado é menor; Nesses casos a técnica do Shiatsu palmar é preferível, mas ainda assim é discutível se a região deve ser trabalhada ou não. Mas se utilizarmos a DLM imediatamente antes das pressões, teremos os condutos de Bonham novamente ativos, e o toque do Shiatsu recupera sua eficiência.

Dissolução de nós e retenção energética

O pioneiro método de Vödder na Drenagem Linfática Manual, ao estimular nódulos linfáticos e promover a mobilização do material linfático ali acumulado poderia facilitar igualmente a retenção energética? Caso positivo, estamos falando de uma estrutura que pressupõe a existência de um bloqueio misto, ou seja, é físico e é energético. Haveria uma terceira força capaz de dar origem a essa estagnação híbrida?

Se esse mecanismo combinado se confirma, então as teorias psicossomáticas ganham novas perspectivas e novas perguntas passam a se fazer necessárias. Esse é um tema do estudo aprofundado do Shiatsu Emocional, um estilo específico demais para ocupar parte deste artigo.

Conclusão

Sugerimos aos profissionais de drenagem linfática que conheçam o Shiatsu e compreendam melhor o que ocorrre no corpo. Da mesma forma, que os praticantes de Shiatsu conheçam a rede linfática e saibam manipula-la, otimizando sua técnica.

* * *

Prof. Arnaldo V. Carvalho foi profissional e ensinou diversas técnicas terapeuticas por anos, incluindo a Drenagem Linfática e o Shiatsu (que pratica desde 1993).

12 razões para aprender o Shiatsu Emocional

shiem_symbol

12 Razões para fazer o
Curso de Shiatsu/Shiatsu Emocional da Escola SHIEM

O Método da Escola Shiem de Shiatsu possui uma série de diferenciais, sendo válido mesmo por quem já pratica Shiatsu ou tem formação em acupuntura ou Medicina Chinesa (descontos para tais profissionais, informe-se). Da atenção criteriosa a cada aluno ao respeito que nossa escola conquistou com os anos, somos hoje a grande opção quando o assunto é aprender Shiatsu.
Dentre os diferenciais de nosso curso, vale destacar:
1. Ensino Modular: Aqui você avança de acordo com seu desejo e tempo disponível, etapa por etapa.
2. Aprenda mais e aprenda sempre! Nossos Conteúdos e nossa didática são diferenciados. Mesmo profissionais de Shiatsu, Acupuntura, Psicologia e outros da área de saúde se surpreendem com o conteúdo de nosso curso, mais profundo e abrangente, e ministrado por professores que estudam para ensinar melhor a cada dia. A possiblidade de avançar por toda a vida através do sistema de ensino direto também só existe em nossa escola.
3. Suporte PERMANENTE: É o único curso que você faz e passa a ter direito permanente de frequentar grupo de estudos dirigidos, com possibilidade de receber supervisão e permanecer em treinamento premium (consulte).
4. Reciclagem Gratuita: Aqui você refaz seu curso quantas vezes quiser (consulte as regras).
5. Para os diferentes tipos de interesse: Pessoas interessadas no Shiatsu como autoconhecimento e sua aplicação em si e em seus podem fazer apenas aquilo que lhes interessa, evitando todo um comprometimento de tempo, dinheiro e energia em estudos que não serão utilizados na vida prática. Já os que desejam ser profissionais ou especialistas no Shiatsu terão todo o ensino de conteúdo necessário, bastando avançar nos níveis formativos e buscando nosso suporte e grupos de estudo.
– 
6. Suporte para a profissionalização: Para aqueles que desejarem atuar profissionalmente, ensinamos os passos corretos para você ser um profissional de qualidade, incluindo registros, plano de carreira, etc.
7. Multi-estilos e exclusividade técnica: Os nossos cursos mostram e ensinam sobre diversos estilos de Shiatsu, e isso também é único. O Estilo Shiatsu Emocional somente é ensinado em nossa escola, ao longo de nossa abrangente formação.
8. Qualidade dos professores, reconhecimento dentro e fora do país: Praticamos Shiatsu há mais de vinte anos. Nosso coordenador geral tem reconhecimento internacional, tendo ministrado cursos em diversas cidades e estados do Brasil, e vários países de quatro continentes. É um dos fundadores da Associação Brasileira de Shiatsu, autor do livro Shiatsu Emocional.
9. Turmas reduzidas: Toda atenção para esclarecer as dúvidas de cada aluno!
10. Certificação de qualidade: Não apenas temos selos de autenticidade, reconhecimento Aeshi (Associação de Escolas de Shiatsu), mas desfrutamos da melhor reputação no mercado. Pergunte a qualquer aluno que tenha passado por nossos cursos!
11. Orientação postural e progressão adaptada: Nosso curso está preparado a se adaptar à especificidades físicas e mostrar o caminho de desenvolvimento do corpo integrado ao da mente, através de um detalhado método que garante a boa postura durante todo o trabalho. Alguns acham cansativo no início, mas é a garantia de que o Shiatsu jamais causará mal articular (comum em muitos praticantes que não tiveram esse tipo de orientação), pelo contrário, cuidará do corpo não só de quem recebe o Shiatsu como também de quem aplica.
12. Condições de pagamento incomparáveis: Oferecemos facilidade para pagamento e a possibilidade de descontos – confira!
Próxima turma de Shiatsu Emocional: CLIQUE AQUI.
Conheça mais sobre a Escola de Shiatsu e seus cursos!

Para fins de junho, Curso de Shiatsu no Humaitá, Rio de Janeiro

A Escola de Shiatsu SHIEM anuncia mais uma edição de seu curso de Shiatsu, que inclui a base do Shiatsu Emocional, no Rio de Janeiro.

Ministrado pela Prof. Nathália Tupinambá, pós graduada em Medicina Tradicional Chinesa e formada em Shiatsu pela Escola de Shiatsu.

18 e19 de Junho e 2 e 3 de Julho
Humaitá, Rio de Janeiro, RJ

Inscrições pelo cel/whatsapp: 97966-8777 ou escoladeshiatsu@outlook.com

curso_shiem_nath

Em Corpus Christi tem curso de Shiatsu Emocional (São Paulo)

shiem_symbol

 

Curso de Shiatsu Emocional (intensivo)

com Adriana Benazzi e Arnaldo V. Carvalho

26 a 29 de Maio de 2016 – Pompéia,  São Paulo, SP
Shiatsu é uma terapia originada no Japão e desenvolvida em diferentes partes do mundo. Alia estudo científico à sabedoria tradicional do oriente.
Shiatsu Emocional (Método Shiem) é uma abordagem direcionada à percepção psicossomática do Shiatsu. O psicoterapeuta Prof. Arnaldo V. Carvalho pratica Shiatsu há quase duas décadas e  já ensinou sobre o tema em diversos países, e de norte a sul pelo Brasil. A médica Profa. Adriana Benazzi estuda e pratica o Shiatsu e o Shiatsu Emocional desde 2009, tendo passado por diversas formações. 
Estão abertas as inscrições para o Curso Básico de Shiatsu Emocional em regime intensivo.
A turma é reduzida, e portanto a garantia de vaga é por ordem de inscrições.
O curso acontecerá no Espaço Prajna, um local privilegiado e totalmente preparado para nos receber com simplicidade e conforto.
Público-alvo, Objetivos e Possibilidade de seguir por níveis avançados:
O curso é destinado a todos aqueles que buscam ampliar seus conhecimentos e, conseqüentemente, sua qualidade de vida. Ou seja, não é preciso ser profissional de nenhuma área de saúde para participar do curso e, começar a praticar o Shiatsu.
É igualmente recomendado a todos os profissionais que atuam com MTC, shiatsu, psicólogos, bem como os demais profissionais de saúde que desejam enxergar além do horizonte físico e atuar no campo emocional; aos psicólogos que desejam fazer uso de uma abordagem corporal, e aos terapeutas corporais que desejam passar a ter o corpo não como fim, mas como meio para equilibrar o ser.
Programa Básico:
Introdução ao saber Oriental: Origem e evolução do Shiatsu; Comprovações Científicas; O equilíbrio através do toque; O toque shiatsu; O estilo Shiatsu Emocional; Os 7 preceitos do shiatsu emocional; Introdução à Medicina Tradicional Chinesa – Histórico, o Tao, Introdução às Cinco Fases; os 12 Meridianos e suas funções emocionais; Introdução à percepção do Hara; Introdução à Aromaterapia como amplificadora do toque shiatsu; Tratamento dos principais desequilíbrios emocionais através do shiatsu; exercícios práticos. Prática Básica com orientação ergonômica e postural.
Com o programa básico, é possível fazer uma sessão segura e com muitos benefícios aos praticantes.
Professores:
Arnaldo V. Carvalho pratica Shiatsu há mais de vinte anos; Membro-Conselheiro do SINDACTA – Sindicato de Acupuntura e Terapias Afins do Rio de Janeiro; Membro fundador da ABRASHI – Associação Brasileira de Shiatsu; Diretor da Shiem – Escola de Shiatsu; Fundador e moderador do grupo Shiatsu-BR e Shiatsu Brasil, editor do verbete Shiatsu na Wikipedia, autor do livro Shiatsu Emocional.

Adriana Benazzi

A médica homeopata e ginecologista conheceu o Shiatsu em 2009 e não parou mais. Desde então, vem trabalhando com seus pacientes e relacionando os conhecimentos orientais aos da medicina.  Em especial, utiliza o Shiatsu e sua filosofia no tocante à saúde da mulher, escrevendo inclusive sobre o tema. É Membro-fundadora da ABRASHI.
O curso inclui Kit Aluno com: Nosso manual do aluno, Fornecimento para link exclusivo de download de centenas de informações, artigos etc, músicas, apostila; certificado de participação e passaporte de entrada em nosso grupo de estudos online, com total suporte ao aluno.
Maiores informações sobre o curso em: escoladeshiatsu@outlook.com
ATENÇÃO AOS DIFERENCIAIS DESSE CURSO!

Shiatsu e participação política

Shiatsu e participação política

 

Por Arnaldo V. Carvalho*

Pouco antes da crise política brasileira chegar ao ponto onde se encontra, um certo grupo cobrava isenção política da parte das instituições de ensino e seus profissionais (através do projeto de lei “escola sem partido”).

Apartar uma pessoa, classe profissional ou instituição de qualquer natureza da reflexão, debate e posicionamento político é, ao modo de ver terapêutico, ato de esquizofrenização, que faria Laing (1927-1982), nesse momento, mais uma vez denunciar que a sociedade “enlouquece” seus indivíduos. Mais ainda, os posiciona de forma a manter um estranho equilíbrio social, onde uns sofrem para a prosperidade de outros. A denúncia da sociedade louca-enlouquecedora, no entanto, não é exclusivamente de um só homem. Ela também surge entre os pensadores orientais contemporâneos. Tomio Kikushi (1926-), um dos grandes nomes do pensamento oriental aborda esse conceito em suas palestras e livros, e aponta a auto-educação como forma de vencer essa estrutura viciada, desigual e destrutiva.

As características da auto-educação preconizadas por Kikuchi são as mesmas do Shiatsu – as mesmas oriundas de antigas e profundas reflexões ocorridas no Japão através do tempo. Para um avanço real, a sociedade precisa oferecer a seus indivíduos a possibilidade de refletir, pois somente o ser humano dotado desta capacidade participa de forma consciente dos processos sociais.

Sendo uma terapia calcada no equilíbrio do eu e do outro, a partir do contato corporal, as reflexões ocorrem no âmbito relacional e ensina seus praticantes sobre a vida coletiva. Sua prática, toda a vez que acontece, cria espaço para a expressão e reflexão. E assim, os praticantes têm, a cada sessão, a oportunidade de relembrar dos pilares filosóficos fundamentais do Shiatsu.

O que é aplicado em uma sessão de Shiatsu, e direciona-se ao Eu-Outro, serve igualmente para a aplicação no dia a dia, na interação com a sociedade, no exercer da cidadania. E essa é uma chave fundamental no próprio ato terapêutico, visto que não se pode agir pelo indivíduo dissociando-o do universo que o cerca. Sim, a constatação de que não se pode agir plenamente pelo indivíduo se não se busca agir em sua coletividade é impele qualquer terapeuta de excelência à uma vida sociopolítica ativa.

No momento que o Brasil atravessa, é de suma importância que os praticantes de Shiatsu, e suas variadas correntes e organizações coletivas possam, neste momento, estarem muito atentos às nuances de sabedoria supracitadas, transmitidas desde a primeira aula nas boas escolas.

Vale detalhar que a aprendizagem do Shiatsu dissemina valores como disciplina, atenção plena, e aprendizagem permanente. Como uma verdadeira arte de cura, têm em sua essência a cultura de paz, a anti-guerra, a comunicação não violenta, o caminho do meio.

Assim, um praticante de Shiatsu precisa saber escutar. Precisa estar atento às incoerências e divisões do Outro – seja seu atendido, seja a sociedade. Não há uma verdade a se revelar, mas um conjunto de óticas. A boa ação do praticante é de retornar ao atendido, ou a sociedade, o resultado de sua percepção do Todo. Para alcançar um painel mais próximo do Todo (único detentor da Verdade), deve haver um interesse investigativo e capacidade reflexiva. Para efetuar esse retorno, deve ter mente serena, comunicação clara, firmemente calcada na mente tranquila. Apenas a mente tranquila consegue ir próximo do Todo.

A linha do tempo de aprendizagem do Shiatsu é permanente, e da mesma forma é permanente o caminho que nos leva a consciência do todo, dos mecanismos sociais, das implicações em curto, médio e longo prazo sobre os indivíduos. Se compreender o Shiatsu a sociedade são igualmente passíveis de um aprendizado para toda a vida, então a humildade deve guiar nossas afirmações. Se percebemos que há um desequilíbrio em um meridiano, precisamos ir em busca da origem desse desequilíbrio. Fará parte de um padrão estabelecido no nascimento? É apenas a ponta de um iceberg energético onde muitas outras forças se chocam internamente? Ou será que é um apelo do corpo para ser ouvido em relação a uma determinada atitude que não se toma? Em Shiatsu, consideramos que o que está na superfície, ou seja, o problema aparente é apenas uma pequena parte de um Todo muito mais complexo. Analogamente, se afirmamos que um determinado ato político é condenável, precisamos perceber profundamente o que estamos dizendo. Foram consideradas as diferentes variáveis? Aquele que afirma tem consistência no que está dizendo, ou seja, está próximo o suficiente para perceber o problema em sua totalidade? Têm noção das diferentes consequências do que afirma, e do que pode ocorrer nas diferentes escolhas que a sociedade faz? É preciso respirar fundo. Não há espaço para a desarmonia, pois toda exaltação cardíaca lesa a consciência. E sem ela, não podemos ser bons cidadãos ou bons Shiatsuterapeutas.

Finalmente, o Shiatsu, em sua essência de levar ao equilíbrio natural, é uma prática do Caminho do Meio. Só se chega ao meio quando se conhece os extremos, quando eles dialogam, quando a mente – ou a sociedade – pode refletir sobre as polaridades e o que cada uma está reivindicando. O diálogo banhado de sinceridade e desejo de integração é a única maneira de salvarmos as relações humanas em nossa sociedade.

Que o Caminho do Meio, alcançável pela prática profunda do Shiatsu, possa ser trilhado por todos os brasileiros nesse momento difícil.

Arnaldo V. Carvalho

 

*   *   *

 

  • Arnaldo V. Carvalho, praticante e professor de Shiatsu, autor do livro Shiatsu Emocional, membro da Associação Brasileira de Shiatsu.

Shiatsu na pauta na mobilização de ocupação da greve dos professores no ISERJ

Prezados praticantes de Shiatsu,

Alguns devem saber da greve dos profissionais da educação do Estado do Rio de Janeiro, onde diversos segmentos encontram-se mobilizados para buscar seus direitos e bem cumprir seus deveres, pois no momento as condições de trabalho encontram-se abaixo de um patamar mínimo de dignidade

Tanto no ensino básico como no superior há mobilizações, que também parte dos alunos, que sofrem com condições precárias de estudo.

A greve no ensino superior engloba a Seeduc, a UERJ, a FAETEC e o Instituto de Educação do Rio de Janeiro – Iserj.

No Iserj a greve tem o caráter de ocupação. O que é isso?

A função do espaço acadêmico é a construção do conhecimento, discussão, reflexão e difusão de saberes.

Dentro dessa percepção, os protestos da comunidade acadêmica ocorrerão mantendo-se a instituição aberta e plena em atividades construtivas, que apoiam a mobilização de professores e alunos e ao mesmo tempo dá continuidade aos objetivos sociais desses locais, como, repetimos,  centros de construção de saberes  e conhecimentos.

Apoiando a causa, os professores e praticantes da Escola de Shiatsu SHIEM, estarão oferecendo atividades gratuitas e abertas aos estudantes, professores, alunos e também a população geral.

Serão sessões de Shiatsu, palestras e aulas diversas.

Faço saber ainda que a ABRASHI – Associação Brasileira de Shiatsu foi contatada e, na figura de sua presidente Nathália Tupinambá, mostrou-se favorável também a colaborar com a ocupação de professores e alunos durante a greve.

Com isso, acreditamos que o Shiatsu que existe em cada um de nos será levado, em momento muito oportuno, aos que dele precisam em suas ações por uma sociedade mais justa e desenvolvida.

Em breve divulgaremos a grade de atividades no Iserj, e paralelamente seguiremos com nossos estudos de Shiatsu.

Em nome da Escola de Shiatsu SHIEM agradeço a todos os movimentos a apoiar a educação no Rio de Janeiro e Brasil.
Arnaldo V. Carvalho

 

shiem_logo4

Os números de 2015

Os duendes de estatísticas do WordPress.com prepararam um relatório para o ano de 2015 deste blog.

Aqui está um resumo:

A sala de concertos em Sydney, Opera House tem lugar para 2.700 pessoas. Este blog foi visto por cerca de 19.000 vezes em 2015. Se fosse um show na Opera House, levaria cerca de 7 shows lotados para que muitas pessoas pudessem vê-lo.

Clique aqui para ver o relatório completo

%d bloggers like this: